Conta de luz cara? O momento para investir em energia solar!

Já não é de hoje que a energia solar aparece como uma das principais aliadas de quem sonha em economizar na conta de luz com alternativas ao uso da energia elétrica de fontes não renováveis, como as hidrelétricas e, em casos mais extremos, as termelétricas. No entanto, o momento atual parece o mais recomendado para investir em energia solar na sua casa ou empresa.

É claro que ao dizer isso você vai supor que estamos nos referindo única e exclusivamente ao fato de que a conta de luz no Brasil está cada dia mais cara. É verdade que esse é, sem dúvidas, um dos principais motivadores de quem aposta na energia solar como solução para economizar nas contas da casa. Afinal, pensar em uma redução de até 95% na conta de luz é uma motivação sem igual.

Sim, você está certo ao pensar que os recentes aumentos na conta de luz vêm criando o cenário perfeito para a adoção da energia solar. Mas isso foge às questões financeiras, ainda que venha sendo a razão pela qual muitas pessoas finalmente têm buscado saber mais sobre a fonte. O que estamos falando aqui vai até a raiz dos aumentos na energia elétrica no Brasil.

Estamos falando sobre a forte relação da energia solar com o tripé da sustentabilidade. Ou seja, seus impactos em questões econômicas, tanto quanto em questões ambientais e sociais. 

 

Conta de luz não para de crescer

Conta de luz energia solar

Se você já leu mais a respeito, sabe que a causa dos frequentes aumentos na conta de energia brasileira, em 2021, devem-se à maior crise hídrica vivida pelo país em mais de 90 anos. Um triste cenário no qual os reservatórios das usinas hidrelétricas chegaram a apenas 20% de sua capacidade. Ou seja, estamos vivendo meses de escassez hídrica, o que significa que está muito mais difícil gerar energia elétrica por meio dessas fontes e, por isso, os custos variáveis repassados ao consumidor vêm aumentando.

O que estamos hoje sentindo no bolso ao pagar a conta de luz está diretamente relacionado ao que o meio ambiente sente quando utilizamos energia elétrica gerada por meio de fontes não renováveis; um cenário que se agrava em épocas de poucas chuvas. 

Isso explica porque a energia gerada por meio de fontes renováveis vem sendo tão incentivada em todo o mundo. Tanto por não estressar os recursos hídricos, quanto por ser uma unidade consumidora independente que, além de não demandar o sistema público de distribuição, ainda pode contribuir disponibilizando a energia gerada excedente ao consumo próprio.

Tá, e o social entra onde? Quer melhor papel social relacionado ao consumo de energia do que a contribuição para uma cidade mais sustentável? O tema é tão relevante que faz parte do Pacto Global da ONU, uma vez que a troca da matriz energética é uma necessidade irreversível em nível mundial.

Para completar, vale lembrar que contar com as fontes renováveis exclui o consumidor do risco de apagão que vivemos nos dias de hoje e, mesmo em períodos mais chuvosos, a energia solar continua sendo gerada.

Agora que você já entendeu porque o momento atual é perfeito para investir em energia solar fotovoltaica, aproveitamos para esclarecer os mitos que podem rodear as mentes de quem ainda está se inserindo nesse mundo.

 

Tudo sobre energia solar

Economia energia solar

Custa caro?

Resposta clássica: depende. Os custos são estimados com base no kit de equipamentos necessário para atender a unidade e também na sua respectiva instalação e projeto. Então, tudo depende do padrão de consumo da residência ou empresa. 

Exemplo: uma residência com quatro moradores demanda um sistema que custa entre R$15 e R$18 mil, incluindo equipamento, instalação e suporte.

O importante é lembrar que o retorno sobre o investimento é garantido e acontece num período entre 3 e 6 anos, podendo ser reduzido em regiões de maior incidência solar como o Nordeste do Brasil e que o sistema dura pelo menos 25 anos.

 

Consigo financiar a instalação de energia solar?

Sim! Já são muitos os bancos públicos ou privados, e cooperativas de crédito que têm ofertado linhas de financiamento especiais para aquisição e instalação de painéis solares.

Assim, a própria energia na sua conta de luz atual é o caminho para investir na instalação e pagar as parcelas sem impacto ao orçamento atual. Você pode saber tudo sobre o financiamento de energia solar nesse artigo que fala sobre as linhas cada vez mais difundidas e incentivadas por instituições que promovem a economia verde.

 

Como o sistema é percebido pelo mercado imobiliário?

É motivo de valorização! Os sistemas fotovoltaicos para a captação de energia solar elevam o valor do patrimônio, tanto por ser sinônimo de economia mensal, como pela estimativa de vida útil dos equipamentos, que se encontram entre 25 a 30 anos.

A tecnologia investida tem retorno imediato no valor agregado do patrimônio, e também acaba por chamar a atenção de futuros compradores que buscam sustentabilidade na residência. A otimização e automatização das cidades e moradias é o que definirá o nosso futuro.

Percebeu que esses mitos são apenas relacionados ao seu investimento, certo? Porque as vantagens de investir em energia solar vão além da sua casa, como bem citamos. Você pode esclarecer outras dúvidas com esse Guia com tudo o que você precisa saber sobre energia solar

E se já percebeu que o momento é perfeito, o segredo é não perder tempo e começar a economizar e contribuir com o meio ambiente e a sociedade agora mesmo. E, caso ainda precise de um incentivo, com a iminente aprovação da PL 5829/19 você terá somente mais 12 meses para se encaixar nas faixas de isenção e transição sobre os encargos e tarifas.

Faça agora mesmo uma rápida simulação com quem mais entende de energia solar e não perca mais tempo. A Solstar está pronta para instalar o sistema fotovoltaico na sua casa ou empresa.

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Como Funciona a Bandeira Vermelha na Conta de Luz?

No semáforo, no jogo de futebol, no saldo da conta bancária, nas placas de trânsito, nas sinalizações, assim como em muitas outras formas de alerta, a bandeira ou sinal vermelho sempre traz um tom de restrição. E quando ele resolve aparecer na nossa conta de energia, não é nada diferente.

Um tema que tem incomodado muitos brasileiros e brasileiras está relacionado aos aumentos frequentes na conta de luz e eles estão diretamente ligados às bandeiras tarifárias que são aplicadas na nossa fatura de energia. 

O sistema de bandeiras tarifárias está em vigência desde 2015 e foi planejado com o intuito de tornar mais transparentes as variações na conta de luz, por meio da utilização de bandeiras que sinalizam os custos variáveis e esforços para a produção de energia elétrica naquele momento e as consequentes tarifas aplicadas ao consumo em reflexo disso. 

Como bem explica a Aneel: “com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo e diminuir o valor da conta”.

 

Crise hídrica e bandeiras tarifárias

Ainda que, em função do país estar vivenciando a maior crise hídrica em mais de 90 anos, a Aneel tenha criado a nova bandeira escassez hídrica, a bandeira vermelha – já característica de períodos de energia com custos elevados – também assombra os brasileiros que tentam equilibrar as contas pelo significativo ajuste sofrido em 2021.

Desde 2015, quando o sistema foi implementado no Brasil, ele conta com quatro bandeiras em condições normais: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. Cada uma delas representa um valor específico de taxa na fatura para cada 100kWh consumidos. A bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, vinha onerando as contas de luz em R$ 6,24 por 100 kWh. 

Em julho de 2021, o valor da taxa sofreu um aumento bastante impactante, passando para R$9,49. Ou seja, para cada 100kWh que a sua residência consome, quase R$10,00 são pagos a mais, apenas em função da taxa. Essa mudança, além de pesar no bolso, tem causado muitas discussões, afinal, já se anunciou que a bandeira permanecerá ativa no Brasil até abril de 2022.

Mas você sabe por que a bandeira vermelha é acionada?

Bandeira Tarifária Conta de Luz

Antes de chegar a essa resposta, é importante resgatar quais são as bandeiras existentes no Brasil e o que elas representam.

 

Bandeira verde 

Aplicada quando as condições de geração de energia são favoráveis com relação aos recursos hídricos, libera o consumo e sinaliza que não há qualquer acréscimo nas contas.

 

Bandeira amarela

Sinaliza que as condições de produção de energia já não são favoráveis e emite um alerta de economia necessária aos consumidores. Quando a bandeira está ativa, a fatura passa a ter uma cobrança adicional, proporcional ao consumo, de  R$ 1,874 por 100 quilowatts (kWh).

 

Bandeira vermelha patamar 1

Como lembramos no início deste texto, traz por si só um sinal de restrição. Representa condições ainda mais desfavoráveis e, em função disso, demanda um adicional proporcional ao consumo de R$ 3,971 por 100 kWh na conta de energia.

 

Bandeira vermelha  patamar 2

A mais cara de todas (até a criação da bandeira escassez hídrica), a bandeira vermelha patamar dois é acionada em situações críticas de geração energética em função de más condições hidrológicas. Desde julho, o adicional cobrado por 100 kWh está em R$ 9,492.

Mais um ponto de atenção no cenário atual é que novos aumentos podem ser aplicados e, caso aconteça, o adicional poderá chegar a R$24 ou mais. 

 

Bom, você já percebeu que o acionamento de uma bandeira tem tudo a ver com as condições de produção de energia elétrica no momento, em função das condições hidrológicas. Ou seja, o adicional cobrado não é apenas um repasse dos custos variáveis, é também uma forma de sinalizar para os consumidores que é necessário frear o consumo para evitar um apagão. E nós sabemos que nada melhor do que sentir no bolso para ativar a consciência.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Aqui resgatamos os principais pontos:

Conta de luz

#1 Quando uma bandeira é acionada (muda de cor)

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), realiza mensalmente uma reavaliação das condições de operação do sistema de produção de energia elétrica para então definir a cor da bandeira tarifária, a partir da previsão de variação no custo da energia.

 

#2 Reflexo da redução de consumo na bandeira

Quando reduzimos o consumo, não temos mudança na bandeira de forma direta, uma vez que ela é definida mensalmente com base nas condições de produção de energia. A redução de consumo na unidade não fará a bandeira alterar, pois ela é aplicada igualmente a todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional – SIN (regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte do Norte). No entanto, reduzir o consumo pode, pelo menos, impedir que a fatura aumente.

 

#3 Quando sabemos qual será a bandeira do mês seguinte? 

Para aquele consumidor que gosta de se planejar previamente, a Aneel disponibiliza, ao final de cada mês, o valor da bandeira para o mês seguinte. Basta acessar o site para consultar o calendário anual de divulgação das bandeiras. Em complemento, todas as distribuidoras devem informar em suas páginas a bandeira vigente, até dois dias úteis após a divulgação pela Aneel.

 

#4 Quais custos estão embutidos na conta de luz? 

A nossa fatura de energia inclui duas categorias de custos relacionados à produção de energia elétrica: 1) custos não administráveis: compra de equipamentos, como transformadores de rua e cabos, taxa de transmissão, encargos e  aumentos de imposto; 2) custos administráveis: salários pagos aos trabalhadores, dividendos aos acionistas, bonificações e gratificações aos diretores.

Todo o custo de produção (geração) de energia elétrica é repassado ao consumidor e, naturalmente, reflete as condições do momento – por isso o sistema de bandeiras. Por isso o valor tem aumentado tanto e ainda está em risco de sofrer novo aumento, visto que a crise hídrica vem piorando e pode acarretar um prejuízo ao sistema que, se não for rateado agora, virá mais tarde.

 

Esse tema é para deixar o cabelo em pé como um próprio choque elétrico, não é? Por isso, fazemos questão de lembrar que, com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica, você não apenas foge das variações da Aneel, como pode alcançar até 95% de economia na sua conta de energia e ainda contribui com o meio ambiente e a sociedade. Faça uma simulação com a Solstar e comece o seu projeto agora mesmo.

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Conta de Luz Cara? Dicas de Como Fugir Dela!

A nova bandeira escassez hídrica, criada pela Aneel, tem feito muita gente preferir receber a fatura do cartão de crédito a receber a conta de energia. Com a conta de luz mais cara, a cada mês é uma nova cifra visitando nossos lares sem ser recebida da melhor forma possível.

Mas, se a energia é ainda mais fundamental do que nunca (os tempos de aula on-line, home office e tudo virtual que o digam), só nos resta pensar em formas de fugir da conta de luz cara. E a solução, como sempre, é o consumo consciente. A adoção de hábitos que, por menores que pareçam, são capazes de contribuir significativamente para que a sua casa não seja a central do desperdício de quilowatts.

Tá a fim de conhecer essas dicas? Corre aqui então para salvar alguns reais por mês.

 

#1 Iluminação: o último a sair apaga a luz, de LED

 

Como economizar na conta de luz

Projetos de iluminação (quando possível), otimizam a arquitetura da casa. Além de definir a disposição das lâmpadas e outros para melhor aproveitamento, economia e conforto visual para o ambiente, ainda podem incluir recomendações sobre os materiais que melhor se aplicam ao espaço e assim geraram economia na conta de luz.

Uma orientação importante dos especialistas é com relação à troca das lâmpadas convencionais pelos modelos de LED. Com destaque para o menor consumo de energia, que pode chegar a 80% menos, a iluminação de LED ainda oferece inúmeros benefícios. Com as atuais opções de lâmpadas, painéis, placas, fitas, balizadores, arandelas e demais materiais em LED, é possível combinar economia com eficiência e sem perder em nada na estética.

E não esqueça da boa e velha dica que nunca sai de moda: ao sair dos cômodos, apague as luzes.

 

#2 Ambiente: aproveite ao máximo a iluminação e ventilação naturais

Essa dica não espera que você saia correndo comprar tintas e comece a reforma hoje mesmo. Mas é uma orientação para trazer conhecimento. Usar a pintura e decoração a favor da otimização da iluminação natural é uma boa sacada para a sua economia na conta de luz.

Cores claras nas paredes ampliam a sensação de luminosidade, reforçando a incidência de luz natural e tornando desnecessário acender todas as luzes; isso otimiza a eficiência da iluminação e, consequentemente, reduz custos com energia. 

Ainda no campo das adaptações na configuração dos ambientes, a dica é aproveitar ao máximo a luz natural, quando possível, é claro. Concentrar ao máximo as atividades que exigem mais luminosidade nos espaços mais iluminados da casa. Exemplo: está trabalhando em home office? Que tal colocar a mesa de trabalho num espaço favorecido pela posição das janelas?

Na mesma linha, está a questão dos equipamentos como ar condicionado e ventiladores. Sempre que possível, dê preferência à ventilação natural, mesmo em meses de calor intenso, algumas regiões possuem ótima ventilação, refrescando o ambiente somente ao abrir janelas e portas. 

Impossível ficar sem o ar na sua cidade? Então salva essas dicas:

  1. Use a temperatura entre 22 e 24 graus. É suficiente para um ambiente confortável e gasta menos energia se comparado às temperaturas inferiores.
  2. Programe o ar para desligar, por exemplo, se você ligou antes de dormir. Assim ele não fica por muitas horas operando.

 

#3 Eletrodomésticos: a solução é se planejar

 

Como economizar na conta de luz

Você já sabe que as versões mais atuais da maior parte dos eletrodomésticos possuem selo Procel de baixo consumo de energia e são infinitamente mais convenientes que as antigas. Não é à toa que muitas concessionárias possuem programas de incentivo à troca de geladeiras e freezers, por exemplo.

No entanto, a dica aqui está no uso planejado dos eletrodomésticos que consomem mais energia, como o ferro de passar e a máquina de lavar, por exemplo. A sugestão é se organizar para acumular uma quantidade mínima de roupas, tanto para lavar quanto para passar, não utilizando a máquina mais do que duas vezes na semana e o ferro uma vez. 

Dessa forma, ao invés de ficar ligando e desligando os equipamentos várias vezes, você liga, utiliza e desliga de uma vez só.

 

#4 Chuveiro elétrico: o vilão eterno da conta de luz

Sim, ele é o verdadeiro vilão do consumo de energia elétrica e aumento na conta de luz de muitas residências que o utilizam, chegando a consumir 40% do total demandado pela unidade. É por isso que cai de maduro aquele clichê que fala sobre banhos rápidos (até 15 minutos e menos sempre que possível) que, além de reduzir o consumo de energia, também contribui para evitar o desperdício de água.

 

#5 Geladeira: nada de abrir para pensar

Principalmente nos períodos de altas temperaturas, cada vez que você abre a geladeira, uma troca entre a baixa temperatura do equipamento e o calor do ambiente acontece, demandando mais energia da geladeira para manter a conservação. 

Por isso, a sugestão é ser breve ao abrir para guardar e retirar alimentos e nada de ficar pensando em frente a ela. Outra coisa importante: não guarde alimentos quentes, espere esfriar antes para não demandar mais esforço do equipamento no resfriamento.

 

#6 Energia solar: a sua grande aliada na economia da conta de luz

 

Sistema fotovoltaico

A última dica é também a mais importante de todas, afinal, ela sozinha derruba qualquer conta de luz em até 95%. Não diminuindo a importância de manter o consumo consciente e aplicar todas as dicas listadas anteriormente, a energia solar mantém a eficiência de toda a residência e ainda evita que você se preocupe com pequenos detalhes espalhados pela casa.

Seu principal ponto está no fato de ser oriunda de uma fonte renovável, a radiação solar, o que faz com que os períodos de maior seca e calor, prejudiciais para a energia oriunda de hidrelétricas, sejam os mais benéficos para a sua geração.

É claro que existe um planejamento e um investimento envolvidos, no entanto, o retorno é garantido no médio prazo e, além de ser extremamente sustentável, ainda gera economia para investir, por exemplo, em melhorias na residência e na troca por equipamentos mais eficientes. Ou seja, é a solução para você dormir tranquilo todas as noites e ainda poder esperar a conta de energia com satisfação. Só não esquece de apagar as luzes e programar o ar condicionado.

Está na hora de saber tudo sobre energia solar fotovoltaica e começar a planejar o seu projeto. E claro, você pode contar com a Solstar, uma especialista em energia solar para te apoiar em todas as etapas dessa missão. Faça agora uma simulação grátis!

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Tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Saiba tudo sobre a nova bandeira tarifária da ANEEL

Aumento na conta de luz, gasolina que não para de subir, itens de mercado cada vez mais caros, botijão de gás acima de R$100. O que o brasileiro mais tem observado nos últimos meses é que está bem difícil equilibrar as contas com tamanha instabilidade na economia. E as mudanças são tantas que parece que toda manhã quando acordamos um novo aumento ou bandeira tarifária está sendo praticado, já até nos perdemos tentando entender as razões.

E então, você sabe por que a conta de luz está mais cara? Essa está fácil de explicar e nossos leitores já vão entender tudinho aqui mesmo nesse texto. Trata-se da nova bandeira tarifária da ANEEL.

Em vigor desde setembro, a nova bandeira representa um aumento de 6,78% na conta de luz em relação à bandeira vermelha e é um reflexo dos altos custos na geração de energia elétrica que, naturalmente, são repassados ao consumidor. Chamada de Bandeira Escassez Hídrica, essa nova faixa tarifária é uma consequência da maior crise hídrica já vivida pelo país em mais de 90 anos e que, assim, reflete em uma conta de luz mais cara.

Você faz parte do grupo de pessoas que paga a conta de luz todos os meses e até agora não sabe do que se tratam as bandeiras tarifárias?

 

Pode ficar tranquilo, chegou a hora de entender direitinho

Em vigência desde 2015, outro período no qual as contas de luz estiveram em alta, o sistema de bandeiras tarifárias surgiu com o objetivo de tornar mais transparentes as variações nas contas de luz. Isso significa que, desde que as bandeiras foram estabelecidas, o consumidor percebe os diferentes custos de geração de energia de acordo com o mês nos quais são praticados. 

Antes do sistema de bandeiras ser criado, o consumidor pagaria por essa diferença nos custos somente no ano seguinte, ou seja, a conta não seria uma fotografia real do momento. Tentando aplicar essa regra no cenário atual, somente em 2022 pagaríamos a conta da geração de energia com custos elevados em função da crise hídrica em 2021.

Nestes mais de cinco anos desde a sua criação, o sistema contava com quatro bandeiras: verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2. A recém lançada quinta faixa – bandeira escassez hídrica-, representa um aumento de R$4,71, cerca de 50% em relação à bandeira vermelha patamar 2, até então a maior, no valor de R$9,49 por 100 kWh.

 

Pensando na conta de luz, o que cada uma dessas bandeiras representa?

 

Bandeira Tarifária

Você deve ter percebido a semelhança entre as faixas que compõem o sistema de bandeiras tarifárias e um semáforo de trânsito. A ideia por trás dessa criação está justamente na utilização de uma combinação de cores que oriente o comportamento do consumidor de acordo com os custos.

O sistema de bandeiras tarifárias é um sinalizador das condições de geração de energia elétrica pelo país. Condições essas que, quanto mais favoráveis, naturalmente, mais barato fica o serviço.

Logo, a bandeira verde representa um cenário de boas condições, como já mencionamos. A bandeira amarela começa a dar indícios de restrições, um cenário que pode representar um acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) que forem consumidos no mês. 

A bandeira vermelha, até então responsável pelas mais altas tarifas, representa sinais de uma piora nas condições de geração de energia. Assim, no seu patamar 1 está previsto um acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, enquanto o patamar 2 representa R$ 9,492 de acréscimo para cada 100 quilowatt-hora consumidos.

Dando sequência à alusão de trânsito, a bandeira da escassez hídrica sugere que passamos o sinal vermelho e vamos pagar pela infração. Ou seja, com os níveis de rios e reservatórios em apenas 20% da sua capacidade, as condições de geração de energia são mais que preocupantes e, além dos seus altíssimos custos, não se exclui o risco de um apagão geral.

Mas, falando sobre o quanto isso impacta na nossa conta de luz, a nova bandeira representa uma cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 kWh consumidos. Para exemplificar: num cenário em que, com a bandeira vermelha patamar 2, o consumidor pagaria R$ 69,49 ao consumir 100kWh, agora ele pagará R$ 74,20 pelo mesmo consumo, uma alta de 6,78%.

 

Até quando vamos pagar essa conta?

 

Aumento na Conta de Luz

A nova bandeira já faz parte da nossa conta de luz desde o mês passado (setembro de 2021) e deve permanecer até abril de 2022, em função das previsões e estimativas com relação às chuvas. Todos os meses, no entanto, a ANEEL faz uma reunião para analisar as condições de geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica no Brasil e, assim, decidir qual a tarifa será aplicada nas contas de luz do mês seguinte.

Antes de ficar apavorado (se é que deu tempo), você já deve ter começado a se questionar sobre as alternativas para não ser mais refém dessas bandeiras e a boa notícia é que elas existem. Com a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica na sua casa ou empresa, é possível garantir a estabilidade financeira e de geração em períodos de poucas chuvas e ainda contribuir com o meio ambiente e a sociedade.

Quer saber mais sobre essa alternativa e alcançar até 95% de economia na sua conta de energia? Faça uma simulação grátis com a Solstar e comece a planejar o seu projeto de energia solar fotovoltaica agora mesmo. Você pode estar com tudo pronto e economizando muito antes da nova bandeira acabar.

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Conta de luz cara? ENTENDA O PORQUÊ

A conta de luz está mais cara. As mais recentes informações no noticiário brasileiro não são muito animadoras para quem tem acompanhado um cenário de pandemia durante mais de 18 meses. Enquanto o avanço da vacinação nos traz uma visão otimista, esboçando uma tentativa de reação em termos sanitários, a economia vem tirando o sono dos brasileiros.

Quem está despontando nessa lista como a campeã de tiro curto é a conta de luz. O símbolo da vida adulta – quem não se sentiu mais adulto quando pagou a sua primeira fatura de energia? – que está em todos os lares, aparentemente, tem gostado de figurar entre as conversas sobre orçamento familiar.

 

Quer entender por que a conta de luz está mais cara e conhecer alternativas?

Anualmente, as operadoras de energia aplicam um ajuste nas tarifas decorrente da atualização monetária. Uma correção de valores em função da inflação que se aplica a todos os setores e que, no caso da energia, tem seu índice aprovado pela Aneel. 

O reajuste anual, a exemplo de uma série de outros índices, teve um aumento expressivo desde 2019, alcançando 6,94% em 2021, contra 3,25% em 2020 e 1,67% em 2019. Um crescimento médio anual de 100%. 

Fazendo as contas, somente o repasse da atualização monetária acrescenta R$9,49 a cada 100 kWh na bandeira tarifária – até 2020 o valor era de R$6,24. Ou seja, além do valor de consumo e dos impostos e encargos, a cada 100 kWh consumidos pela unidade, mais R$9,49 irão compor a fatura.

Em julho deste ano, o aumento na conta de luz já ultrapassou os 12% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. No entanto, veio em agosto a notícia de que, a partir de setembro, um novo aumento na base de 7% seria aplicado nas contas de energia de todo o país.

 

Conta de Luz cara

 

Novas bandeiras tarifárias e a crise hídrica

 O novo acréscimo é oriundo da criação da bandeira de escassez hídrica pela Aneel, faixa tarifária que carrega em seu próprio nome a explicação sobre o motivo da conta de luz estar mais cara.

O fator que mais tem impulsionado o aumento nos preços é a crise hídrica pela qual o Brasil vem passando e que assola os reservatórios das hidrelétricas, principal fonte geradora de energia no país. 

Com a expressiva redução de chuvas, os níveis de rios e reservatórios caíram significativamente, chegando a tristes 20% da sua capacidade e ocasionando a maior crise hídrica em mais de 90 anos.

 

Escassez de água

Devido a escassez de água e a dificuldade para manutenção dos reservatórios, o governo se vê obrigado a acionar as usinas termelétricas – mais caras e poluentes – a fim de evitar um apagão geral nas áreas de maior consumo. O custo desse acionamento é repassado ao consumidor pela fatura de energia, o que explica a conta de luz mais cara no cenário de crise hídrica.

A baixa diversificação da matriz energética brasileira também contribui bastante para o cenário. Hoje, a maior parte da energia elétrica gerada no país vem de hidrelétricas e, em casos extremos, de termelétricas. 

Por isso, muito tem se falado sobre energia eólica e, principalmente, energia solar. A construção de grandes parques eólicos ou estações de geração de energia solar tem mostrado sua eficácia por onde chegam e vem conquistando governos em todo o mundo.

 

Energia solar é a solução para conta de luz cara!

 

Energia solar e conta de luz cara

Bom, já deu para perceber que os principais fatores que ocasionam a conta de luz cara fogem ao controle da população, não é mesmo? Dependendo da energia que é entregue pela operadora, a única alternativa é economizar para reduzir a conta. 

Se os períodos chuvosos não começarem logo, um novo aumento não está descartado pelo governo, sem falar no risco de apagão, é claro.

A boa notícia é que já existe um caminho para conquistar a “independência” quando o assunto é geração de energia. A energia solar fotovoltaica é a principal alternativa para a economia na conta de luz, sem precisar esperar pelo governo ou pelas concessionárias. 

Proveniente da alta quantidade de radiação solar emitida diariamente, a energia solar fotovoltaica  tem como grande vantagem a redução indiscutível na conta de luz mais cara. Além disso, é oriunda de uma fonte renovável e que não impacta o meio ambiente de forma negativa.

 

Economia instantânea

Já no primeiro mês após a instalação, o sistema de energia solar residencial apresenta resultados que chegam a até 95% de economia na sua conta de energia. Em muitas unidades com o sistema solar fotovoltaico instalado, a energia gerada ao longo do dia é superior ao dobro do consumo da unidade. 

Você garante a demanda da sua casa e ainda apoia o sistema público injetando a energia excedente para o uso de outras unidades consumidoras.

No momento em que todo o país está sendo impactado pela escassez de chuvas, contar com o sol como fonte de energia é uma resposta pronta para a economia que traz consigo a tranquilidade de saber que a sua casa está contribuindo com a crise hídrica vivida pelo país.

 

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