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Marco legal dos micro e minigeradores: as principais mudanças

No último mês de agosto, a Câmara dos Deputados aprovou, com 476 votos (99%), o PL 5829, sobre o qual já falamos tudo aqui. O Marco Legal aprovado, de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), cria o Marco Legal da Geração Distribuída (GD) e seguiu para aprovação do Senado.

Com a sua aprovação, alguns aspectos relacionados aos micro e minigeradores devem mudar, a fim de conferir maior segurança jurídica e regulatória para os investimentos em energia renovável. Aqui, vamos esclarecer os principais destaques do Marco Legal e suas mudanças para a GD.

 

Mas, antes de falar sobre as mudanças, vale o resgate: o que é Geração Distribuída de Energia?

 

De forma resumida, Geração Distribuída consiste na geração de energia elétrica no local de consumo, ou próximo dele, por meio de um sistema conectado à rede pública, para a qual será distribuída a energia excedente após o consumo próprio.

Regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e oferecendo inúmeras vantagens ao consumidor-gerador ou prosumidor (expressão derivada do termo prosumer, que em inglês significa — producer and consumer), a Geração Distribuída pode ocorrer por meio de fontes de energia renováveis como a energia solar, eólica, além da energia proveniente de usinas hidroelétricas.

Agora, para entender mais no detalhe, vamos falar diretamente sobre como fica a GD a partir do Marco Legal do PL 5829/19.

 

 

Classificação do consumidor-gerador

A visão do texto mantém a classificação atual sobre os perfis do consumidor-gerador:

 

  • microgeradores – aqueles que geram até 75 kW de energia de fontes renováveis em suas unidades consumidoras (telhados, terrenos, condomínios, sítios); 
  • minigeradores – aqueles que geram de 75 kW até 5 MW (a partir de 2045, esse limite passa para 3 MW nessa definição, para a fonte solar).

 

 

Manutenção das regras atuais

 

 

Lei Energia Solar

 

De acordo com o texto-base aprovado, até 2045, os micro e mini geradores já existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença, quando positiva, entre o total consumido e o total gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre nos dias de hoje.

Também se aplica a  regra atual aos consumidores que vierem a pedir acesso à distribuidora em até 12 meses da publicação da futura lei, pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). No entanto, o acesso ao benefício implica nos seguintes prazos para o início da injeção de energia no sistema, contados a partir do parecer favorável da distribuidora:

 

  • Microgeradores: 120 dias
  • Minigeradores de fonte solar: 12 meses
  • Minigeradores das demais fontes: 30 meses.

 

 

Transição

O texto aprovado, além de prever 25 anos (até 2045) de manutenção do atual regime de compensação de energia aos projetos existentes ou solicitados em até 12 meses após sua aprovação,  ainda inclui uma transição de sete a nove anos no pagamento dos encargos de distribuição para aqueles que começarem a geração após os 12 meses da nova lei.

Sendo assim, esses novos geradores pagarão pela remuneração dos ativos do serviço de distribuição, pela depreciação dos equipamentos da rede e pelo custo de operação e manutenção do serviço, da seguinte forma: 

 

  • 15% em 2023 e 30% em 2024
  • 45% em 2025 e 60% em 2026
  • 75% em 2027 e 90% em 2028
  • Novas regras estabelecidas pela ANEEL a partir de 2031 para os que solicitarem acesso entre os meses 13 e 18 após a sanção da lei, ou 2029 para os demais.

 

Validade dos créditos

Os créditos pela energia excedente gerada permanece como sendo de 60 meses. Os créditos não utilizados dentro deste período, serão revertidos para a diminuição da conta de luz de todos (modicidade tarifária). Assim, o consumidor-gerador perde o direito a qualquer forma de compensação.

Em caso de encerramento do contrato com a distribuidora, os créditos serão mantidos em nome do titular, a menos que possam ser realocados em outra unidade consumidora que esteja sob mesma titularidade.

 

 

Venda de créditos 

Lei Energia Solar

No modelo atual, a comercialização de créditos de energia provenientes de micro ou minigeração distribuída está proibida pela REN 482. O PL 5829, no entanto, traz como proposta a ideia de que as distribuidoras podem comprar os créditos não utilizados pelo consumidor-gerador. Os critérios para essa comercialização e quesitos específicos, incluindo o preço de venda, ainda não foram divulgados e serão regulamentados pela Aneel.

 

Condomínios

Está permitida no Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), segundo o texto aprovado, a participação dos empreendimentos criados com o fim de atender várias unidades consumidoras, a exemplo dos condomínios. No entanto, está vetada a participação de micro ou minigeradores instalados em terrenos, lotes e outras propriedades alugadas apenas para esse fim. 

 

 

Tarifa mínima

O Marco Legal não altera os valores do consumo mínimo faturável: 30 kWh (monofásico), 50 kWh (bifásico) e 100 kWh (trifásico). A única mudança será para quem tiver geradores com potência instalada de até 1,2 kW, que deverá ter uma redução de 50% em relação ao valor mínimo faturável dos demais consumidores equivalentes. 

Como mudança relevante está o fato de que o texto eliminará a cobrança do custo de disponibilidade em duplicidade (em reais e energia) que ocorre hoje. Em complemento, os novos entrantes pagarão custo de disponibilidade apenas quando seu consumo da rede em kWh (antes da compensação) for menor do que tal valor.

Exemplo: um consumidor bifásico que gera 100 kWh e consome 30 kWh, compensará os 30 kWh e pagará todos os componentes do custo de disponibilidade sobre os 20 kWh restantes para a tarifa mínima. Ficam como saldo remanescente para os próximos ciclos os outros 70 kWh gerados.

 

Parecer de Acesso e transferência de titularidade da micro/minigeração

Atualmente, a orientação da Aneel às distribuidoras é de somente permitir a transferência de titularidade da unidade consumidora com micro ou minigeração após a efetiva conexão da geração à rede de distribuição.

Sendo assim, quando o consumidor-gerador opta pela transferência, sofre como penalidade a perda ao direito ao Parecer de Acesso. Este processo tem como motivação inibir a comercialização de Pareceres de Acesso, principalmente em regiões do país cujo número de solicitações é elevado.

Com o PL 5829, a comercialização de Pareceres de Acesso permanece vedada e de forma expressa. Ou seja, será proibido transferir titularidade ou controle societário do titular da unidade de micro ou minigeração, até que haja a solicitação de vistoria.

 

 

Valoração dos benefícios da GD

Segundo o PL 5829, após o período de transição, as unidades participantes do SCEE ficarão sujeitas às regras tarifárias estabelecidas pela Aneel, com base nas diretrizes determinadas pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). 

Na prática o CNPE passa a ouvir a sociedade, associações e entidades representativas, empresas e agentes do setor elétrico e então estabelece as diretrizes para valoração dos custos e benefícios da micro e minigeração distribuída.

Entre as regras, estão o prazo de seis meses para que o Conselho realize este processo, além da exigência de considerar benefícios relacionados à localidade da usina e as componentes de geração, as perdas elétricas, a transmissão e a distribuição. Definidas as diretrizes, a Aneel terá até mais 12 meses para estabelecer os cálculos da valoração dos benefícios e as novas regras valerão a partir de 2029.

Para as unidades que protocolarem suas solicitações de acesso entre o 13o e 18o mês, a partir da publicação da lei, as novas regras vigorarão a partir de 2031. 

O Marco legal, já aprovado pela Câmara de Deputados, está em tramitação no Senado Federal, podendo ser aprovado a qualquer momento. A partir de então, começam a valer todas as regras e mudanças que você conheceu nesse artigo. Sabe o que isso significa? Que este é o melhor momento para planejar e instalar o seu próprio sistema de energia solar fotovoltaica, tornando-se assim um consumidor-gerador. 

Não esqueça que, já tendo o seu sistema instalado ou solicitando o protocolo de acesso em até 12 meses após a aprovação, o mini ou microgerador terá 25 anos para pagar somente os componentes da tarifa sobre a diferença entre o total consumido e o total gerado injetado na rede de distribuição.

Então, chame a Solstar e comece a planejar o seu sistema agora mesmo. Serão 25 anos desfrutando de economia mensal, a regra de transição e um sistema com alta qualidade e durabilidade. Faça uma simulação rápida e sem compromisso com a Solstar!

 

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Conta de luz cara? O momento para investir em energia solar!

Já não é de hoje que a energia solar aparece como uma das principais aliadas de quem sonha em economizar na conta de luz com alternativas ao uso da energia elétrica de fontes não renováveis, como as hidrelétricas e, em casos mais extremos, as termelétricas. No entanto, o momento atual parece o mais recomendado para investir em energia solar na sua casa ou empresa.

É claro que ao dizer isso você vai supor que estamos nos referindo única e exclusivamente ao fato de que a conta de luz no Brasil está cada dia mais cara. É verdade que esse é, sem dúvidas, um dos principais motivadores de quem aposta na energia solar como solução para economizar nas contas da casa. Afinal, pensar em uma redução de até 95% na conta de luz é uma motivação sem igual.

Sim, você está certo ao pensar que os recentes aumentos na conta de luz vêm criando o cenário perfeito para a adoção da energia solar. Mas isso foge às questões financeiras, ainda que venha sendo a razão pela qual muitas pessoas finalmente têm buscado saber mais sobre a fonte. O que estamos falando aqui vai até a raiz dos aumentos na energia elétrica no Brasil.

Estamos falando sobre a forte relação da energia solar com o tripé da sustentabilidade. Ou seja, seus impactos em questões econômicas, tanto quanto em questões ambientais e sociais. 

 

Conta de luz não para de crescer

Conta de luz energia solar

Se você já leu mais a respeito, sabe que a causa dos frequentes aumentos na conta de energia brasileira, em 2021, devem-se à maior crise hídrica vivida pelo país em mais de 90 anos. Um triste cenário no qual os reservatórios das usinas hidrelétricas chegaram a apenas 20% de sua capacidade. Ou seja, estamos vivendo meses de escassez hídrica, o que significa que está muito mais difícil gerar energia elétrica por meio dessas fontes e, por isso, os custos variáveis repassados ao consumidor vêm aumentando.

O que estamos hoje sentindo no bolso ao pagar a conta de luz está diretamente relacionado ao que o meio ambiente sente quando utilizamos energia elétrica gerada por meio de fontes não renováveis; um cenário que se agrava em épocas de poucas chuvas. 

Isso explica porque a energia gerada por meio de fontes renováveis vem sendo tão incentivada em todo o mundo. Tanto por não estressar os recursos hídricos, quanto por ser uma unidade consumidora independente que, além de não demandar o sistema público de distribuição, ainda pode contribuir disponibilizando a energia gerada excedente ao consumo próprio.

Tá, e o social entra onde? Quer melhor papel social relacionado ao consumo de energia do que a contribuição para uma cidade mais sustentável? O tema é tão relevante que faz parte do Pacto Global da ONU, uma vez que a troca da matriz energética é uma necessidade irreversível em nível mundial.

Para completar, vale lembrar que contar com as fontes renováveis exclui o consumidor do risco de apagão que vivemos nos dias de hoje e, mesmo em períodos mais chuvosos, a energia solar continua sendo gerada.

Agora que você já entendeu porque o momento atual é perfeito para investir em energia solar fotovoltaica, aproveitamos para esclarecer os mitos que podem rodear as mentes de quem ainda está se inserindo nesse mundo.

 

Tudo sobre energia solar

Economia energia solar

Custa caro?

Resposta clássica: depende. Os custos são estimados com base no kit de equipamentos necessário para atender a unidade e também na sua respectiva instalação e projeto. Então, tudo depende do padrão de consumo da residência ou empresa. 

Exemplo: uma residência com quatro moradores demanda um sistema que custa entre R$15 e R$18 mil, incluindo equipamento, instalação e suporte.

O importante é lembrar que o retorno sobre o investimento é garantido e acontece num período entre 3 e 6 anos, podendo ser reduzido em regiões de maior incidência solar como o Nordeste do Brasil e que o sistema dura pelo menos 25 anos.

 

Consigo financiar a instalação de energia solar?

Sim! Já são muitos os bancos públicos ou privados, e cooperativas de crédito que têm ofertado linhas de financiamento especiais para aquisição e instalação de painéis solares.

Assim, a própria energia na sua conta de luz atual é o caminho para investir na instalação e pagar as parcelas sem impacto ao orçamento atual. Você pode saber tudo sobre o financiamento de energia solar nesse artigo que fala sobre as linhas cada vez mais difundidas e incentivadas por instituições que promovem a economia verde.

 

Como o sistema é percebido pelo mercado imobiliário?

É motivo de valorização! Os sistemas fotovoltaicos para a captação de energia solar elevam o valor do patrimônio, tanto por ser sinônimo de economia mensal, como pela estimativa de vida útil dos equipamentos, que se encontram entre 25 a 30 anos.

A tecnologia investida tem retorno imediato no valor agregado do patrimônio, e também acaba por chamar a atenção de futuros compradores que buscam sustentabilidade na residência. A otimização e automatização das cidades e moradias é o que definirá o nosso futuro.

Percebeu que esses mitos são apenas relacionados ao seu investimento, certo? Porque as vantagens de investir em energia solar vão além da sua casa, como bem citamos. Você pode esclarecer outras dúvidas com esse Guia com tudo o que você precisa saber sobre energia solar

E se já percebeu que o momento é perfeito, o segredo é não perder tempo e começar a economizar e contribuir com o meio ambiente e a sociedade agora mesmo. E, caso ainda precise de um incentivo, com a iminente aprovação da PL 5829/19 você terá somente mais 12 meses para se encaixar nas faixas de isenção e transição sobre os encargos e tarifas.

Faça agora mesmo uma rápida simulação com quem mais entende de energia solar e não perca mais tempo. A Solstar está pronta para instalar o sistema fotovoltaico na sua casa ou empresa.

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Projeto de Lei para Energia Solar: Explicando a PL 5829/19

Se você acompanha o tema geração de energia renovável, deve ter ouvido falar sobre o PL 5829/19. E então, já conseguiu entender o que ele representa e o que muda com o marco legal da geração distribuída? Se a sua resposta foi não, fique tranquilo: a partir de agora você vai saber tudo sobre o projeto aprovado pela Câmara em agosto.

O Projeto de Lei 5829/19 estabelece uma transição para a cobrança de encargos e tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição aos micro e mini geradores de energia elétrica. De autoria do deputado Silas Câmara, o PL foi aprovado na Câmara de Deputados no último dia 18 de agosto, de onde seguiu para aprovação do Senado. A expectativa é de que a nova lei – que confere maior segurança jurídica e regulatória para os investimentos em energia renovável -, esteja vigorando no Brasil ainda em 2021.

A aprovação, que contou com 476 votos a favor e três votos contra, teve como foco o marco legal da geração distribuída e traz consigo algumas mudanças e pontos relevantes.

 

Do que trata o e quais são essas mudanças?

PL 5829/19

Em resumo, trata-se de uma modalidade que permite aos consumidores produzirem a sua própria energia por meio de fontes renováveis (solar fotovoltaica, eólica, centrais hidrelétricas e queima de biomassa) e os classifica em microgeradores – aqueles que geram até 75 kW de energia de fontes renováveis em suas unidades consumidoras (telhados, terrenos, condomínios, sítios) -, e minigeradores – aqueles que geram de 75 kW até 5 MW (a partir de 2045, esse limite passa para 3 MW nessa definição, para a fonte solar).

Com base no texto aprovado, até o ano de 2045, os micro e mini geradores já existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença, quando positiva, entre o total consumido e o total gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre nos dias de hoje.

Além dos geradores já existentes, a regra também se aplicará aos consumidores que vierem a pedir acesso à distribuidora em até 12 meses da publicação da futura lei, pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). No entanto, o acesso ao benefício implica nos seguintes prazos para o início da injeção de energia no sistema, contados a partir do parecer favorável da distribuidora:

  • Microgeradores: 120 dias
  • Minigeradores de fonte solar: 12 meses
  • Minigeradores das demais fontes: 30 meses.

Resgatando o potencial de geração de emprego (mais de 140 mil postos de trabalho) e arrecadação tributária (na ordem de R$ 6 bilhões) dos micro e mini geradores em quase uma década, o delator da PL 5829/19, deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) via como urgente a necessidade de criação de um marco legal da minigeração e microgeração distribuída no Brasil. 

Além de estender a regra dos geradores atuais àqueles que solicitarem acesso nos 12 meses posteriores à aprovação da nova lei, está prevista no projeto uma transição de sete a nove anos no pagamento dos encargos de distribuição para aqueles que começarem a geração após os 12 meses da nova lei.

Sendo assim, esses novos geradores pagarão pela remuneração dos ativos do serviço de distribuição, pela depreciação dos equipamentos da rede e pelo custo de operação e manutenção do serviço, da seguinte forma: 

  • 15% em 2023 e 30% em 2024
  • 45% em 2025 e 60% em 2026
  • 75% em 2017 e 90% em 2028.

Em resumo, o texto aprovado prevê 25 anos (até 2045) de manutenção do atual regime de compensação de energia aos projetos existentes ou solicitados em até 12 meses após sua aprovação e uma regra de transição que compatibiliza os investimentos já realizados; sendo assim, somente em 2029 serão cobrados todos os encargos definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Consumo remoto

Lei Energia Solar

Os minigeradores que produzem mais de 500kW para consumo próprio remoto – em local diferente do local da geração – ou na modalidade de geração compartilhada (reunidos em consórcio) da qual um único titular detenha 25% ou mais, o participante do SCEE deverá pagar, até 2029,  40% de tarifas de uso dos sistemas de transmissão da rede básica e 100% dos demais encargos. Após esse período, pagará pela totalidade das tarifas e encargos.

 

Flexibilidade

A geração compartilhada (GC) também sofreu alteração por meio do texto aprovado. Agora, além do consórcio (pessoa jurídica) e cooperativa (pessoa física), o PL 5829/19 prevê que condomínios ou demais formas de associação civil também podem compor GC, trazendo uma maior flexibilidade nas estruturas contratuais e jurídicas. 

 

Visão sobre condomínios

Está permitida no Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), segundo o texto aprovado, a participação dos empreendimentos criados com o fim de atender várias unidades consumidoras, a exemplo dos condomínios. No entanto, está vetada a participação de micro ou minigeradores instalados em terrenos, lotes e outras propriedades alugadas apenas para esse fim. 

 

Bandeiras tarifárias e tarifa mínima

Ainda que o consumo de energia seja baixo durante um mês, o micro ou minigerador, também pagará uma tarifa mínima na conta. Aos consumidores-geradores que não estão isentos dos encargos até 2045, o texto define como faturamento mínimo a diferença entre o consumido e o mínimo faturável vigente pela regulamentação, desconsiderando as compensações. As bandeiras tarifárias, no entanto, incidirão sobre o consumo a ser faturado, e não sobre a energia excedente usada para compensar o consumo.

Diante da iminente aprovação do projeto em questão e ciente dos seus prazos de transição, entende-se este como o momento ideal para o planejamento e instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica em sua residência, empresa ou condomínio. Planejando-se agora mesmo, enquanto o projeto aguarda aprovação pelo Senado, é possível estar com o seu sistema instalado em prazo hábil para adequar-se às regras de transição do PL 5829/19.

Encaixando-se a essa janela de oportunidade, o mini ou microgerador terá 25 anos para pagar somente os componentes da tarifa sobre a diferença entre o total consumido e o total gerado injetado na rede de distribuição. É tempo mais do que suficiente para obter retorno sobre o investimento no sistema de energia solar fotovoltaica e ainda economizar até 95% na sua fatura de energia.

Não quero perder mais tempo? Faça uma simulação agora mesmo a Solstar, especialista em energia solar fotovoltaica, para planejar e te acompanhar em todo o projeto a fim de garantir a aplicação no prazo adequado.

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Como Funciona a Bandeira Vermelha na Conta de Luz?

No semáforo, no jogo de futebol, no saldo da conta bancária, nas placas de trânsito, nas sinalizações, assim como em muitas outras formas de alerta, a bandeira ou sinal vermelho sempre traz um tom de restrição. E quando ele resolve aparecer na nossa conta de energia, não é nada diferente.

Um tema que tem incomodado muitos brasileiros e brasileiras está relacionado aos aumentos frequentes na conta de luz e eles estão diretamente ligados às bandeiras tarifárias que são aplicadas na nossa fatura de energia. 

O sistema de bandeiras tarifárias está em vigência desde 2015 e foi planejado com o intuito de tornar mais transparentes as variações na conta de luz, por meio da utilização de bandeiras que sinalizam os custos variáveis e esforços para a produção de energia elétrica naquele momento e as consequentes tarifas aplicadas ao consumo em reflexo disso. 

Como bem explica a Aneel: “com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo e diminuir o valor da conta”.

 

Crise hídrica e bandeiras tarifárias

Ainda que, em função do país estar vivenciando a maior crise hídrica em mais de 90 anos, a Aneel tenha criado a nova bandeira escassez hídrica, a bandeira vermelha – já característica de períodos de energia com custos elevados – também assombra os brasileiros que tentam equilibrar as contas pelo significativo ajuste sofrido em 2021.

Desde 2015, quando o sistema foi implementado no Brasil, ele conta com quatro bandeiras em condições normais: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. Cada uma delas representa um valor específico de taxa na fatura para cada 100kWh consumidos. A bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, vinha onerando as contas de luz em R$ 6,24 por 100 kWh. 

Em julho de 2021, o valor da taxa sofreu um aumento bastante impactante, passando para R$9,49. Ou seja, para cada 100kWh que a sua residência consome, quase R$10,00 são pagos a mais, apenas em função da taxa. Essa mudança, além de pesar no bolso, tem causado muitas discussões, afinal, já se anunciou que a bandeira permanecerá ativa no Brasil até abril de 2022.

Mas você sabe por que a bandeira vermelha é acionada?

Bandeira Tarifária Conta de Luz

Antes de chegar a essa resposta, é importante resgatar quais são as bandeiras existentes no Brasil e o que elas representam.

 

Bandeira verde 

Aplicada quando as condições de geração de energia são favoráveis com relação aos recursos hídricos, libera o consumo e sinaliza que não há qualquer acréscimo nas contas.

 

Bandeira amarela

Sinaliza que as condições de produção de energia já não são favoráveis e emite um alerta de economia necessária aos consumidores. Quando a bandeira está ativa, a fatura passa a ter uma cobrança adicional, proporcional ao consumo, de  R$ 1,874 por 100 quilowatts (kWh).

 

Bandeira vermelha patamar 1

Como lembramos no início deste texto, traz por si só um sinal de restrição. Representa condições ainda mais desfavoráveis e, em função disso, demanda um adicional proporcional ao consumo de R$ 3,971 por 100 kWh na conta de energia.

 

Bandeira vermelha  patamar 2

A mais cara de todas (até a criação da bandeira escassez hídrica), a bandeira vermelha patamar dois é acionada em situações críticas de geração energética em função de más condições hidrológicas. Desde julho, o adicional cobrado por 100 kWh está em R$ 9,492.

Mais um ponto de atenção no cenário atual é que novos aumentos podem ser aplicados e, caso aconteça, o adicional poderá chegar a R$24 ou mais. 

 

Bom, você já percebeu que o acionamento de uma bandeira tem tudo a ver com as condições de produção de energia elétrica no momento, em função das condições hidrológicas. Ou seja, o adicional cobrado não é apenas um repasse dos custos variáveis, é também uma forma de sinalizar para os consumidores que é necessário frear o consumo para evitar um apagão. E nós sabemos que nada melhor do que sentir no bolso para ativar a consciência.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Aqui resgatamos os principais pontos:

Conta de luz

#1 Quando uma bandeira é acionada (muda de cor)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), realiza mensalmente uma reavaliação das condições de operação do sistema de produção de energia elétrica para então definir a cor da bandeira tarifária, a partir da previsão de variação no custo da energia.

 

#2 Reflexo da redução de consumo na bandeira

Quando reduzimos o consumo, não temos mudança na bandeira de forma direta, uma vez que ela é definida mensalmente com base nas condições de produção de energia. A redução de consumo na unidade não fará a bandeira alterar, pois ela é aplicada igualmente a todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional – SIN (regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte do Norte). No entanto, reduzir o consumo pode, pelo menos, impedir que a fatura aumente.

 

#3 Quando sabemos qual será a bandeira do mês seguinte? 

Para aquele consumidor que gosta de se planejar previamente, a Aneel disponibiliza, ao final de cada mês, o valor da bandeira para o mês seguinte. Basta acessar o site para consultar o calendário anual de divulgação das bandeiras. Em complemento, todas as distribuidoras devem informar em suas páginas a bandeira vigente, até dois dias úteis após a divulgação pela Aneel.

 

#4 Quais custos estão embutidos na conta de luz? 

A nossa fatura de energia inclui duas categorias de custos relacionados à produção de energia elétrica: 1) custos não administráveis: compra de equipamentos, como transformadores de rua e cabos, taxa de transmissão, encargos e  aumentos de imposto; 2) custos administráveis: salários pagos aos trabalhadores, dividendos aos acionistas, bonificações e gratificações aos diretores.

Todo o custo de produção (geração) de energia elétrica é repassado ao consumidor e, naturalmente, reflete as condições do momento – por isso o sistema de bandeiras. Por isso o valor tem aumentado tanto e ainda está em risco de sofrer novo aumento, visto que a crise hídrica vem piorando e pode acarretar um prejuízo ao sistema que, se não for rateado agora, virá mais tarde.

 

Esse tema é para deixar o cabelo em pé como um próprio choque elétrico, não é? Por isso, fazemos questão de lembrar que, com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica, você não apenas foge das variações da Aneel, como pode alcançar até 95% de economia na sua conta de energia e ainda contribui com o meio ambiente e a sociedade. Faça uma simulação com a Solstar e comece o seu projeto agora mesmo.

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Tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Saiba tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Aumento na conta de luz, gasolina que não para de subir, itens de mercado cada vez mais caros, botijão de gás acima de R$100. O que o brasileiro mais tem observado nos últimos meses é que está bem difícil equilibrar as contas com tamanha instabilidade na economia. E as mudanças são tantas que parece que toda manhã quando acordamos um novo aumento ou bandeira tarifária está sendo praticado, já até nos perdemos tentando entender as razões.

E então, você sabe por que a conta de luz está mais cara? Essa está fácil de explicar e nossos leitores já vão entender tudinho aqui mesmo nesse texto. Trata-se da nova bandeira tarifária da ANEEL.

Em vigor desde setembro, a nova bandeira representa um aumento de 6,78% na conta de luz em relação à bandeira vermelha e é um reflexo dos altos custos na geração de energia elétrica que, naturalmente, são repassados ao consumidor. Chamada de Bandeira Escassez Hídrica, essa nova faixa tarifária é uma consequência da maior crise hídrica já vivida pelo país em mais de 90 anos e que, assim, reflete em uma conta de luz mais cara.

Você faz parte do grupo de pessoas que paga a conta de luz todos os meses e até agora não sabe do que se tratam as bandeiras tarifárias?

 

Pode ficar tranquilo, chegou a hora de entender direitinho

Em vigência desde 2015, outro período no qual as contas de luz estiveram em alta, o sistema de bandeiras tarifárias surgiu com o objetivo de tornar mais transparentes as variações nas contas de luz. Isso significa que, desde que as bandeiras foram estabelecidas, o consumidor percebe os diferentes custos de geração de energia de acordo com o mês nos quais são praticados. 

Antes do sistema de bandeiras ser criado, o consumidor pagaria por essa diferença nos custos somente no ano seguinte, ou seja, a conta não seria uma fotografia real do momento. Tentando aplicar essa regra no cenário atual, somente em 2022 pagaríamos a conta da geração de energia com custos elevados em função da crise hídrica em 2021.

Nestes mais de cinco anos desde a sua criação, o sistema contava com quatro bandeiras: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. A recém lançada quinta faixa – bandeira escassez hídrica-, representa um aumento de R$4,71, cerca de 50% em relação à bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, no valor de R$9,49 por 100 kWh.

 

Pensando na conta de luz, o que cada uma dessas bandeiras representa?

 

Bandeira Tarifária

Você deve ter percebido a semelhança entre as faixas que compõem o sistema de bandeiras tarifárias e um semáforo de trânsito. A ideia por trás dessa criação está justamente na utilização de uma combinação de cores que oriente o comportamento do consumidor de acordo com os custos.

O sistema de bandeiras tarifárias é um sinalizador das condições de geração de energia elétrica pelo país. Condições essas que, quanto mais favoráveis, naturalmente, mais barato fica o serviço.

Logo, a bandeira verde representa um cenário de boas condições, como já mencionamos. A bandeira amarela começa a dar indícios de restrições, um cenário que pode representar um acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) que forem consumidos no mês. 

A bandeira vermelha, até então responsável pelas mais altas tarifas, representa sinais de uma piora nas condições de geração de energia. Assim, no seu patamar 1 está previsto um acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, enquanto o patamar 2 representa R$ 9,492 de acréscimo para cada 100 quilowatt-hora consumidos.

Dando sequência à alusão de trânsito, a bandeira da escassez hídrica sugere que passamos o sinal vermelho e vamos pagar pela infração. Ou seja, com os níveis de rios e reservatórios em apenas 20% da sua capacidade, as condições de geração de energia são mais que preocupantes e, além dos seus altíssimos custos, não se exclui o risco de um apagão geral.

Mas, falando sobre o quanto isso impacta na nossa conta de luz, a nova bandeira representa uma cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 kWh consumidos. Para exemplificar: num cenário em que, com a bandeira vermelha patamar 2, o consumidor pagaria R$ 69,49 ao consumir 100kWh, agora ele pagará R$ 74,20 pelo mesmo consumo, uma alta de 6,78%.

 

Até quando vamos pagar essa conta?

 

Aumento na Conta de Luz

A nova bandeira já faz parte da nossa conta de luz desde o mês passado (setembro de 2021) e deve permanecer até abril de 2022, em função das previsões e estimativas com relação às chuvas. Todos os meses, no entanto, a ANEEL faz uma reunião para analisar as condições de geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica no Brasil e, assim, decidir qual a tarifa será aplicada nas contas de luz do mês seguinte.

Antes de ficar apavorado (se é que deu tempo), você já deve ter começado a se questionar sobre as alternativas para não ser mais refém dessas bandeiras e a boa notícia é que elas existem. Com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica na sua casa ou empresa, é possível garantir a estabilidade financeira e de geração em períodos de poucas chuvas e ainda contribuir com o meio ambiente e a sociedade.

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Retorno do Investimento em Energia Solar

Retorno do investimento em energia solar

 

Quando o assunto é sobre energia solar, as perguntas que vêm à cabeça são “Vale a pena o investimento?” e “O retorno financeiro é bom?”. A resposta para ambas as questões é bem simples: sim, energia solar fotovoltaica é viável financeiramente e com bom retorno.

O investimento em energia solar no Brasil é altamente atrativo, uma vez que com a abertura de mercado e o crescimento da busca de fontes de energia alternativa estão propícios. 

Aqui vamos listar 5 tópicos que são necessários para entender sobre o retorno financeiro da energia solar fotovoltaica.

 

Tarifa de energia

Essa é a variável mais importante quando se analisa sobre o investimento ou não em energia solar. Pois, quanto maior a tarifa energética mais viável se torna a instalação da energia solar.

As tarifas são calculadas em R$/kWh, baseadas em:

  • A distribuidora regional;
  • Categoria de cliente;
  • Bandeira tarifária;

Os tipos de cliente são divididos em Tipo A e Tipo B, e dentro desses tipos há subdivisões. Aqui focaremos nos seguintes clientes do Grupo B: Todas as residências (B1); Comércio de pequeno e médio porte (B3). Esses dois grupos são os que têm retorno financeiro mais viável.

Para exemplificar, quanto maior a tarifa energética e suas variáveis, menor será o payback – este é o período de amortização dos sistemas fotovoltaicos. Ou seja, quanto mais cara a tarifa de energia menor será o tempo para retorno financeiro do investimento.

Importante lembrar que a vida útil do sistema de energia solar fotovoltaicos é de 25 anos e o retorno médio do investimento em torno de 5 anos. Com isso haverá economia energética e financeira por, pelo menos, 20 anos!

 

Inflação energética

Outro ponto importante para observar é a inflação energética. Os mais variados veículos de informação noticiam dia a dia sobre o aumento do custo na conta de luz. 

Esse aumento é a variação da tarifa de energia. A inflação energética pode ser controlada com a instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica. Pois, a partir do momento que você gera a sua própria luz não será necessário se importar com o aumento da conta de luz!

As variações inflacionárias são problema apenas para aqueles que não alcançaram a independência energética. Os impostos e os reajustes na tarifa das distribuidoras regionais não afetaram o orçamento mensal daqueles que investiram na geração própria de energia.

Com a implantação dos módulos de energia solar fotovoltaica também não será necessário se preocupar com as bandeiras tarifárias, que estão intrinsecamente ligadas com as variações de vazão das hidrelétricas e a utilização de termelétricas. 

Desde que as bandeiras tarifárias foram aprovadas, em 2015, o consumidor brasileiro passou a maior parte do tempo pagando a tarifa mais cara, a bandeira vermelha. A partir deste ano, 2021, a tarifa da bandeira vermelha aumentou muito mais e os reflexos estão chegando nas contas dos brasileiros.

 

Mercado financeiro e retorno financeiro

energia solar 

Sempre que investimos em algo devemos analisar os pormenores das opções que temos disponíveis, pois o importante é que o retorno seja efetivo para que não tenhamos prejuízo.

Dessa maneira vamos comparar o investimento em energia solar fotovoltaica com aplicação no tesouro direto, pois é um investimento no qual o retorno do capital é feito ao longo dos anos.

Colocando em perspectiva: instalando módulos fotovoltaicos se tem a previsão de retorno financeiro ao longo de, no mínimo, 25 anos.  Com baixa manutenção e com a segurança de retorno certo.

A expectativa é de que o retorno acumulado possa chegar a R$250 mil durante todo o período de vida útil do sistema de energia solar, baseando-se em projeções feitas pelo BTG Pactual.

Para além do investimento e do retorno financeiro há também a economia ao longo dos anos, o conforto no uso da energia elétrica e a independência energética, sem depender exclusivamente das distribuidoras regionais.

 

Variáveis técnicas

As variáveis técnicas se dividem em: tamanho do sistema, solarimetria, área de telhado e localização geográfica.

O tamanho do sistema se refere diretamente à escala. Quanto maior um sistema fotovoltaico, menor será o seu custo por watt. Ocorrendo de maneira simples: os custos gerados por mão de obra, projeto, inversores e capacidade de armazenamento se diluem conforme o tamanho do sistema aumenta.

A solarimetria se refere à quantidade de incidência e radiação solar existente no território. No Brasil a solarimetria é bem alta, tendo uma disponibilidade entre 1.300 HSP e 2.200 HSP.  Essa variável incide diretamente na geração de energia e no retorno do investimento.

Os sistemas fotovoltaicos têm metragem mínima, sendo os residenciais entre 10m2 e 80m2 e para comércios com mínimo de 40m2 até metragens enormes com foco na maior geração de energia.

A orientação geográfica é uma importante variável, já que para tirar o melhor proveito dos módulos de geração de energia no hemisfério sul, o qual o Brasil se encontra, ele devem estar voltados para o norte, com inclinação entre 10 e 26 graus.

 

Ganho patrimonial

Quando se investe na própria geração energética também se leva em conta a valorização patrimonial que o imóvel que receberá os módulos fotovoltaicos terá. O ganho patrimonial faz parte do retorno planejado que o investimento em energia solar tem.

Em pesquisa divulgada pelo New York Times, conduzida pelo Lawrence Berkeley Lab, com 28 mil imóveis em 8 estados americanos constatou que consumidores que adquiriram o sistema fotovoltaico tiveram valorização de, no mínimo, 15 mil dólares em suas propriedades, isso quando comparadas com outros imóveis similares que não possuíam sistemas de energia solar.

Concluímos que para além da independência energética e da economia na fatura de luz, também há o ganho patrimonial. Com isso pagando com folga todo o investimento feito, afinal o valor vendável e a atratividade no mercado imobiliário serão grandes diferenciais ao longo dos anos.

Pense: você tem duas ótimas opções e imóveis, um com sistema de geração de energia solar e outro sem. Sabendo das vantagens da energia solar, pensando no conforto do seu lar e na economia mensal, a escolha não fica difícil.

 

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Financiamento de Energia Solar: Vale a Pena Financiar?

Financiamento de energia solar: vale a pena financiar?

Investir em energia solar fotovoltaica é algo muito favorável atualmente. As inúmeras linhas de crédito para financiamento, tanto em bancos públicos quanto privados permitem que os brasileiros adquiram o sistema de energia solar fotovoltaica de forma acessível.  

A alta na conta de luz tornou a independência energética um sonho para muitos brasileiros. Este sonho se torna possível através da energia solar fotovoltaica. Com vida útil dos módulos fotovoltaicos são 25 anos e o retorno financeiro que chega de forma rápida, em média 5 anos. 

A baixa manutenção e o tempo de vida útil chamam a atenção para aqueles que querem investir na implantação do sistema de energia solar fotovoltaica.  

Desta maneira se cria uma opção viável para a problemática do aumento constante da conta de luz no orçamento do brasileiro. Pois os custos do financiamento para os módulos são diluídos ao longo dos anos na fatura de luz. 

Abaixo citaremos duas formas de crédito interessantes para o financiamento de sistemas fotovoltaicos.

 

Equiparar a parcela do financiamento com ao valor economizado da fatura de energia elétrica

vantagens da energia solar

Uma das principais estratégias usadas para evitar o acúmulo das duas faturas é a veiculação das parcelas do financiamento que contemple o sistema de geração fotovoltaico por meio de instituição financeira, assim igualando os custos da parcela com a economia gerada.

Desta forma a geração de energia solar excedente consegue pagar a parcela do financiamento. Com o término do financiamento haverá apenas o ganho da energia elétrica que foi gerada.

Para que se consiga igualar a economia energética com a parcela do financiamento é necessário que se faça “engenharia reversa”.

Então, a partir da determinação do prazo de financiamento e havendo a posse das taxas de juros disponíveis, chega-se ao volume de capital financiado.

 

Financiamento fotovoltaico com entrada

Outra linha de crédito para o financiamento de sistemas de energia solar fotovoltaica interessante é a possibilidade de não pagar o valor da entrada. Essa alternativa facilita a compra para dezenas de consumidores.

O parcelamento sem entrada auxilia aqueles que não podem dar altos valores para a entrada ou mesmo pagar à vista, assim tornando acessível e interessante para investir na compra do sistema fotovoltaico.

É importante salientar que o primeiro pagamento coincidirá com a primeira fatura de luz com desconto. Desta forma se assume que a vontade do cliente é que as parcelas sejam equiparáveis à conta de luz.

Isso faz com que essa linha de financiamento seja muito bem recebida e aceita entre os consumidores que almejam a instalação de módulos fotovoltaicos para a geração de energia.

 

Melhores linhas de financiamento do mercado

financiamento para energia solar

As alternativas que apresentamos acima são pequenos exemplos da facilidade que há para a obtenção de financiamento para a implantação de sistemas fotovoltaicos. Agora que já conhece as modalidades existentes vamos conversar sobre as melhores linhas de financiamento que temos no mercado de energia solar.

 

Conheça os principais benefícios da energia solar

 

Os financiamentos são obtidos tanto por bancos públicos como privados. Atualmente existem inúmeras linhas de financiamento, porém, há aquelas que se destacam.

Apresentaremos uma lista com as oito linhas mais importantes que mais trazem benefícios aos seus clientes:

 

Financiamento energia solar Banco do Nordeste (BNB) – FNE

Linha destinada à micro e minigeração de energia de fontes renováveis para consumo próprio.

Essa linha é voltada especificamente para os estados do Nordeste e regiões norte do Espírito Santo e Minas Gerais, tendo como público alvo pessoas físicas, indústrias agrícolas, produtores rurais, associações e cooperativas.

Com a possibilidade de financiamento de até 100% do empreendimento e com o desembolso funcionando com a modalidade de igualar as parcelas com a economia energética gerada. Possui prazo de até 12 anos e carência de 6 meses a 1 ano. São utilizadas como garantia hipotecas, fiança e alienação fiduciária.

 

Financiamento energia solar Santander

Disponível em todo o território nacional, esta linha de financiamento busca incentivar a adoção de sistemas de energia renovável. Com possibilidade de parcelamento em até 72 meses e com possibilidade de financiamento de até 100%.

Tem como público alvo pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais interessados em produtos e serviços voltados para a sustentabilidade ambiental. Não é restrito apenas para aqueles que possuem conta bancária na instituição financeira.

 

Banco do Brasil Pessoa Jurídica – BBPJ

Essa linha de financiamento é exclusiva para pessoa jurídica, com prazos, limites e taxas diferenciadas. Podendo financiar até 90% do empreendimento, com o valor mínimo de R$30 mil. 

Tem como vantagem a agilidade na contratação e liberação do aporte financeiro. Parcelamento em até 180 meses e carência de 3 a 12 meses.

 

Financiamento para energia solar – SICREDI

Essa linha de crédito é específica para a aquisição de tecnologia de geração de energia solar. Tem como público alvo qualquer empresa ou cidadão que esteja associado a SICREDI e tenha a intenção de adquirir sistemas de geração de energia solar.

Para a contratação é necessário comparecer a uma agência especializada, uma vez que os prazos estão sob consulta. Há a possibilidade de financiar 100% do empreendimento.

 

Financiamento energia solar Banco da Amazônia – BASA

Esta linha de crédito tem por objetivo a estimulação e incentivo da utilização de energia solar na região norte do Brasil. Pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais podem ter 100% do projeto financiado. 

Seu prazo é de até 144 meses, com até 48 meses de carência.

 

Financiamento de energia solar Banco do Brasil (BB) – AGRO – PRONAF

Pensada para produtores rurais preocupados com a sustentabilidade, essa linha de crédito visa o benefício próprio de seus clientes. Com enfoque na melhoria de tecnologias e do trabalho no campo. Com  prazo de 10 anos e até 3 anos de carência.

Por ser uma instituição financeira pública ela segue critérios rigorosos para público alvo e os limites de financiamento. Assim sendo:

Pequenos produtores que compareçam à agência com a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), exceto aqueles dos grupos A, A/C e B.

Grupo A: assentados pelo PNRA (Programa Nacional de Reforma Agrária) ou beneficiários do PNFC (Programa Nacional de Crédito Fundiário).

Grupo A/C: mesmo caso do grupo A, porém aqueles que com contratação da primeira operação no grupo A e sem contratação de financiamento de custeio, exceto dentro deste próprio grupo.

Grupo B: beneficiários com teto de vinte mil reais para renda bruta familiar anual e que não possuam trabalhadores assalariados permanentes.

Limites de Financiamento: Para atividades de suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura (criação de crustáceos) e fruticultura, até R$330 mil por beneficiário por ano agrícola. Para demais empreendimentos, até R$165 mil por beneficiário por ano agrícola.


Financiamento a energia solar Banco do Brasil (BB) – FCO 

Utilizando recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste tem como foco produtores rurais, tanto como pessoa física e jurídica, quanto associações e cooperativas dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Para garantia é pedido 130% do valor financiado pela FCO.

Essa linha de crédito possui as seguintes características de limites:

O limite do valor financiado é de 5 milhões de reais (para o setor de serviços e comercial), e 10 milhões para as outras linhas. Contudo, se o empreendimento tiver extremo valor para o desenvolvimento da comunidade, o limite pode chegar até 100 milhões de reais (com exceção do setor comercial e de serviços).

Os Prazos são divididos em:

Empresarial: Prazos que podem chegar a até 20 anos (incluída carência de 3 meses até, no máximo, 5 anos), determinados em função do projeto do cliente, de sua capacidade de pagamento e da linha de financiamento utilizada.

Rural: Até 20 anos, com até 12 anos de carência, a depender do item financiado.

 

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Crescimento das Fontes de Energia Renováveis no Brasil

Crescimento das Fontes de Energia Renováveis no Brasil

 

A busca por matrizes de fontes renováveis e alternativas foi impulsionada pela pandemia de COVID-19, com as empresas de energia elétrica buscando investimento e novos modelos de mercado. Acredita-se que esse movimento de transição de matriz energética vá levar o setor para a total mudança para a emissão zero de carbono até 2050.

O ano de 2020 foi o de maior crescimento da indústria de energia solar, mas é importante dizer que o setor vem crescendo ao longo dos últimos 10 anos. Esse crescimento está intrinsecamente ligado com o aumento da consciência ambiental e a busca por fontes de energias renováveis que não agridam o meio ambiente.

Esse crescimento no mundo, e também no Brasil, nos mostra uma mudança drástica nas prioridades para o futuro. O desenvolvimento humano integrado com a preservação ambiental impulsiona a busca em matrizes energéticas limpas. A pandemia do coronavírus mostrou que a reavaliação sobre isso é urgente.

Durante a pandemia, a indústria solar teve um salto de crescimento na instalação de painéis de captação em 70%, chegando a produzir 7,5 gigawatts. Essa produção é metade do montante que a hidrelétrica de Itaipu gera de energia. Só com esse dado já é demonstrado o tamanho do potencial que o setor tem e como ele está explorando todo o seu potencial.

A alta demanda de energia advém das pessoas em isolamentos e trabalhando remotamente, fazendo com que não só as fontes tradicionais de energia sejam acionadas, mas também fontes como a energia eólica e a solar. Exemplo disso, o Reino Unido registrou, durante a pandemia, o maior período sem a utilização das usinas elétricas movidas a carvão.

No mundo inteiro a energia solar é tida como a “rainha” entre as fontes renováveis, principalmente por ter fácil instalação e uma fonte inesgotável de recursos, já que o sol é naturalmente abastecido. Dessa maneira sua implementação é incentivada como forma de pensar um futuro com independência energética e otimização das cidades. Afinal, as cidades do futuro planejam a integração e automatização.

energia solar benefícios

A expectativa é que nos próximos anos a energia solar fotovoltaica seja cada vez mais utilizada e aceita tanto pelo grande público, como pelas empresas que desejam não só economizar nos custos, visto que a economia na fatura de energia elétrica pode chegar a até 95%, mas também preocupação ambiental e independência energética.

A energia solar fotovoltaica pode ser considerada como a “luz no fim do túnel”, que apresenta o setor como protagonista no movimento de crescimento da energia de fontes alternativas no Brasil. Trazendo uma retomada econômica e sustentável em meio ao COVID-19, pensando a curto, médio e longo prazo. Para além de trazer economia na fatura de luz e diminuindo a utilização de hidrelétricas, não correndo riscos de racionamento ou BlackOut das concessionárias de energia elétrica.

É preciso pensar de maneira ampla e considerar o mercado aquecido e funcional que a energia solar está trazendo para o Brasil. Pois, esse movimento tem como previsão um crescimento muito maior no país, dado ao enorme potencial energético que se tem.

 

Expectativas do crescimento energético brasileiro

É necessário planejamento para as expectativas sobre o crescimento energético do Brasil em relação às fontes renováveis. O desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, alinhado com a gestão da demanda energética, estabelecimento de tarifas e maneiras eficientes para o armazenamento de energia elétrica.

No Brasil é preciso um gerenciamento de matriz energética muito mais complexo, dado a extensão continental que o país tem e as regulamentações estatais. Por isso é importante que o planejamento estratégico seja traçado de forma que todas as variáveis sejam levadas em consideração para visar o melhor desenvolvimento.

O serviço de distribuição de energia é considerado essencial, dessa maneira não há possibilidade sem simplesmente paralisar toda a sua operação para atualizar toda sua matriz energética. Então esse setor precisa de um planejamento maior, não só na sua mudança de fonte de energia, mas também na conscientização da população.

A reestruturação do sistema de energia elétrica do país é necessária para que não fique defasado, sofrendo, então, com constantes reveses advindos de problemas de infra-estrutura, como a falta de chuva que prejudicam as hidrelétricas, ou efeitos negativos para o meio ambiente com o uso das usinas termoelétricas.

fontes de energia renováveis no brasil

O Brasil já tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, por conta da grande rede hidrelétrica existente no país, e o crescimento de fontes renováveis de energia continua sendo grande e há um bom motivo para isso. Pesquisas apontam que até 2030 o Brasil terá cerca de 48% de matrizes energéticas de fontes renováveis e alternativas, com grande foco na energia eólica e solar.

A posição geográfica do país coloca o Brasil em uma posição privilegiada, tendo o triplo do potencial de geração de energia solar, além de contar com dezenas de linhas de créditos, tanto públicas quanto privadas, para o investimento no setor. Com isso o Brasil se torna uma vitrine para o mercado de energias renováveis.

A prioridade é nortear estratégias com as possibilidades que o setor apresenta, apostando no crescimento do interesse das pessoas nessa mudança. Porém, é importante compreender que administrar esse crescimento não pode ser feito de maneira irresponsável e impulsiva, uma vez que cada vez mais se conquista a confiança dos setores público e privado.

Está em tramitação na Câmara dos deputados o projeto de lei 5829/19 que visa beneficiar aqueles que gerarem a própria energia, principalmente se for a partir de fonte renovável (eólica, solar ou biomassa), e injetar o excedente na rede das concessionárias. Esse incentivo é uma maneira de estimular a procura de matrizes energéticas renováveis da população e de empresas privadas.

Também está previsto que empreendimentos do programa Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa, Minha Vida) devam contar com sistemas de energia solar fotovoltaica, assim concretizando a aposta do poder público nessa fonte energética. Esse gesto é um movimento que demonstra a preocupação na democratização do acesso aos painéis de energia solar, visando a independência energética e, consequentemente, reduzindo custos na conta de luz.

 

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Empresários vêm Economizando Com a Energia solar

A economia gerada pela energia solar tem sido um tema em crescimento para empresas dos setores públicos e privados. Mesmo com a pandemia causada pelo COVID-19, 2020 teve a maior taxa de instalação de sistemas fotovoltaicos no Brasil.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), as instalações deste sistema cresceram em 70% comparados aos anos anteriores em solo nacional.

A energia fotovoltaica, também popular em residências e fazendas, pode trazer diversos benefícios para grandes e pequenos empreendimentos que desejam fazer parte de um mundo mais sustentável, além de contar com uma economia de até 95% na conta de energia mensal.

Os retornos trazidos por este meio alternativo de energia são tangíveis e devem ser mantidos em pauta quando a discussão é a mudança de um sistema tradicional para a energia limpa.

Confira tudo o que você precisa saber sobre a economia de empresários utilizando o sistema de energia solar.

 

Economizando na conta elétrica da sua empresa

 

economia energia solar

A conta elétrica pode ser considerada um dos gastos mais caros dentro das empresas. Isso porque, além de ser um pagamento mensal e por toda a vida útil do negócio, ele também está presente em todos os tipos de empreendimentos.

Independente do setor, os valores altos em contas básicas como água e luz podem ser fatores decisivos entre uma empresa lucrativa e uma que se mantém no limite de execução.

Entre a troca de um sistema tradicional de energia para a energia solar, é possível encontrar relatos importantes sobre esta economia e suas inúmeras vantagens. Em entrevista para o Portal Solar, um comerciante no setor de alimentos indicou que possui seu negócio há 30 anos e optou pelo sistema fotovoltaico em 2020 para combater as altas taxas cobradas.

Segundo o empresário Antônio Isaías, de Salto (SP), “a instalação foi muito rápida” e ele teve uma economia prevista em 95% dos gastos com energia.

Outro caso interessante é da empresária Maria de Lourdes, que comanda a “Panificação Bebéu” em Valença (RJ). Pelas contas da empresa, desde a instalação dos painéis solares, já houve uma economia de até R$ 4 mil ao mês, “o que pode gerar uma economia anual de R$ 40 mil”, diz.

Para além das empresas de pequeno porte, é possível notar que a tendência solar está em alta para os grandes nomes do mercado. Setores farmacêuticos, cosméticos e de tecnologia estão cada vez mais avançando rumo ao sistema fotovoltaico.

Nomes como Algar, Natura, Farmácia Pague Menos e L’Oréal já são referências quando o assunto é encontrar meios mais sustentáveis de fazer negócio e reduzir os custos de suas produções por meio da luz solar.

 

Importância da sustentabilidade nas empresas

Assim como economia gerada pela energia solar, a sustentabilidade tem sido um assunto cada vez mais em alta no setor corporativo. Essa busca por meios alternativos de consumo e priorizando reduzir os impactos no aquecimento global traz uma necessidade de adaptação por parte dos empresários.

A mudança parte diretamente dos consumidores, que buscam consumir de empresas nas quais se relacionam, identificam e compartilham seus valores. A sustentabilidade pode ser um dos laços mais importantes da atualidade e deve ser levada em conta nas próximas ações da sua empresa.

Esse tipo de atualização é de extrema necessidade quando falamos em um mundo mais verde e saudável. Neste sentido, a energia solar é um ótimo pontapé inicial para fazer uma empresa mais amigável para o meio ambiente.

Ao contrário de outros meios de energia elétrica, que emitem gases poluentes, o sistema fotovoltaico conta com uma baixa taxa de emissão e, mesmo com essa produção, ela não prejudica diretamente o meio ambiente.

 

Vantagens da energia solar para o seu negócio

energia solar economia

O sistema fotovoltaico tem diversos benefícios para empresas dos setores privados e públicos e pode beneficiar empresários de todos os portes no Brasil.

Confira as principais vantagens de contar com uma energia fotovoltaica na sua empresa:

 

 

Economia na conta elétrica

A economia na conta elétrica é uma realidade quando falamos da energia solar. Neste sistema, pode-se contar com uma redução de até 95% nos gastos dessa fatura. Dependendo dos custos mensais da empresa, a economia pode ser bastante significativa.

 

 

Pouca manutenção

A baixa manutenção também é outro atrativo aos empresários que desejam migrar para a energia solar. Diferente das demais manutenções necessárias no empreendimento, os painéis solares precisam de limpeza ou outras possíveis manutenções apenas uma vez ao ano.

Em locais com ventanias e alta poluição, é indicado que o processo de limpeza seja feito a cada seis meses para garantir a captação e distribuição apropriada da energia solar.

 

 

Um bem para a vida toda

Além das diversas vantagens, a durabilidade dos painéis solares é outra pauta importante quando falamos dessa instalação. O material pode durar até 25 anos e os avanços da tecnologia facilitarão ainda mais nas instalações e reduções na conta elétrica em todo o Brasil.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a expectativa com as novas tecnologias é que existam 800 mil sistemas On Grid instalados até 2024 em solo nacional.

 

 

Crédito e financiamento

A ABSOLAR indica que a matriz energética brasileira conta com cerca de 70 linhas de crédito para compradores. Isso quer dizer que, aos que desejam fazer a instalação dos painéis solares, existem benefícios de financiamento e descontos para empresas públicas e privadas de todos os setores.

 

 

Baixa poluição

O mundo tem mudado cada vez mais a favor da sustentabilidade. Esse assunto afeta diretamente as empresas que desejam fazer parte de um futuro mais verde, contribuindo não apenas para seus negócios, mas para a vida dos consumidores.

A ABSOLAR indica que será possível a redução de 8,3 milhões de toneladas de carbono (CO²), um dos maiores poluentes conhecidos, até 2050. Além da economia, a instalação de um sistema de energia solar garante a sustentabilidade.

 

 

Alto índice de investimento no Brasil 

O Brasil é um país que conta com grandes vantagens por ser tropical. Uma delas é que pode ser um ótimo momento para investidores deste setor se interessarem em fazer negócios em solo nacional.

Nosso país conta com a produção de 15 trilhões de megawatts (MW) por ano e as novas empresas e tecnologias do segmento conseguem baratear cada vez mais os produtos e instalações em prol da energia limpa.

 

Investimento e instalação

O pagamento da instalação ainda é um assunto que preocupa bastante os empresários, principalmente os de pequeno porte. Entretanto, a energia solar deve ser vista como um investimento.

A principal diferença entre um gasto com eletricidade e um investimento nessa mudança é justamente o retorno financeiro que a energia fotovoltaica pode dar aos que optam pela instalação.

Além da captação solar e distribuição para os mais diversos itens que necessitam de energia, o sistema solar é responsável por uma economia de até 95% na conta de energia dos responsáveis, um retorno financeiro de 4 a 6 anos, geração de empregos no setor e a mobilização do mundo rumo a um caminho mais sustentável.

 

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Se você é um empresário e está cansado dos altos gastos com a energia elétrica, o sistema fotovoltaico certamente é a instalação ideal para o seu negócio.

Empresas que buscam mais sustentabilidade, consciência de consumo e responsabilidade com seus consumidores começam por um mesmo caminho: a simulação de valores para este investimento.
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Small Business Manager

Vantagens da Energia Solar para Pequenas Empresas

Vantagens da energia solar para pequenas empresas

Para muitos pequenos e microempresários, pensar sobre sustentabilidade pode parecer distante. Mas essa disciplina entre as questões econômicas, sociais e ambientais está muito mais ao alcance do que se pode imaginar.

Tomando a decisão de investir em um sistema fotovoltaica, o empresário tem ao alcance do seu negócio todas as vantagens da energia solar que, direta ou indiretamente, impactam na sustentabilidade da empresa.

 

A economia que você sempre sonhou

Economia garantia com energia solar

Enquanto reduzir a conta de energia em até 95% parece um fator estritamente econômico, utilizar-se de uma fonte renovável e inesgotável para suprir a demanda de energia elétrica da empresa é não apenas ambientalmente correto, como também, socialmente justo. 

Que tal ainda pensar que o valor economizado na fatura de energia pode ser aplicado no crescimento do negócio ou até mesmo em causas sociais? De todas as formas, a sociedade agradece. E é por isso que muitos empreendedores de pequenas e microempresas têm se encantado pelas vantagens da energia solar.

De acordo com a primeira pesquisa nacional sobre Energia Solar Fotovoltaica e os Pequenos Negócios, realizada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), em parceria com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e a Fundação Seade, 83,9% dos  empresários que possuem o sistema fotovoltaico reduziram os gastos com energia elétrica.

O estudo, realizado no período de 14 de maio a 15 de julho de 2019, ouviu mais de 3000 empresários de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), de todo o Brasil, que atuam nos setores de comércio, serviços, agropecuária e indústria de transformação. 

Mas, além de fazer parte da maior parcela do empresariado brasileiro (juntas, as micro e pequenas empresas compõem o total de 98,5% das empresas do país), o que esses empreendedores têm em comum? 

A resposta é fácil, eles conhecem as vantagens e desvantagens da energia solar e estão se beneficiando dos inúmeros pontos positivos que a energia solar para empresas pode trazer. Quer conhecer também? Vamos lá!

 

Começando pelo mais rápido: desvantagens

A “lista” de desvantagens da energia solar fotovoltaica é bem curtinha, então, é por ela mesmo que vamos começar. Mas, a verdade é que nem dá pra ter certeza que essa é uma boa palavra para usar nesse caso. Afinal, os únicos pontos que conseguimos enumerar são:

 

  • Investimento x porte da empresa;
  • Operação exclusivamente noturna.

 

Investimento x porte da empresa

Vale falar sobre esse ponto no sentido de que, muitas micro e pequenas empresas iniciam suas operações sem qualquer valor de capital social ou de giro, por exemplo, dependendo exclusivamente do seu trabalho para ter fluxo de caixa.

Para situações como essa, um investimento em energia solar fotovoltaica pode parecer expressivo e de não tão fácil alcance. O que é importante mencionar é que, nessa mesma realidade, ter um compromisso mensal com uma fatura de energia alta, também impacta na saúde da empresa.

A boa notícia é que já existem inúmeras opções de financiamento para viabilizar o investimento. Já vamos falar mais sobre isso.

 

Operação exclusivamente noturna

A única forma de um negócio não se beneficiar muito da energia solar para empresas é se a sua operação acontece exclusivamente à noite, ou seja, se enquanto o sol estiver brilhando nada acontece no seu negócio.

Como a fonte de geração de energia é o sol, os painéis somente podem captar a irradiação ao longo do dia. Então, se a sua empresa funciona somente à noite, no período de maior demanda não há geração. Mas isso também tem solução: basta utilizar um banco de baterias para utilizar à noite a energia que foi gerada ao longo do dia.

 

A energia solar tem bastante vantagens

vantagens e desvantagens da energia solar

Agora sim chegamos à parte boa: falar sobre as vantagens da energia solar para empresas.

E vamos logo destacando as principais:

 

  • Redução de até 95% na conta de energia;
  • Reputação: empresa amiga do meio ambiente;
  • Instalação, durabilidade e manutenção;
  • Linhas de financiamento acessíveis.

 

Redução de até 95% na conta de energia

Na extrema contramão da nossa tentativa de identificar alguma “desvantagem” da energia solar fotovoltaica, está a imensa maioria de micro e pequenas empresas cuja operação acontece exclusivamente durante o dia. O mesmo horário em que, não por acaso, é inteiramente coberto pela irradiação solar. 

Em casos como esse, a economia vem no curto e no longo prazo. De imediato, a conta de energia pode reduzir até 95%**. Afinal, durante todo o dia, enquanto o seu negócio consome energia, o sistema fotovoltaico segue fazendo a geração.

No longo prazo, com o sistema quitado, toda essa parcela pode ser reinvestida no crescimento do seu negócio ou nas causas que você achar mais interessantes. É demais, não é?

 

Reputação: empresa amiga do meio ambiente

Ao realizar um investimento em energia solar fotovoltaica, o seu negócio já pode ser considerado integrado à economia verde, um conjunto de iniciativas que visam promover o desenvolvimento sustentável, com base no bem-estar social e na redução de riscos ambientais e conservação do meio natural. 

Conciliando a noção de produção de baixo carbono, o uso eficiente e sustentável dos recursos naturais e a inclusão social, os negócios que fazem parte da economia verde têm despontado em reputação ao mesmo passo em que são cada vez mais admirados pelos consumidores conscientes. 

Em resumo? Você investe em economia solar fotovoltaica e de quebra tem um marketing espontâneo e extremamente positivo para o negócio.

 

Instalação, durabilidade e manutenção

Com manutenção quase zero e instalação super facilitada, a energia solar para empresas não impacta em nada a operação do negócio. Uma vez que os painéis são instalados de forma prática, segura e convertem a irradiação em energia solar, todo o sistema elétrico interno segue exatamente como o padrão.

Falando sobre durabilidade, são pelo menos 25 anos de aproveitamento do sistema. Já pensou? 25 anos, no mínimo, economizando 95% do valor atual da sua fatura de energia? É tanta economia que é melhor você pode reinvestir em toda a modernização do seu negócio.

 

Linhas de financiamento acessíveis

Independente do segmento no qual a sua empresa está inserida, hoje existem inúmeras linhas especiais para financiar o investimento em energia solar para empresas. Disponíveis para bancos e cooperativas de crédito, as linhas específicas para a instalação de painéis solares são incentivados por órgãos internacionais como a Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que atua para promover investimentos na economia de baixo carbono.

Ou seja, mesmo que o seu fluxo de caixa não seja como o de uma grande empresa, você pode adquirir o seu sistema fotovoltaico por meio de uma linha de crédito e pagar as parcelas com o que economiza na conta de energia. Quando acabar, é dinheiro no bolso. Ou melhor, no caixa!

QQuer notícia melhor para um pequeno negócio do que investir em crescimento com o mesmo fluxo de caixa que a empresa já tem? É isso mesmo que a energia solar para empresas propõe: transformar a despesa com a fatura de energia em margem de receita para reinvestimento.

 

Você pode ser micro ou pequeno empresário e, ainda assim, se beneficiar da série de vantagens que a energia solar para empresas tem, isso sem falar que, para um negócio aspirando crescimento, a conta de energia pode ser um verdadeiro empecilho. Faça uma simulação para entender o potencial de economia na sua conta de energia e chame a Solstar para planejar o seu projeto agora mesmo.

 

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