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Como Funciona a Bandeira Vermelha na Conta de Luz?

No semáforo, no jogo de futebol, no saldo da conta bancária, nas placas de trânsito, nas sinalizações, assim como em muitas outras formas de alerta, a bandeira ou sinal vermelho sempre traz um tom de restrição. E quando ele resolve aparecer na nossa conta de energia, não é nada diferente.

Um tema que tem incomodado muitos brasileiros e brasileiras está relacionado aos aumentos frequentes na conta de luz e eles estão diretamente ligados às bandeiras tarifárias que são aplicadas na nossa fatura de energia. 

O sistema de bandeiras tarifárias está em vigência desde 2015 e foi planejado com o intuito de tornar mais transparentes as variações na conta de luz, por meio da utilização de bandeiras que sinalizam os custos variáveis e esforços para a produção de energia elétrica naquele momento e as consequentes tarifas aplicadas ao consumo em reflexo disso. 

Como bem explica a Aneel: “com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo e diminuir o valor da conta”.

 

Crise hídrica e bandeiras tarifárias

Ainda que, em função do país estar vivenciando a maior crise hídrica em mais de 90 anos, a Aneel tenha criado a nova bandeira escassez hídrica, a bandeira vermelha – já característica de períodos de energia com custos elevados – também assombra os brasileiros que tentam equilibrar as contas pelo significativo ajuste sofrido em 2021.

Desde 2015, quando o sistema foi implementado no Brasil, ele conta com quatro bandeiras em condições normais: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. Cada uma delas representa um valor específico de taxa na fatura para cada 100kWh consumidos. A bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, vinha onerando as contas de luz em R$ 6,24 por 100 kWh. 

Em julho de 2021, o valor da taxa sofreu um aumento bastante impactante, passando para R$9,49. Ou seja, para cada 100kWh que a sua residência consome, quase R$10,00 são pagos a mais, apenas em função da taxa. Essa mudança, além de pesar no bolso, tem causado muitas discussões, afinal, já se anunciou que a bandeira permanecerá ativa no Brasil até abril de 2022.

Mas você sabe por que a bandeira vermelha é acionada?

Bandeira Tarifária Conta de Luz

Antes de chegar a essa resposta, é importante resgatar quais são as bandeiras existentes no Brasil e o que elas representam.

 

Bandeira verde 

Aplicada quando as condições de geração de energia são favoráveis com relação aos recursos hídricos, libera o consumo e sinaliza que não há qualquer acréscimo nas contas.

 

Bandeira amarela

Sinaliza que as condições de produção de energia já não são favoráveis e emite um alerta de economia necessária aos consumidores. Quando a bandeira está ativa, a fatura passa a ter uma cobrança adicional, proporcional ao consumo, de  R$ 1,874 por 100 quilowatts (kWh).

 

Bandeira vermelha patamar 1

Como lembramos no início deste texto, traz por si só um sinal de restrição. Representa condições ainda mais desfavoráveis e, em função disso, demanda um adicional proporcional ao consumo de R$ 3,971 por 100 kWh na conta de energia.

 

Bandeira vermelha  patamar 2

A mais cara de todas (até a criação da bandeira escassez hídrica), a bandeira vermelha patamar dois é acionada em situações críticas de geração energética em função de más condições hidrológicas. Desde julho, o adicional cobrado por 100 kWh está em R$ 9,492.

Mais um ponto de atenção no cenário atual é que novos aumentos podem ser aplicados e, caso aconteça, o adicional poderá chegar a R$24 ou mais. 

 

Bom, você já percebeu que o acionamento de uma bandeira tem tudo a ver com as condições de produção de energia elétrica no momento, em função das condições hidrológicas. Ou seja, o adicional cobrado não é apenas um repasse dos custos variáveis, é também uma forma de sinalizar para os consumidores que é necessário frear o consumo para evitar um apagão. E nós sabemos que nada melhor do que sentir no bolso para ativar a consciência.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Aqui resgatamos os principais pontos:

Conta de luz

#1 Quando uma bandeira é acionada (muda de cor)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), realiza mensalmente uma reavaliação das condições de operação do sistema de produção de energia elétrica para então definir a cor da bandeira tarifária, a partir da previsão de variação no custo da energia.

 

#2 Reflexo da redução de consumo na bandeira

Quando reduzimos o consumo, não temos mudança na bandeira de forma direta, uma vez que ela é definida mensalmente com base nas condições de produção de energia. A redução de consumo na unidade não fará a bandeira alterar, pois ela é aplicada igualmente a todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional – SIN (regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte do Norte). No entanto, reduzir o consumo pode, pelo menos, impedir que a fatura aumente.

 

#3 Quando sabemos qual será a bandeira do mês seguinte? 

Para aquele consumidor que gosta de se planejar previamente, a Aneel disponibiliza, ao final de cada mês, o valor da bandeira para o mês seguinte. Basta acessar o site para consultar o calendário anual de divulgação das bandeiras. Em complemento, todas as distribuidoras devem informar em suas páginas a bandeira vigente, até dois dias úteis após a divulgação pela Aneel.

 

#4 Quais custos estão embutidos na conta de luz? 

A nossa fatura de energia inclui duas categorias de custos relacionados à produção de energia elétrica: 1) custos não administráveis: compra de equipamentos, como transformadores de rua e cabos, taxa de transmissão, encargos e  aumentos de imposto; 2) custos administráveis: salários pagos aos trabalhadores, dividendos aos acionistas, bonificações e gratificações aos diretores.

Todo o custo de produção (geração) de energia elétrica é repassado ao consumidor e, naturalmente, reflete as condições do momento – por isso o sistema de bandeiras. Por isso o valor tem aumentado tanto e ainda está em risco de sofrer novo aumento, visto que a crise hídrica vem piorando e pode acarretar um prejuízo ao sistema que, se não for rateado agora, virá mais tarde.

 

Esse tema é para deixar o cabelo em pé como um próprio choque elétrico, não é? Por isso, fazemos questão de lembrar que, com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica, você não apenas foge das variações da Aneel, como pode alcançar até 95% de economia na sua conta de energia e ainda contribui com o meio ambiente e a sociedade. Faça uma simulação com a Solstar e comece o seu projeto agora mesmo.

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Conta de Luz Cara? Dicas de Como Fugir Dela!

A nova bandeira escassez hídrica, criada pela Aneel, tem feito muita gente preferir receber a fatura do cartão de crédito a receber a conta de energia. Com a conta de luz mais cara, a cada mês é uma nova cifra visitando nossos lares sem ser recebida da melhor forma possível.

Mas, se a energia é ainda mais fundamental do que nunca (os tempos de aula on-line, home office e tudo virtual que o digam), só nos resta pensar em formas de fugir da conta de luz cara. E a solução, como sempre, é o consumo consciente. A adoção de hábitos que, por menores que pareçam, são capazes de contribuir significativamente para que a sua casa não seja a central do desperdício de quilowatts.

Tá a fim de conhecer essas dicas? Corre aqui então para salvar alguns reais por mês.

 

#1 Iluminação: o último a sair apaga a luz, de LED

 

Como economizar na conta de luz

Projetos de iluminação (quando possível), otimizam a arquitetura da casa. Além de definir a disposição das lâmpadas e outros para melhor aproveitamento, economia e conforto visual para o ambiente, ainda podem incluir recomendações sobre os materiais que melhor se aplicam ao espaço e assim geraram economia na conta de luz.

Uma orientação importante dos especialistas é com relação à troca das lâmpadas convencionais pelos modelos de LED. Com destaque para o menor consumo de energia, que pode chegar a 80% menos, a iluminação de LED ainda oferece inúmeros benefícios. Com as atuais opções de lâmpadas, painéis, placas, fitas, balizadores, arandelas e demais materiais em LED, é possível combinar economia com eficiência e sem perder em nada na estética.

E não esqueça da boa e velha dica que nunca sai de moda: ao sair dos cômodos, apague as luzes.

 

#2 Ambiente: aproveite ao máximo a iluminação e ventilação naturais

Essa dica não espera que você saia correndo comprar tintas e comece a reforma hoje mesmo. Mas é uma orientação para trazer conhecimento. Usar a pintura e decoração a favor da otimização da iluminação natural é uma boa sacada para a sua economia na conta de luz.

Cores claras nas paredes ampliam a sensação de luminosidade, reforçando a incidência de luz natural e tornando desnecessário acender todas as luzes; isso otimiza a eficiência da iluminação e, consequentemente, reduz custos com energia. 

Ainda no campo das adaptações na configuração dos ambientes, a dica é aproveitar ao máximo a luz natural, quando possível, é claro. Concentrar ao máximo as atividades que exigem mais luminosidade nos espaços mais iluminados da casa. Exemplo: está trabalhando em home office? Que tal colocar a mesa de trabalho num espaço favorecido pela posição das janelas?

Na mesma linha, está a questão dos equipamentos como ar condicionado e ventiladores. Sempre que possível, dê preferência à ventilação natural, mesmo em meses de calor intenso, algumas regiões possuem ótima ventilação, refrescando o ambiente somente ao abrir janelas e portas. 

Impossível ficar sem o ar na sua cidade? Então salva essas dicas:

  1. Use a temperatura entre 22 e 24 graus. É suficiente para um ambiente confortável e gasta menos energia se comparado às temperaturas inferiores.
  2. Programe o ar para desligar, por exemplo, se você ligou antes de dormir. Assim ele não fica por muitas horas operando.

 

#3 Eletrodomésticos: a solução é se planejar

 

Como economizar na conta de luz

Você já sabe que as versões mais atuais da maior parte dos eletrodomésticos possuem selo Procel de baixo consumo de energia e são infinitamente mais convenientes que as antigas. Não é à toa que muitas concessionárias possuem programas de incentivo à troca de geladeiras e freezers, por exemplo.

No entanto, a dica aqui está no uso planejado dos eletrodomésticos que consomem mais energia, como o ferro de passar e a máquina de lavar, por exemplo. A sugestão é se organizar para acumular uma quantidade mínima de roupas, tanto para lavar quanto para passar, não utilizando a máquina mais do que duas vezes na semana e o ferro uma vez. 

Dessa forma, ao invés de ficar ligando e desligando os equipamentos várias vezes, você liga, utiliza e desliga de uma vez só.

 

#4 Chuveiro elétrico: o vilão eterno da conta de luz

Sim, ele é o verdadeiro vilão do consumo de energia elétrica e aumento na conta de luz de muitas residências que o utilizam, chegando a consumir 40% do total demandado pela unidade. É por isso que cai de maduro aquele clichê que fala sobre banhos rápidos (até 15 minutos e menos sempre que possível) que, além de reduzir o consumo de energia, também contribui para evitar o desperdício de água.

 

#5 Geladeira: nada de abrir para pensar

Principalmente nos períodos de altas temperaturas, cada vez que você abre a geladeira, uma troca entre a baixa temperatura do equipamento e o calor do ambiente acontece, demandando mais energia da geladeira para manter a conservação. 

Por isso, a sugestão é ser breve ao abrir para guardar e retirar alimentos e nada de ficar pensando em frente a ela. Outra coisa importante: não guarde alimentos quentes, espere esfriar antes para não demandar mais esforço do equipamento no resfriamento.

 

#6 Energia solar: a sua grande aliada na economia da conta de luz

 

Sistema fotovoltaico

A última dica é também a mais importante de todas, afinal, ela sozinha derruba qualquer conta de luz em até 95%. Não diminuindo a importância de manter o consumo consciente e aplicar todas as dicas listadas anteriormente, a energia solar mantém a eficiência de toda a residência e ainda evita que você se preocupe com pequenos detalhes espalhados pela casa.

Seu principal ponto está no fato de ser oriunda de uma fonte renovável, a radiação solar, o que faz com que os períodos de maior seca e calor, prejudiciais para a energia oriunda de hidrelétricas, sejam os mais benéficos para a sua geração.

É claro que existe um planejamento e um investimento envolvidos, no entanto, o retorno é garantido no médio prazo e, além de ser extremamente sustentável, ainda gera economia para investir, por exemplo, em melhorias na residência e na troca por equipamentos mais eficientes. Ou seja, é a solução para você dormir tranquilo todas as noites e ainda poder esperar a conta de energia com satisfação. Só não esquece de apagar as luzes e programar o ar condicionado.

Está na hora de saber tudo sobre energia solar fotovoltaica e começar a planejar o seu projeto. E claro, você pode contar com a Solstar, uma especialista em energia solar para te apoiar em todas as etapas dessa missão. Faça agora uma simulação grátis!

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Tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Saiba tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Aumento na conta de luz, gasolina que não para de subir, itens de mercado cada vez mais caros, botijão de gás acima de R$100. O que o brasileiro mais tem observado nos últimos meses é que está bem difícil equilibrar as contas com tamanha instabilidade na economia. E as mudanças são tantas que parece que toda manhã quando acordamos um novo aumento ou bandeira tarifária está sendo praticado, já até nos perdemos tentando entender as razões.

E então, você sabe por que a conta de luz está mais cara? Essa está fácil de explicar e nossos leitores já vão entender tudinho aqui mesmo nesse texto. Trata-se da nova bandeira tarifária da ANEEL.

Em vigor desde setembro, a nova bandeira representa um aumento de 6,78% na conta de luz em relação à bandeira vermelha e é um reflexo dos altos custos na geração de energia elétrica que, naturalmente, são repassados ao consumidor. Chamada de Bandeira Escassez Hídrica, essa nova faixa tarifária é uma consequência da maior crise hídrica já vivida pelo país em mais de 90 anos e que, assim, reflete em uma conta de luz mais cara.

Você faz parte do grupo de pessoas que paga a conta de luz todos os meses e até agora não sabe do que se tratam as bandeiras tarifárias?

 

Pode ficar tranquilo, chegou a hora de entender direitinho

Em vigência desde 2015, outro período no qual as contas de luz estiveram em alta, o sistema de bandeiras tarifárias surgiu com o objetivo de tornar mais transparentes as variações nas contas de luz. Isso significa que, desde que as bandeiras foram estabelecidas, o consumidor percebe os diferentes custos de geração de energia de acordo com o mês nos quais são praticados. 

Antes do sistema de bandeiras ser criado, o consumidor pagaria por essa diferença nos custos somente no ano seguinte, ou seja, a conta não seria uma fotografia real do momento. Tentando aplicar essa regra no cenário atual, somente em 2022 pagaríamos a conta da geração de energia com custos elevados em função da crise hídrica em 2021.

Nestes mais de cinco anos desde a sua criação, o sistema contava com quatro bandeiras: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. A recém lançada quinta faixa – bandeira escassez hídrica-, representa um aumento de R$4,71, cerca de 50% em relação à bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, no valor de R$9,49 por 100 kWh.

 

Pensando na conta de luz, o que cada uma dessas bandeiras representa?

 

Bandeira Tarifária

Você deve ter percebido a semelhança entre as faixas que compõem o sistema de bandeiras tarifárias e um semáforo de trânsito. A ideia por trás dessa criação está justamente na utilização de uma combinação de cores que oriente o comportamento do consumidor de acordo com os custos.

O sistema de bandeiras tarifárias é um sinalizador das condições de geração de energia elétrica pelo país. Condições essas que, quanto mais favoráveis, naturalmente, mais barato fica o serviço.

Logo, a bandeira verde representa um cenário de boas condições, como já mencionamos. A bandeira amarela começa a dar indícios de restrições, um cenário que pode representar um acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) que forem consumidos no mês. 

A bandeira vermelha, até então responsável pelas mais altas tarifas, representa sinais de uma piora nas condições de geração de energia. Assim, no seu patamar 1 está previsto um acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, enquanto o patamar 2 representa R$ 9,492 de acréscimo para cada 100 quilowatt-hora consumidos.

Dando sequência à alusão de trânsito, a bandeira da escassez hídrica sugere que passamos o sinal vermelho e vamos pagar pela infração. Ou seja, com os níveis de rios e reservatórios em apenas 20% da sua capacidade, as condições de geração de energia são mais que preocupantes e, além dos seus altíssimos custos, não se exclui o risco de um apagão geral.

Mas, falando sobre o quanto isso impacta na nossa conta de luz, a nova bandeira representa uma cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 kWh consumidos. Para exemplificar: num cenário em que, com a bandeira vermelha patamar 2, o consumidor pagaria R$ 69,49 ao consumir 100kWh, agora ele pagará R$ 74,20 pelo mesmo consumo, uma alta de 6,78%.

 

Até quando vamos pagar essa conta?

 

Aumento na Conta de Luz

A nova bandeira já faz parte da nossa conta de luz desde o mês passado (setembro de 2021) e deve permanecer até abril de 2022, em função das previsões e estimativas com relação às chuvas. Todos os meses, no entanto, a ANEEL faz uma reunião para analisar as condições de geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica no Brasil e, assim, decidir qual a tarifa será aplicada nas contas de luz do mês seguinte.

Antes de ficar apavorado (se é que deu tempo), você já deve ter começado a se questionar sobre as alternativas para não ser mais refém dessas bandeiras e a boa notícia é que elas existem. Com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica na sua casa ou empresa, é possível garantir a estabilidade financeira e de geração em períodos de poucas chuvas e ainda contribuir com o meio ambiente e a sociedade.

Quer saber mais sobre essa alternativa e alcançar até 95% de economia na sua conta de energia? Faça uma simulação grátis com a Solstar e comece a planejar o seu projeto de energia solar fotovoltaica agora mesmo. Você pode estar com tudo pronto e economizando muito antes da nova bandeira acabar.

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Financiamento de Energia Solar: Vale a Pena Financiar?

Financiamento de energia solar: vale a pena financiar?

Investir em energia solar fotovoltaica é algo muito favorável atualmente. As inúmeras linhas de crédito para financiamento, tanto em bancos públicos quanto privados permitem que os brasileiros adquiram o sistema de energia solar fotovoltaica de forma acessível.  

A alta na conta de luz tornou a independência energética um sonho para muitos brasileiros. Este sonho se torna possível através da energia solar fotovoltaica. Com vida útil dos módulos fotovoltaicos são 25 anos e o retorno financeiro que chega de forma rápida, em média 5 anos. 

A baixa manutenção e o tempo de vida útil chamam a atenção para aqueles que querem investir na implantação do sistema de energia solar fotovoltaica.  

Desta maneira se cria uma opção viável para a problemática do aumento constante da conta de luz no orçamento do brasileiro. Pois os custos do financiamento para os módulos são diluídos ao longo dos anos na fatura de luz. 

Abaixo citaremos duas formas de crédito interessantes para o financiamento de sistemas fotovoltaicos.

 

Equiparar a parcela do financiamento com ao valor economizado da fatura de energia elétrica

vantagens da energia solar

Uma das principais estratégias usadas para evitar o acúmulo das duas faturas é a veiculação das parcelas do financiamento que contemple o sistema de geração fotovoltaico por meio de instituição financeira, assim igualando os custos da parcela com a economia gerada.

Desta forma a geração de energia solar excedente consegue pagar a parcela do financiamento. Com o término do financiamento haverá apenas o ganho da energia elétrica que foi gerada.

Para que se consiga igualar a economia energética com a parcela do financiamento é necessário que se faça “engenharia reversa”.

Então, a partir da determinação do prazo de financiamento e havendo a posse das taxas de juros disponíveis, chega-se ao volume de capital financiado.

 

Financiamento fotovoltaico com entrada

Outra linha de crédito para o financiamento de sistemas de energia solar fotovoltaica interessante é a possibilidade de não pagar o valor da entrada. Essa alternativa facilita a compra para dezenas de consumidores.

O parcelamento sem entrada auxilia aqueles que não podem dar altos valores para a entrada ou mesmo pagar à vista, assim tornando acessível e interessante para investir na compra do sistema fotovoltaico.

É importante salientar que o primeiro pagamento coincidirá com a primeira fatura de luz com desconto. Desta forma se assume que a vontade do cliente é que as parcelas sejam equiparáveis à conta de luz.

Isso faz com que essa linha de financiamento seja muito bem recebida e aceita entre os consumidores que almejam a instalação de módulos fotovoltaicos para a geração de energia.

 

Melhores linhas de financiamento do mercado

financiamento para energia solar

As alternativas que apresentamos acima são pequenos exemplos da facilidade que há para a obtenção de financiamento para a implantação de sistemas fotovoltaicos. Agora que já conhece as modalidades existentes vamos conversar sobre as melhores linhas de financiamento que temos no mercado de energia solar.

 

Conheça os principais benefícios da energia solar

 

Os financiamentos são obtidos tanto por bancos públicos como privados. Atualmente existem inúmeras linhas de financiamento, porém, há aquelas que se destacam.

Apresentaremos uma lista com as oito linhas mais importantes que mais trazem benefícios aos seus clientes:

 

Financiamento energia solar Banco do Nordeste (BNB) – FNE

Linha destinada à micro e minigeração de energia de fontes renováveis para consumo próprio.

Essa linha é voltada especificamente para os estados do Nordeste e regiões norte do Espírito Santo e Minas Gerais, tendo como público alvo pessoas físicas, indústrias agrícolas, produtores rurais, associações e cooperativas.

Com a possibilidade de financiamento de até 100% do empreendimento e com o desembolso funcionando com a modalidade de igualar as parcelas com a economia energética gerada. Possui prazo de até 12 anos e carência de 6 meses a 1 ano. São utilizadas como garantia hipotecas, fiança e alienação fiduciária.

 

Financiamento energia solar Santander

Disponível em todo o território nacional, esta linha de financiamento busca incentivar a adoção de sistemas de energia renovável. Com possibilidade de parcelamento em até 72 meses e com possibilidade de financiamento de até 100%.

Tem como público alvo pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais interessados em produtos e serviços voltados para a sustentabilidade ambiental. Não é restrito apenas para aqueles que possuem conta bancária na instituição financeira.

 

Banco do Brasil Pessoa Jurídica – BBPJ

Essa linha de financiamento é exclusiva para pessoa jurídica, com prazos, limites e taxas diferenciadas. Podendo financiar até 90% do empreendimento, com o valor mínimo de R$30 mil. 

Tem como vantagem a agilidade na contratação e liberação do aporte financeiro. Parcelamento em até 180 meses e carência de 3 a 12 meses.

 

Financiamento para energia solar – SICREDI

Essa linha de crédito é específica para a aquisição de tecnologia de geração de energia solar. Tem como público alvo qualquer empresa ou cidadão que esteja associado a SICREDI e tenha a intenção de adquirir sistemas de geração de energia solar.

Para a contratação é necessário comparecer a uma agência especializada, uma vez que os prazos estão sob consulta. Há a possibilidade de financiar 100% do empreendimento.

 

Financiamento energia solar Banco da Amazônia – BASA

Esta linha de crédito tem por objetivo a estimulação e incentivo da utilização de energia solar na região norte do Brasil. Pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais podem ter 100% do projeto financiado. 

Seu prazo é de até 144 meses, com até 48 meses de carência.

 

Financiamento de energia solar Banco do Brasil (BB) – AGRO – PRONAF

Pensada para produtores rurais preocupados com a sustentabilidade, essa linha de crédito visa o benefício próprio de seus clientes. Com enfoque na melhoria de tecnologias e do trabalho no campo. Com  prazo de 10 anos e até 3 anos de carência.

Por ser uma instituição financeira pública ela segue critérios rigorosos para público alvo e os limites de financiamento. Assim sendo:

Pequenos produtores que compareçam à agência com a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), exceto aqueles dos grupos A, A/C e B.

Grupo A: assentados pelo PNRA (Programa Nacional de Reforma Agrária) ou beneficiários do PNFC (Programa Nacional de Crédito Fundiário).

Grupo A/C: mesmo caso do grupo A, porém aqueles que com contratação da primeira operação no grupo A e sem contratação de financiamento de custeio, exceto dentro deste próprio grupo.

Grupo B: beneficiários com teto de vinte mil reais para renda bruta familiar anual e que não possuam trabalhadores assalariados permanentes.

Limites de Financiamento: Para atividades de suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura (criação de crustáceos) e fruticultura, até R$330 mil por beneficiário por ano agrícola. Para demais empreendimentos, até R$165 mil por beneficiário por ano agrícola.


Financiamento a energia solar Banco do Brasil (BB) – FCO 

Utilizando recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste tem como foco produtores rurais, tanto como pessoa física e jurídica, quanto associações e cooperativas dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Para garantia é pedido 130% do valor financiado pela FCO.

Essa linha de crédito possui as seguintes características de limites:

O limite do valor financiado é de 5 milhões de reais (para o setor de serviços e comercial), e 10 milhões para as outras linhas. Contudo, se o empreendimento tiver extremo valor para o desenvolvimento da comunidade, o limite pode chegar até 100 milhões de reais (com exceção do setor comercial e de serviços).

Os Prazos são divididos em:

Empresarial: Prazos que podem chegar a até 20 anos (incluída carência de 3 meses até, no máximo, 5 anos), determinados em função do projeto do cliente, de sua capacidade de pagamento e da linha de financiamento utilizada.

Rural: Até 20 anos, com até 12 anos de carência, a depender do item financiado.

 

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Energia Solar em Apartamentos: Tudo o Que Você Precisa Saber

Energia Solar em Apartamentos

 

Com a popularização do sistema fotovoltaico no Brasil, as instalações estão sendo cada vez mais comuns. Segundo uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), apenas em 2020, houve um aumento de 70% das instalações comparadas com o ano anterior. 

Essa perspectiva otimista mostra que não apenas temos empresas e fazendas com grande interesse na energia solar, mas residências também estão partindo de um mesmo princípio para a economia e preservação do meio ambiente com este sistema elétrico.

A rotina de instalações, entretanto, pode gerar questões em diversos âmbitos, principalmente quando consideramos o uso de painéis solares em grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, que contam com a maior quantidade de prédios no Brasil, segundo pesquisa do ZAP Imóveis com a IBGE (2018).

Neste cenário, fica uma grande dúvida: a instalação de painéis solares é possível apenas em casas térreas?

Confira esta resposta e muitas outras curiosidades sobre o sistema de energia solar abaixo.

 

É possível ter energia solar em um apartamento?

como funciona energia solar em apartamento

A boa notícia é que sim! É possível instalar, distribuir e utilizar a energia solar independentemente do tipo de residência, inclusive em apartamentos.

Apesar de parecer mais difícil e até impossível, os prédios contam com estruturas similares às casas térreas para esse tipo de instalação e podem beneficiar um ou mais moradores em um só edifício com o uso da energia proveniente do sol.

É possível, também, analisar a construção de imóveis já considerando a instalação de painéis solares como parte estrutural e arquitetônica. Resultando, dessa forma, uma construção ainda mais agradável para moradores e futuros compradores.

 

Curiosidades da energia solar em edifícios

Apesar de ter os mesmos moldes de uma instalação em casas térreas, os edifícios contam com algumas particularidades que devem ser analisadas e respeitadas no momento da instalação. Confira algumas das curiosidades:

 

 

Instalação em varandas

Apesar de ser um procedimento comum em países da Europa, a instalação de energia solar nas varandas de apartamentos é possível, porém não é recomendada. No Brasil, grande parte do dia conta com o sol em pico; isso quer dizer que ele estará no meio do céu durante mais tempo do que nas laterais, ao nascer e pôr-do-sol.

 

 

Painéis solares na fachada

Seguindo a mesma linha de pensamento das varandas, o processo de instalação é, sim, possível nas fachadas dos prédios. Entretanto, a efetividade da captação e distribuição de energia não será a mesma pelas condições climáticas que temos em solo nacional.

 

 

Uso da cobertura e telhados

Caso o seu apartamento seja na cobertura do prédio, saiba que é possível e vantajoso que a instalação da energia solar seja feita neste local. A cobertura, por ter acesso direto aos telhados e a luz solar, é um local ideal para a conversão em energia limpa.

Entretanto, mesmo sem possuir uma cobertura, a instalação dos painéis solares ainda é possível nos telhados do prédio, local no qual terão mais captação a luz do dia e sem preocupações com o sombreamento, problema que pode acontecer com as instalações em varandas, por exemplo.

 

 

Energia individual e compartilhada

Apesar de ser uma vantagem para todos os moradores interessados neste tipo de sistema elétrico, é possível direcionar a distribuição de energia para apenas um apartamento, assim como para mais moradores e até para o prédio todo.

 

 

Autorizações e formalidades

Para que a instalação seja possível, é necessário acertar os meios burocráticos não apenas para o pagamento, mas autorizações internas do prédio no qual o painel solar será instalado. 

Caso a iniciativa da energia solar parte de mais moradores, pode ser interessante consultar a disponibilidade de investimento em conjunto e distribuição para mais apartamentos em um mesmo edifício. Afinal, quanto mais energia solar, melhores serão as contas de luz e redução de impactos ao meio ambiente.

Lembrando que caso distribuído entre dois ou mais apartamentos, os moradores também serão beneficiados no sistema de créditos concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

 

Como funciona a instalação do sistema fotovoltaico

O processo de instalação dos painéis solares em edifícios funciona nos mesmos moldes das instalações em casas térreas, com a exceção de autorização do prédio e outras partes que façam parte da construção e manutenção do local.

Considerando as particularidades já indicadas, é importante que o ciclo familiar interessado em partir para a energia fotovoltaica faça pesquisas avançadas sobre o assunto, encontre uma empresa de confiança e faça parte do planejamento inicial até a instalação.

Dentro das burocracias, é importante entender sobre a aprovação do projeto e sua homologação nos mínimos detalhes. Feito isso, a instalação é feita em alguns passos:

 

  • Preparo do local da instalação com desenhos e medição de onde será alocado o painel solar
  • Instalação de suportes para fixar o sistema
  • Colocação dos trilhos para fixar ainda o painel solar no local 
  • Instalação dos painéis sobre os trilhos e conexão de cabos
  • Conexão do painel solar ao inversor, além da instalação do inversor na rede elétrica do local

Durante a instalação no apartamento, também é importante considerar o kit de energia solar para o processo, que contará com:

 

  • Painéis solares
  • String box
  • Cabos de conexão
  • Conectores
  • Inversor solar
  • Estruturas de fixação

É sempre recomendado contar com parceiros especialistas no assunto e que tenham experiência no mercado de energia solar. Com os avanços no interesse nacional por esse meio alternativo de consumo elétrico, é possível encontrar diversas empresas qualificadas e ótimos profissionais para este acompanhamento.

 

Principais benefícios da energia solar

beneficios da energia solar

Os avanços na tecnologia são cada vez mais benéficos para as instalações fotovoltaicas. Neste sentido, além das economias na aquisição dos materiais, é possível mapear diversas vantagens provenientes da luz solar.  

Entenda os benefícios na aquisição de um sistema de energia solar:

 

  • Economia em até 95% na conta de luz
  • Utilização de uma energia limpa e com pouco impacto ambiental
  • Pode trazer retorno financeiro entre 4 e 6 anos 
  • Conta com leis de incentivo para o financiamento e linhas de crédito
  • A limpeza pode ser feita uma vez ao ano ou a cada 6 meses
  • Reduz a exploração de áreas verdes e o desmatamento
  • Ajuda a combater a poluição e o aquecimento global
  • Requer pouca manutenção e tem duração de até 25 anos

 

Vale a pena o investimento?

O sistema fotovoltaico não é considerado um investimento baixo. Entretanto, ao colocar no papel todas as vantagens que apresenta não apenas para o meio ambiente, mas para os custos com meios tradicionais de energia elétrica, ele é extremamente interessante. 

Contar com uma fonte de energia reutilizável, principalmente em um país tropical como o Brasil, tende a fazer com que esse negócio seja cada vez mais cativante, principalmente para a instalação em construções tão comuns quanto prédios. 

Além de ser possível a distribuição para mais de um apartamento, a energia solar pode abastecer tranquilamente um edifício inteiro contando com todos os materiais necessários, principalmente os inversores solares, que além de transformar a energia captada em eletricidade, são capazes do armazenamento para dias nublados ou durante à noite.

O investimento vale a pena tanto para os custos mensais dos consumidores, quanto para todo o processo de instalação que é bastante incentivado no país.

 

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Manutenção do Painel Solar: Tudo Que Você Precisa Saber

Como qualquer tipo de equipamento, os painel solar também precisa de manutenção para prolongar a sua vida útil e funcionamento. Apesar de necessitarem de baixos cuidados, podendo durar até 25 anos, é importante considerar um item obrigatório para mantê-lo ativo: a limpeza desta instalação.

A sujeira acumulada nos painéis fotovoltaicos pode não apenas prejudicar a captação de energia, como reduzir o desempenho dos eletrodomésticos que contam com a luz do sol para o seu funcionamento.

Apesar disso, esse processo de manutenção é bastante simples e pode ser feito pelos próprios moradores ou funcionários da sua residência, comércio ou fazenda. Além de também ser possível a contratação de especialistas para que o processo seja feito uma vez ao ano, ou a cada 6 meses.

 

Como os painéis fotovoltaicos ficam sujos

manutenção energia solar

É comum notar o acúmulo de poeira ou objetos levados com o vento nos painéis solares, principalmente por essas instalações estarem completamente expostas à luz solar, chuva, animais e possíveis ventanias.

Neste sentido, os painéis instalados nos telhados da sua residência, fazenda ou comércio, podem contar com sujeiras da rotina como folhas e pó. Em cidades como São Paulo, na qual problemas causados pela poluição são frequentes, os painéis tendem a acumular finas camadas de poeira com o tempo.

O que você pode não saber é que esse tipo de sujeira impacta negativamente o funcionamento do sistema fotovoltaico. Mas, para isso, existe uma solução bastante simples: a manutenção do painel de energia solar.

 

Motivos para realizar a manutenção do painel fotovoltaico

A limpeza do seu painel solar é considerada uma manutenção simples para manter o funcionamento ideal da instalação. Portanto, é recomendado que esse procedimento seja feito pelo menos uma vez ao ano.

Em locais com mais poluição, tempo seco e poucas chuvas, o ideal é que o processo seja realizado a cada 6 meses para que os impactos causados pela sujeira sejam quase inexistentes.

Apesar dessa condição não reduzir a vida útil do painel fotovoltaico, ela causa perda de produção das instalações. O Laboratório Nacional de Energias Renováveis (NREL), nos Estados Unidos, indica que é possível notar 25% de perda na capacidade de produção e distribuição de energia quando os painéis estão sujos.

Segundo a mesma pesquisa, é possível notar que 30% de pessoas que possuem o sistema fotovoltaico, nunca fizeram quaisquer limpezas em seus painéis solares. É necessário levar em conta que quanto mais sujeira, menor será o desempenho dos dispositivos conectados à rede de energia solar.

A falta de manutenção pode afetar negativamente o sistema de energia solar, portanto, é sempre recomendado seguir as orientações passadas pela própria empresa de instalação, que também é uma das alternativas para manter o seu painel solar limpo.

 

Quem pode fazer a limpeza de um painel solar?

Comentamos como os painéis solares podem acumular sujeira e, também, sobre a redução significativa de produção dessa instalação, que pode chegar em até 25% de impacto para quem possui esse sistema de energia. Mas, afinal, como a limpeza pode ser feita?

Diferente do que se pode pensar, esse procedimento é bastante simples, basta contar com uma escova macia e um cabo grande que alcance o telhado do local. Por medidas de segurança, é sempre recomendado fazer esse procedimento no chão, evitando subir no telhado para qualquer tipo de limpeza.

O processo pode ser feito tanto em instalações residenciais, pelos próprios moradores, quanto em comércios, pelos funcionários já responsáveis pela limpeza local.

É importante ressaltar que quanto maior o local, maior será o painel solar e é possível que os equipamentos disponíveis não sejam o suficiente para uma limpeza completa. Caso note que existe um acúmulo muito grande de sujeira no painel fotovoltaico, ou algum espaço que não seja possível alcançar, contate a empresa que realizou a instalação.

 

6 passos necessários para limpar os painéis solares

manutenção energia solar

Parece difícil, mas esse processo de manutenção do painel solar é bastante simples e pode ser aperfeiçoado com a prática! Confira 6 dicas essenciais para melhorar ainda mais o rendimento na limpeza do seu sistema de energia solar:

 

  1. Desligue o sistema fotovoltaico para realizar a manutenção seguindo o manual ou orientações já deixadas pela empresa de instalação
  2. Nunca suba no telhado para fazer a limpeza! Tenha em mente que a segurança nesse tipo de procedimento é essencial
  3. Use uma escova macia e um cabo de longa extensão que alcance o telhado da sua residência ou comércio sem necessidade de subir em escadas ou no telhado
  4. Para melhorar ainda mais o processo de limpeza, use uma mangueira de bico adequada para que jatos de água cheguem até as áreas mais distantes do painel. Tenha cuidado: não aplique pressão e não bata a mangueira nos painéis para não prejudicar a instalação
  5. Aproveite os dias nublados para a limpeza dos painéis solares! Se o dia estiver ensolarado, a água irá evaporar com facilidade, dificultando o processo
  6. O melhor horário para a limpeza é durante a manhã. Isso porque a umidade durante a madrugada tende a amolecer a sujeira acumulada nos painéis, fazendo com que a limpeza neste período seja mais fácil

 

Além de seguir as recomendações feitas pela instaladora, é importante não usar objetos metálicos ou produtos químicos no processo de limpeza. Esses itens podem riscar os painéis fotovoltaicos e prejudicar o desempenho da instalação.

Caso sinta a necessidade de usar algo além da água para remover os resíduos, contate a empresa de energia solar de sua preferência para que esse procedimento possa ser realizado com equipamentos qualificados para esse tipo de manutenção.

 

O efeito da chuva nos painéis solares

Os dias chuvosos podem fazer com que o seu sistema fotovoltaico tenha uma redução de captação de energia, entretanto eles são momentos ideais para a limpeza natural desta instalação.

Em locais que contam com chuvas semanais, por exemplo, espera-se que esse próprio fenômeno meteorológico se livre das camadas de poeira e outros tipos de sujeira que podem ser encontradas nos painéis.

Mesmo assim, é recomendado que a manutenção do painel solar seja feita com a periodicidade de 1 ano, ou a cada 6 meses, para manter o desempenho do seu sistema durante os seus até 25 anos de vida útil.

 

Invista em uma energia limpa 

O sistema fotovoltaico conta com diversas vantagens para o meio ambiente e para o bolso dos consumidores. Na Solstar, o processo de instalação é feito por pessoas especializadas e materiais de ponta para o melhor desempenho possível do seu painel solar.

Quer saber como fazer parte de um mundo cada vez mais solar? Acesse nosso site e comece descobrindo o investimento necessário para a sua instalação. Clique aqui para simular e reduzir a sua conta de luz agora mesmo!

 

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Energia Solar Fotovoltaica: Guia com Tudo Que Você Precisa Saber

A mais popular entre as energias de fonte renovável, a energia solar fotovoltaica tem ganhado o coração dos brasileiros em todos os cantos. Seja pelo seu forte apelo sustentável ou pelo potencial de economia, está cada vez mais comum linhas de financiamento de painéis solares.

Quer entender de vez como esse sistema funciona? Então, esse guia foi feito para você. Reunimos aqui as principais dicas e informações para você ficar por dentro do assunto e entender como a energia solar fotovoltaica pode te ajudar.

 

Como funciona?

 

Como funciona energia solar fotovoltaica

Antes de mais nada, vamos aproveitar para esclarecer como esse sistema funciona, até para ajudar quem está chegando agora no assunto. A exemplo de outros processos de geração de eletricidade, a energia solar se transforma em energia elétrica por meio de um processo de conversão.

Os painéis solares que compõem o sistema fotovoltaico captam a irradiação solar, ou energia eletromagnética, para então convertê-la em energia elétrica. É a partir desta conversão que podemos utilizar esta fonte de energia para alimentação de todos os aparelhos eletroeletrônicos e sistemas de iluminação e climatização em nossas residências e empresas.

Isso explica porque a energia fotovoltaica é chamada de energia limpa, proveniente de fonte renovável e também porque o Brasil tem um alto potencial de geração de energia solar fotovoltaica.

 

Mas então, como ficam as noites e dias nublados ou de chuva?

Mesmo nos dias nublados ou de pouca incidência solar, o sistema continuará gerando energia elétrica. É verdade que em menor escala do que nos dias altamente ensolarados. À noite, no entanto, o sistema não é capaz de gerar energia, uma vez que não existe irradiação solar nesse período.

É para atender as noites e dias de menor incidência que servem os sistemas de armazenamento, compostos por baterias e o sistema de compensação, homologado pela ANEEL.  Enquanto o primeiro é totalmente independente, mas gera novos custos, o segundo cria uma relação com a concessionária na qual o consumidor-gerador recebe créditos pela energia excedente gerada na sua unidade e injetada na rede pública.

 

Economiza mesmo?

 

Economia energia solar

A boa notícia é que sim! Num percentual de até 95% do valor atual da sua conta de luz. Já no primeiro mês após a instalação, você vai perceber o quanto a sua conta de energia pode reduzir. Afinal, durante todo o dia, enquanto houver sol, o sistema fotovoltaico da sua casa ou empresa está gerando energia elétrica para utilização no imóvel.

Corre aqui para entender todos os detalhes sobre como a energia solar gera economia na sua conta de luz.

 

Como acontece a instalação?

O primeiro passo é contatar uma empresa especializada, como a Solstar, capaz de apoiar desde o projeto até a homologação. Com base no consumo médio da unidade consumidora (sua casa ou empresa), a especializada orienta e desenvolve o projeto com o melhor kit para suprir a demanda dessa unidade.

Todas as demais etapas são assistidas pela especializada. Com o projeto aprovado, a instalação dos painéis é muito rápida, podendo ser resolvida em apenas um dia, dependendo do tamanho do imóvel.

Se você ficou interessado em saber mais sobre como é e quanto custa a instalação do sistema fotovoltaico, é só clicar aqui.

 

E quanto custa energia solar fotovoltaica?

Tudo depende do padrão de consumo daquela unidade, residência ou empresa. Numa breve estimativa, uma residência com quatro moradores tem demanda para um sistema que, incluindo equipamento, instalação e suporte, custa entre R$15 e R$18 mil.

Os custos são estimados com base no kit de equipamentos necessário para atender a unidade e também na sua respectiva instalação e projeto. No passo em que os custos com equipamento variam pelo tamanho do imóvel e consumo médio mensal, os custos de projeto e instalação consideram questões como:

 

  • Distância do local de instalação;
  • Altura do telhado e facilidade de acesso;
  • Tipo de telhado (superfície) na qual os painéis solares serão instalados;
  • Estrutura e condições do telhado no ato da instalação;
  • Distância entre quadro de luz e local de instalação dos painéis.

O que você não pode esquecer é que o retorno sobre o investimento é garantido, num período entre 3 e 6 anos, podendo ser reduzido em regiões de maior incidência solar como o Nordeste do Brasil e que o sistema dura pelo menos 25 anos.

 

Financiamento

Como forma de viabilizar a instalação do sistema de energia solar fotovoltaica em residências e empresas, inúmeros bancos, públicos ou privados, e cooperativas de crédito têm ofertado linhas de financiamento especiais para aquisição e instalação de painéis solares.

Desta forma, você faz o investimento e consegue pagar as parcelas somente com os valores economizados na conta de energia. Genial, não é? Essas linhas têm sido cada vez mais difundidas e incentivadas por instituições que promovem a economia verde, aquela combinação de desenvolvimento com preservação do meio ambiente e recursos naturais.

 

Legislação

É claro que uma iniciativa que transforma o consumidor em gerador de energia, não deixaria de ser assistida por uma série de regras e legislações dos órgãos reguladores. Desde 2012, está em vigência a RN 482/2012 da ANEEL, uma resolução normativa que permitiu que consumidores comuns tivessem acesso à rede de distribuição de baixa tensão a fim de produzir energia elétrica para consumo próprio.

Esta RN, além de definir a premissa de que somente podem ser instalados sistemas vinculados à energia de fonte renovável, trata sobre as conceituações de micro e minigeração, estabelece todas as condições e cria, por exemplo, o regime de compensação pela energia excedente injetada na rede.

 

Geração Distribuída

Geração Distribuída é o nome dado ao processo de geração de energia elétrica no local de consumo, ou próximo dele, por meio de um sistema conectado à rede pública, para a qual será distribuída a energia excedente após o consumo próprio.

Regulamentada pela ANEEL e tendo como requisito a geração de energia por meio de fontes renováveis como a energia solar, a geração distribuída tem como principal atrativo o recebimento de créditos pela energia excedente gerada e injetada na rede. Assim, o consumidor-gerador pode contratar a energia necessária para usar à noite e abater esses créditos na conta da concessionária.

Aqui você pode saber tudo sobre Geração Distribuída. Agora que você já teve acesso ao guia completo sobre a energia solar fotovoltaica, que tal conhecer os projetos da Solstar para começar a planejar o seu? Com a Solstar você tem expertise e apoio especializado, do projeto até a homologação.

 

Simulação

Já está curioso para ter ideia de quanto custa a energia solar para a sua casa ou empresa e o potencial de economia? Então a dica aqui é acessar agora mesmo o Simulador da Solstar. Preencha o formulário para receber a simulação completa com o valor estimado do investimento e projeção de economia ao longo dos próximos 25 anos.

 

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Dicas Para a Sua Empresa Economizar na Conta de Energia

Dicas Para a Sua Empresa Economizar na Conta de Energia

 

O planejamento financeiro é a base da gestão empresarial. É ele quem permite avaliar a saúde da empresa, seu potencial de crescimento e planejar investimentos. Simplificando, consiste em conhecer e, principalmente, controlar as despesas e receitas da empresa para identificar o cenário atual e desenhar os futuros. Entre as despesas para economizar que costumam atrapalhar os planos, estão as variáveis, aquelas difíceis para estimar, como é o caso da energia elétrica. Ela é essencial para toda empresa, em maior ou menor escala, mas que exige uso consciente acima de tudo. 

Para algumas empresas e atividades, a energia elétrica é o recurso de maior impacto na operação, um bom exemplo disso está na indústria. Na operação industrial, a falta de energia ou suas oscilações não vão impactar apenas na conta de energia, mas em toda a performance do negócio e suas projeções comerciais e financeiras. 

É por tudo isso que consumir energia de forma consciente é uma visão que, além de responsável, é sustentável. Oferecendo o benefício de aliar as questões econômicas com as ambientais e sociais. 

Quer saber mais sobre como a sua empresa pode adotar o consumo consciente de energia? Aqui você encontra as 8 principais dicas para economizar na conta de energia. 

 

1 – Iluminação: dê preferência às opções mais econômicas, como o LED

economizar energia com LED

Antes de tudo, conte com apoio profissional para planejar a sua iluminação. Assim, é possível definir a disposição das lâmpadas para melhor aproveitamento, economia e conforto visual para o ambiente e a atividade da sua empresa. Um bom profissional ainda vai recomendar os materiais que melhor se aplicam ao espaço. 

As lâmpadas de LED têm sido as mais recomendadas nos projetos de iluminação. Com destaque para o menor consumo de energia, a iluminação de LED oferece inúmeros benefícios. Hoje, é possível encontrar todos os tipos de lâmpadas, painéis, placas, fitas, balizadores, arandelas e demais materiais em LED. O que assegura um projeto econômico com mais eficiência e sem perder em nada na estética. 

Para ambientes corporativos e industriais, ainda existem outras soluções que podem aumentar a eficiência da iluminação e economizar na conta de energia. É o caso dos sensores de movimento, que acionam e desligam a iluminação automaticamente, e dos LEDs dimerizáveis, com os quais é possível regular a intensidade da luz para se adaptar melhor à atividade e à incidência de luz natural.

 

2 – Ambiente: adapte para aproveitar

Com exceção de alguns negócios que seguem regras técnicas e sanitárias para preparação do ambiente, como unidades de saúde, frigoríficos e etc., todas as outras podem usar a pintura e decoração a favor da sua economia. 

Ao optar por cores claras nas paredes e mobília, é possível otimizar a eficiência da iluminação e, consequentemente, reduzir custos. As cores claras ampliam a sensação de luminosidade, reforçando a incidência de luz natural e tornando desnecessário acender todas as luzes. Além disso, em ambientes em que seja possível, reduzir o número de divisórias também contribui para que a luz se difunda melhor, contribuindo com a iluminação do espaço de modo geral.

 

3 – Iluminação Natural 

Aproveitar ao máximo a luz natural é uma dica básica, porém fundamental. Para isso, basta planejar a organização das estações de trabalho mais próximas das janelas ou abrir espaço nas paredes para instalar mais janelas (quando possível, é claro). 

Outro recurso são os domus de iluminação natural, uma excelente fonte para indústrias economizar nos custos com energia. Ao utilizar essas estruturas, suas aberturas estratégicas ampliam a entrada da luz natural, aumentando a eficiência energética da fábrica; assim, o ambiente é iluminado até oito vezes mais que ao usar uma janela normal e tanto colaboradores quanto maquinário ficam protegidos.

 

4 – Ventilação Natural e Isolamento Térmico

Economia nos custos da energia

Entre os vilões da conta de energia, despontam os equipamentos de climatização como ar condicionado, sistemas de exaustão e ventiladores. Nos grandes espaços como as indústrias, a dificuldade aumenta na mesma proporção da conta de energia. Em alguns casos, no entanto, a climatização é fator chave para a operação. 

Investimentos em adaptações para otimização de ventilação natural e isolamento térmico surgem como alternativa para reduzir a necessidade de uso de equipamentos de climatização e promoção de um ambiente mais confortável nos aspectos térmicos. Em algumas regiões de climas severos, no entanto, não existe como fugir do suporte elétrico para garantir as condições de trabalho e até de armazenamento de produtos. Nesses casos, a dica #8 é a chave: energia solar para empresas.

 

5 – Equipamentos: revisão que gera eficiência 

Essa dica vale para todo o tipo e porte de empresa que quer economizar na conta de energia, mas é verdade que indústrias e outras empresas que utilizam bastante maquinário são as que mais percebem seu efeito. Equipamentos antigos ou pendentes de manutenção tendem a consumir muito mais energia do que as novas versões ou as bem calibradas. Isso vale para o frigobar da copa, como vale para uma máquina de produção industrial.

É claro que substituir uma TV ou geladeira pela sua versão atual, com selo Procel de baixo consumo de energia, é infinitamente mais simples do que trocar uma máquina de papel, por exemplo. No entanto, um bom planejamento de manutenção e revisão elétrica podem contribuir para a redução da conta de energia. E como não poderíamos deixar de mencionar: muitas vezes, investir em equipamentos atualizados tem um retorno expressivo sobre o investimento. Você ganha em desempenho, ajuda o meio ambiente usando versões atualizadas e mais ecológicas e ainda economiza.

 

6 – Trabalho em equipe: conscientize seus colaboradores 

Sabe aquele adesivo que você já viu por aí, pedindo que a pessoa apague a luz ao sair? É isso mesmo. No ambiente de trabalho, economizar na conta de energia é muito maior quando os esforços são compartilhados, afinal, de nada adianta a intenção do gestor se o time não comprar a meta.

Campanhas de incentivo e informativas produzem grandes resultados em engajamento e resultados. Busque conscientizar seus colaboradores sobre o potencial do consumo consciente, apresentando os benefícios que isso traz para a empresa e até mesmo compartilhando dicas que possam ser replicadas em casa. Vale definir uma meta compartilhada e reconhecer os resultados de alguma forma, isso motiva a seguir economizando. Só não esqueça de dar o exemplo sempre.

 

7 – Horários de Pico: busque a flexibilização para evitá-los 

O pico de consumo de energia no país costuma se dar entre 17h e 22h, por isso existem as diferentes bandeiras que, consequentemente, impactam no valor das tarifas. São os horários em que o maior número de pessoas está em casa e também demandam maior utilização de iluminação artificial. 

Nos casos em que for possível, sugere-se a flexibilização da jornada para evitar o uso de energia nas faixas de pico. É claro que fábricas que operam em turnos não fogem de rodar nesses horários, é por isso que soluções como fontes de energia renovável, a exemplo da energia solar fotovoltaica, podem ser fundamentais para a economia, captando energia solar durante o dia, armazenando em baterias e utilizando durante a noite.

 

8 – Energia solar: o nocaute na conta de energia

economia com energia solar

Essa dica ficou por último porque ela sozinha resolve muitos outros pontos. O sistema de energia solar para empresas reduz em até 95% a conta de energia, dependendo claro do tipo de operação e método de utilização. 

Tanto as pequenas empresas encontram vantagens na energia solar, como grandes indústrias e operações também possuem excelentes recursos ao utilizar essa energia de fonte renovável como ferramenta na busca pela autossuficiência energética. 

Embora ainda não seja tão difundida, a energia solar é uma das formas mais eficientes de reduzir custos com energia, sem perder eficiência. São inúmeros os benefícios, incluindo a possibilidade de não depender da rede de distribuição ou ficar refém da disponibilidade e das oscilações. 

O investimento tem retorno garantido no médio prazo e, além de ser extremamente sustentável, ainda gera economia para investimento no negócio. Como forma de viabilizar a instalação em muitas empresas, existem linhas de financiamento especial – voltadas à economia verde – que podem ser contratadas pelo empresário. 

 

Saiba tudo sobre como funciona a energia solar para empresas e comece a planejar o seu projeto.

 

A Solstar é empresa especializada em energia solar e garante as melhores soluções para apoiar a sua empresa em todas as etapas dessa missão. Faça uma rápida simulação e descubra quanto você está deixando de economizar em energia!

O planejamento financeiro é a base da gestão empresarial. É ele quem permite avaliar a saúde da empresa, seu potencial de crescimento e planejar investimentos. Simplificando, consiste em conhecer e, principalmente, controlar as despesas e receitas da empresa para identificar o cenário atual e desenhar os futuros. 

Entre as despesas que costumam atrapalhar os planos, estão as variáveis, aquelas que é difícil estimar ou que, em alguns picos, dão um salto e consomem economias. É o caso da energia elétrica. Essencial para toda empresa, em maior ou menor escala, mas que exige uso consciente acima de tudo. 

Para algumas empresas e atividades, a energia elétrica é o recurso de maior impacto na operação, um bom exemplo disso está na indústria. Na operação industrial, a falta de energia ou suas oscilações não vão impactar apenas na conta de energia, mas em toda a performance do negócio e suas projeções comerciais e financeiras. 

É por tudo isso que consumir energia de forma consciente é uma visão que, além de responsável, é sustentável. Oferecendo o benefício de aliar as questões econômicas com as ambientais e sociais. 

Quer saber mais sobre como a sua empresa pode adotar o consumo consciente de energia? Aqui você encontra as 8 principais dicas para economizar na conta de energia. 

 

1 – Iluminação: dê preferência às opções mais econômicas, como o LED

Antes de tudo, conte com apoio profissional para planejar a sua iluminação. Assim, é possível definir a disposição das lâmpadas para melhor aproveitamento, economia e conforto visual para o ambiente e a atividade da sua empresa. Um bom profissional ainda vai recomendar os materiais que melhor se aplicam ao espaço. 

As lâmpadas de LED têm sido as mais recomendadas nos projetos de iluminação. Com destaque para o menor consumo de energia, a iluminação de LED oferece inúmeros benefícios. Hoje, é possível encontrar todos os tipos de lâmpadas, painéis, placas, fitas, balizadores, arandelas e demais materiais em LED. O que assegura um projeto econômico com mais eficiência e sem perder em nada na estética. 

Para ambientes corporativos e industriais, ainda existem outras soluções que podem aumentar a eficiência da iluminação e economizar na conta de energia. É o caso dos sensores de movimento, que acionam e desligam a iluminação automaticamente, e dos LEDs dimerizáveis, com os quais é possível regular a intensidade da luz para se adaptar melhor à atividade e à incidência de luz natural.

 

2 – Ambiente: adapte para aproveitar

Com exceção de alguns negócios que seguem regras técnicas e sanitárias para preparação do ambiente, como unidades de saúde, frigoríficos e etc., todas as outras podem usar a pintura e decoração a favor da sua economia. 

Ao optar por cores claras nas paredes e mobília, é possível otimizar a eficiência da iluminação e, consequentemente, reduzir custos. As cores claras ampliam a sensação de luminosidade, reforçando a incidência de luz natural e tornando desnecessário acender todas as luzes. Além disso, em ambientes em que seja possível, reduzir o número de divisórias também contribui para que a luz se difunda melhor, contribuindo com a iluminação do espaço de modo geral.

 

3 – Iluminação Natural 

Aproveitar ao máximo a luz natural é uma dica básica, porém fundamental. Para isso, basta planejar a organização das estações de trabalho mais próximas das janelas ou abrir espaço nas paredes para instalar mais janelas (quando possível, é claro). 

Outro recurso são os domus de iluminação natural, uma excelente fonte para indústrias economizar nos custos com energia. Ao utilizar essas estruturas, suas aberturas estratégicas ampliam a entrada da luz natural, aumentando a eficiência energética da fábrica; assim, o ambiente é iluminado até oito vezes mais que ao usar uma janela normal e tanto colaboradores quanto maquinário ficam protegidos.

 

4 – Ventilação Natural e Isolamento Térmico 

Entre os vilões da conta de energia, despontam os equipamentos de climatização como ar condicionado, sistemas de exaustão e ventiladores. Nos grandes espaços como as indústrias, a dificuldade aumenta na mesma proporção da conta de energia. Em alguns casos, no entanto, a climatização é fator chave para a operação. 

Investimentos em adaptações para otimização de ventilação natural e isolamento térmico surgem como alternativa para reduzir a necessidade de uso de equipamentos de climatização e promoção de um ambiente mais confortável nos aspectos térmicos. Em algumas regiões de climas severos, no entanto, não existe como fugir do suporte elétrico para garantir as condições de trabalho e até de armazenamento de produtos. Nesses casos, a dica #8 é a chave: energia solar para empresas.

 

5 – Equipamentos: revisão que gera eficiência 

Essa dica vale para todo o tipo e porte de empresa que quer economizar na conta de energia, mas é verdade que indústrias e outras empresas que utilizam bastante maquinário são as que mais percebem seu efeito. Equipamentos antigos ou pendentes de manutenção tendem a consumir muito mais energia do que as novas versões ou as bem calibradas. Isso vale para o frigobar da copa, como vale para uma máquina de produção industrial.

É claro que substituir uma TV ou geladeira pela sua versão atual, com selo Procel de baixo consumo de energia, é infinitamente mais simples do que trocar uma máquina de papel, por exemplo. No entanto, um bom planejamento de manutenção e revisão elétrica podem contribuir para a redução da conta de energia. E como não poderíamos deixar de mencionar: muitas vezes, investir em equipamentos atualizados tem um retorno expressivo sobre o investimento. Você ganha em desempenho, ajuda o meio ambiente usando versões atualizadas e mais ecológicas e ainda economiza.

 

6 – Trabalho em equipe: conscientize seus colaboradores 

Sabe aquele adesivo que você já viu por aí, pedindo que a pessoa apague a luz ao sair? É isso mesmo. No ambiente de trabalho, economizar na conta de energia é muito maior quando os esforços são compartilhados, afinal, de nada adianta a intenção do gestor se o time não comprar a meta.

Campanhas de incentivo e informativas produzem grandes resultados em engajamento e resultados. Busque conscientizar seus colaboradores sobre o potencial do consumo consciente, apresentando os benefícios que isso traz para a empresa e até mesmo compartilhando dicas que possam ser replicadas em casa. Vale definir uma meta compartilhada e reconhecer os resultados de alguma forma, isso motiva a seguir economizando. Só não esqueça de dar o exemplo sempre.

 

7 – Horários de Pico: busque a flexibilização para evitá-los 

O pico de consumo de energia no país costuma se dar entre 17h e 22h, por isso existem as diferentes bandeiras que, consequentemente, impactam no valor das tarifas. São os horários em que o maior número de pessoas está em casa e também demandam maior utilização de iluminação artificial. 

Nos casos em que for possível, sugere-se a flexibilização da jornada para evitar o uso de energia nas faixas de pico. É claro que fábricas que operam em turnos não fogem de rodar nesses horários, é por isso que soluções como fontes de energia renovável, a exemplo da energia solar fotovoltaica, podem ser fundamentais para a economia, captando energia solar durante o dia, armazenando em baterias e utilizando durante a noite.

 

8 – Energia solar: o nocaute na conta de energia 

Essa dica ficou por último porque ela sozinha resolve muitos outros pontos. O sistema de energia solar para empresas reduz em até 95% a conta de energia, dependendo claro do tipo de operação e método de utilização. 

Tanto as pequenas empresas encontram vantagens na energia solar, como grandes indústrias e operações também possuem excelentes recursos ao utilizar essa energia de fonte renovável como ferramenta na busca pela autossuficiência energética. 

Embora ainda não seja tão difundida, a energia solar é uma das formas mais eficientes de reduzir custos com energia, sem perder eficiência. São inúmeros os benefícios, incluindo a possibilidade de não depender da rede de distribuição ou ficar refém da disponibilidade e das oscilações. 

O investimento tem retorno garantido no médio prazo e, além de ser extremamente sustentável, ainda gera economia para investimento no negócio. Como forma de viabilizar a instalação em muitas empresas, existem linhas de financiamento especial – voltadas à economia verde – que podem ser contratadas pelo empresário. 

 

Saiba tudo sobre como funciona a energia solar para empresas e comece a planejar o seu projeto.

 

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Sun setting behind the silhouette of electricity pylons

O que é Geração Distribuída de Energia?

O que é Geração Distribuída de Energia?

Como o próprio termo sugere, Geração Distribuída consiste na geração de energia elétrica no local de consumo, ou próximo dele, por meio de um sistema conectado à rede pública, para a qual será distribuída a energia excedente após o consumo próprio.

Regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica e oferecendo inúmeras vantagens ao consumidor-gerador ou prosumidor (expressão derivada do termo prosumer, que em inglês significa — producer and consumer), a Geração Distribuída pode ocorrer por meio de fontes de energia renováveis como a energia solar, eólica, além da energia proveniente de usinas hidroelétricas.

 

Geração Distribuída

energia solar no brasil

Data de 2004, por meio do Artigo 14º do Decreto Lei nº 5.163 de 2004, o surgimento da definição de GD: “considera-se geração distribuída a produção de energia elétrica proveniente de empreendimentos de agentes concessionários, permissionários ou autorizados, incluindo aqueles tratados pelo art. 8o da Lei no 9.074, de 1995, conectados diretamente no sistema elétrico de distribuição do comprador, exceto aquela proveniente de empreendimento:

I – hidrelétrico com capacidade instalada superior a 30 MW; e

II – termelétrico, inclusive de cogeração, com eficiência energética inferior a setenta e cinco por cento, conforme regulação da ANEEL, a ser estabelecida até dezembro de 2004.”

Tendo como principal característica a proximidade entre geradores e seus consumidores, podendo estar na própria unidade consumidora ou próximo a ela, a geração distribuída é uma modalidade estratégica de geração de energia elétrica de forma descentralizada que emprega geradores de pequeno porte.

 

Entenda melhor

O principal contraponto em relação ao modelo tradicional de geração centralizada, que se utiliza de grandes usinas como as hidrelétricas e termelétricas, está justamente na proximidade, considerando que as grandes usinas são distantes dos centros de consumo, demandando assim o transporte da energia por meio das linhas de transmissão de longa distância.

Na época da sua conceituação, em 2004, a geração distribuída ainda não era tão acessível aos consumidores quanto nos dias de hoje em que a energia solar no Brasil, por exemplo, vem ampliando cada vez mais o seu alcance. Um fator de destaque entre os contribuintes para o aumento desta acessibilidade, é a Resolução Normativa no. 482/2012.

Posteriormente revisada e ampliada pela RN 687/2015, foi a RN 482/2012 que permitiu que consumidores comuns tivessem acesso à rede de distribuição de baixa tensão a fim de produzir energia elétrica para consumo próprio. 

Para tanto, estabeleceu as condições que regulam a injeção de geração distribuída na matriz energética, permitindo o uso de qualquer fonte renovável instalada em unidade consumidora e conectada na rede de distribuição e definiu os seguintes conceitos:

  • Microgeração distribuída: a central geradora com potência instalada de até 75 quilowatts (KW);
  • Minigeração Distribuída: aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW.

Exemplificando: é como realizar a instalação de um sistema de energia solar residencial e fazer a sua respectiva conexão à rede de distribuição pública. Assim, após atender a demanda da residência, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico será injetada na rede de distribuição, contribuindo com outras unidades consumidoras.

 

E quais são as regras da Geração Distribuída?

Embora tenha inúmeras razões para incentivar o crescimento da geração distribuída no Brasil, é natural que a ANEEL não o faça sem estabelecer uma série de regras básicas. É por isso que, desde o dia 1o de março de 2016, as regras definidas pela RN 482/2012 e aperfeiçoadas pela RN 687/2015 estão em vigência, regulando as condições da GD. Conheça:

  • É permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW;
  • Quando a quantidade de energia gerada for superior à energia consumida no período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados nas faturas seguintes, em até 60 meses; 
  • Os créditos podem ser utilizados para abater o consumo de outras unidades consumidoras do mesmo titular, desde que na área de atendimento da mesma distribuidora, este processo foi intitulado como auto-consumo remoto;
  • Possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios, nos quais a energia gerada pode ser dividida em cotas entre os condôminos;
  • Possibilidade de geração compartilhada, modelo de consórcio ou cooperativa no qual um grupo de interessados instalam uma micro ou minigeração distribuída e utilizam a energia gerada para redução das suas faturas;
  • Estabelece prazos para processos, padronização de formulários para solicitação de conexão e definição de responsabilidades atribuídas aos clientes, a empresa responsável pela implantação do sistema e a distribuidora.

 

E as vantagens da Geração Distribuída, quais são?

Geração Distribuída de Energia Solar

A geração distribuída oferece inúmeras vantagens e benefícios, não apenas para o consumidor-gerador, como também para todo o sistema elétrico no qual está instalada. Isso explica porque ela vem sendo tão estimulada pela ANEEL e demais órgãos regulatórios nos últimos anos.

Entre os benefícios para o sistema, estão: 

  • Redução ou adiamento de investimentos em expansão dos sistemas de transmissão e distribuição, uma vez que a energia elétrica gerada acima da demanda da unidade consumidora contribuiu para o atendimento à demanda de outras unidades consumidoras ligadas à mesma rede;  
  • Baixo impacto ambiental, visto que são permitidos somente sistemas de fontes renováveis, como a energia solar fotovoltaica, utilizando assim uma energia limpa e cuja instalação e geração não têm impacto ambiental; 
  • Redução no carregamento das redes, considerando que a unidade consumidora quase alcança a autossuficiência energética, deixando assim de demandar a rede e ainda podendo contribuir com unidades consumidoras próximas;
  • Minimização das perdas com a descentralização da geração, uma vez que dispensa-se o transporte da energia a longas distâncias, o que ainda torna o sistema elétrico mais eficiente, além de evitar altos investimentos em linhas de transmissão; 
  • Diversificação da matriz energética pela rápida expansão da oferta de eletricidade no país, proporcionada pela geração distribuída, promovendo redução de custo e  aumento de disponibilidade de energia elétrica no país.

 

O consumidor-gerador também tem vantagens?

Vamos tomar como base a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaico, uma das mais utilizadas e acessíveis formas de gerar energia elétrica a partir de uma fonte renovável e, consequentemente, habilitar-se para a geração distribuída.

A simples opção pela energia solar residencial ou energia solar para empresas já traz consigo inúmeros benefícios, como, por exemplo, a redução da sua conta de energia em até 95% ou ainda as muitas vantagens da energia solar para empresas.

No entanto, ser um consumidor-gerador no Brasil nos dias de hoje, tem ainda alguns pontos que merecem destaque:

  • A sua unidade consumidora gera, ao longo do dia, mais energia elétrica do que consome, logo, o excedente é convertido em créditos para custear, por exemplo, a energia da concessionária que você consumiu à noite;
  • Se o sistema fotovoltaico for instalado na sua empresa, o crédito da energia excedente pode ser utilizado para abater a conta de energia da sua casa e vice-versa, desde que estejam na mesma rede, claro;
  • Você faz um investimento sustentável;
  • Além de ajudar a cuidar do meio ambiente, você contribui com a rede elétrica pública, apoiando para que não falte energia na sua cidade.

 

Seja com a mini ou microgeração, em casa, no condomínio ou na empresa, habilitar-se para a geração distribuída utilizando um sistema de energia solar fotovoltaico é contribuir com a sua economia, com o meio ambiente e com o desenvolvimento de toda a rede na qual você está conectado. E, para tudo isso, você pode contar com a qualidade e a experiência da Solstar.

Que tal planejar o seu projeto de geração distribuída agora mesmo? Faça uma simulação grátis sem compromisso e descubra como podemos ajudar com o seu projeto!

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Energia Solar: Como é e Quanto Custa a Instalação?

Manutenção e investimentos de um sistema solar

 

A instalação de um sistema de energia solar tem sido um assunto cada vez mais popular quando falamos sobre redução de custos e preservação do meio ambiente. Esse sistema é conduzido diretamente pela luz solar e consegue abastecer e armazenar energia para sua casa, fazenda ou comércio, independente da sua necessidade. 

Esse tipo de instalação não costuma ser complexo, mas é necessário a contratação de uma empresa especializada e com bom histórico, além de equipamentos para que seja possível o funcionamento pleno do seu painel solar. 

Uma das maiores dúvidas no momento de pesquisa neste meio alternativo de energia são as formas de instalação e, é claro, os valores e quais os retornos que este investimento traz para o bolso do consumidor. 

Confira tudo o que você precisa saber sobre esse assunto!

 

Processo de instalação da energia solar

quanto custa instalar energia solar

Antes mesmo de comprar os equipamentos e iniciar a instalação, existem alguns passos importantes que você precisa seguir para garantir o funcionamento ideal do seu sistema fotovoltaico e saber quanto custa instalar a energia solar. Confira as 5 etapas para seguir nesse processo:

 

Pesquise sobre o assunto

Qualquer investimento precisa ter uma pesquisa prévia. Este é o passo inicial para quem deseja substituir meios tradicionais de energia elétrica para o sistema fotovoltaico. É importante informar-se em sites confiáveis que consigam passar as informações com clareza neste primeiro momento. 

 

Descubra o seu consumo atual

Saber quanto a sua residência ou comércio precisa de energia para funcionar é um passo essencial para qualquer projeto. Por isso, confira na sua conta de luz o consumo do local em kWh. Com essa informação, será possível iniciar o projeto fotovoltaico e o tamanho necessário para o sistema. 

 

Procure um fornecedor

Após a pesquisa e informações necessárias, é preciso buscar um fornecedor qualificado para a sua instalação. Essa é uma etapa de extrema importância, uma vez que as instalações devem suprir as necessidades da sua casa, fazenda ou comércio. 

 

Desenvolva o projeto

Com todos os dados em mãos, a empresa começará o projeto de energia fotovoltaica para o local escolhido. Existem diversas etapas internas e cada empresa trabalha de uma forma. Entretanto, como base, pode-se considerar: 

  • Visita técnica para conhecer fisicamente o local e formalizar o orçamento
  • Desenvolvimento do projeto para a instalação da placa solar e dar andamento nas conexões necessárias do seu sistema à rede 
  • Escolha do local mais adequado para a instalação do painel solar e do inversor solar, que ficam em locais separados
  • Homologar a instalação junto à distribuidora de energia
  • Partir para os retoques finais e seguir com a instalação dos materiais no local

 

Instalação do painel solar

Agora é hora de colocar em prática! Com o projeto aprovado e homologado, chegou o momento da empresa instalar o sistema de energia solar no local. Essa etapa conta com algumas obrigações, como:

  • Preparo do local da instalação com desenhos e medição de onde será alocado o painel solar
  • Instalação de suportes para fixar o sistema, podendo ser necessária a remoção de algumas peças de telha ou aparafusamento direto em telhas de metal
  • Colocação dos trilhos para fixar ainda mais o painel solar no local instalado
  • Instalação dos painéis solares sobre os trilhos e conexão de cabos
  • Conexão do painel solar ao inversor, além da instalação do inversor na rede elétrica do local

Lembre-se: é recomendado sempre ter o acompanhamento de especialistas durante a instalação, uma vez que o processo necessita de um kit de energia solar e pode ser perigoso caso você não tenha experiência ou conhecimento técnico.

 

O que vem no kit de energia solar?

kit energia solar

Para conseguir andar com o projeto fotovoltaico, são necessários alguns materiais que garantem o pleno funcionamento e distribuição de energia para sua casa, comércio ou fazenda. 

Entre os produtos necessários, estão:

  • Painéis solares
  • String box
  • Cabos de conexão
  • Conectores
  • Inversor solar
  • Estruturas de fixação

É indicado que esses itens sejam adquiridos pela própria empresa de instalação, uma vez que muitas já trabalham com fornecedores fixos e de confiança dentro do mercado.

 

Quanto custa o processo para instalar energia solar

Agora que você já sabe um pouco mais sobre como funciona a instalação de um projeto fotovoltaico, é hora de considerar alguns dos possíveis custos para a instalação. Confira:

 

Projeto e instalação

A compra do kit de energia, desenvolvimento do projeto e a instalação em si são os principais custos quando falamos de um modelo de energia solar. Esses itens serão considerados em um só orçamento pela empresa escolhida e podem receber benefícios de financiamento por empresas públicas e privadas. 

Atualmente, o Brasil conta com cerca de 70 linhas de incentivo que podem baratear os custos dessa mudança. 

 

Manutenção

O sistema fotovoltaico exige pouca manutenção e prevê até 25 anos de funcionamento. Entretanto, ocasionalmente, pode ser necessário investir na limpeza dos painéis solares uma vez ao ano. Esse processo é recomendado para que o funcionamento não seja prejudicado com o passar dos anos. 

Outro item que deve ter a sua atenção durante a manutenção são os inversores solares. Esse item tem a vida útil de 5 a 10 anos e o ideal é que a empresa instaladora faça essa troca. 

Vale ressaltar que o impacto financeiro da manutenção é mínimo e representa menos de 1% dos custos totais do sistema.

 

Garantias do sistema fotovoltaico

Assim como qualquer outro produto, o sistema de energia solar também conta com garantia em todos os itens utilizados para a instalação. Esse período pode variar de acordo com o fornecedor, mas tendem a manter-se na mesma média:

  • Painel Solar: 25 anos 
  • Inversor solar: 5 a 10 anos 
  • Cabos e conectores: 10 anos (mínimo)
  • Estrutura de fixação: 10 a 15 anos
  • Sistema de energia solar: 1 a 5 anos

 

Vale a pena o investimento?

Claramente este não é um processo extremamente barato, entretanto, é válido reforçar que as vantagens de ter um sistema fotovoltaico superam as expectativas dos consumidores e tem longa durabilidade. 

O sistema de energia solar é conhecido justamente pelos retornos financeiros a curto e longo prazo que trazem para quem o instala, sendo possível ter uma redução da conta de luz de forma instantânea, que consegue devolver o investimento da própria instalação em até 6 anos

Além disso, os incentivos públicos e privados têm crescido cada vez mais no Brasil, sendo possível adquirir meios de financiamento e parcelamento da compra. 

 

Simule grátis a sua energia solar

Está ficando cada vez mais fácil fazer parte de um mundo solar. Por isso, a Solstar deseja ajudar nas próximas etapas da sua pesquisa sobre as instalações fotovoltaicas. Simule de forma online e gratuita a sua instalação e comece a planejar o seu futuro hoje mesmo. Clique aqui para simular e saber como reduzir custos com energia solar!

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