Category: Institucional

Qual é a diferença entre um painel solar, placa solar e módulo solar?

Qual é a diferença entre um painel solar, placa solar e módulo solar?

Neste post nós explicamos a diferença entre painel, placa e módulo solar. Leia e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Você sabe qual é a diferença entre painel solar, placa solar e módulo solar? Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que ainda estão conhecendo o sistema de produção de energia solar. Neste artigo, nós respondemos esta dúvida e explicamos tudo o que você precisa saber sobre o assunto! A verdade é que painel solar, placa solar e módulo solar são três termos utilizados para definir o mesmo produto. Acontece que, “painel” e “placa” são os termos mais populares, falados pela grande maioria das pessoas, enquanto “módulo” é o termo utilizado de forma mais técnica. Todos os termos estão corretos e você pode usá-los tranquilamente. Você também deverá ouvir com frequência a palavra “fotovoltaico”. Este também é um termo correto. Ele corresponde ao efeito fotovoltaico, que é o processo de absorção da energia da luz solar, para que a energia elétrica possa percorrer o caminho necessário entre as camadas do módulo.

Mas, afinal, o que é um módulo fotovoltaico?

É uma placa composta por células solares. Geralmente, tem entre 36 até 72 células. Elas são produzidas, normalmente, por silício e são utilizadas para fazer a captação da luz solar que será convertida em energia elétrica. Portanto, um sistema de energia solar precisa desses módulos para funcionar. Quanto maior for o sistema, mais células ele precisará. Então, a quantidade de módulos dependerá do tamanho e capacidade de cada sistema.

E como funciona o módulo fotovoltaico?

O módulo fotovoltaico faz a captação da luz solar e gera energia elétrica, processo que é possível devido ao inversor solar, dispositivo que faz parte do kit de energia solar. Veja quais são as etapas de operação do efeito fotovoltaico: O módulo capta a luz do sol e gera energia elétrica a partir dela; O inversor solar faz a conversão da corrente contínua para corrente alternada. Desta forma, é gerada a energia para abastecer o imóvel; A eletricidade gerada pelo sistema passa a ser distribuída para as tomadas e aparelhos eletrônicos em geral; O excesso de energia, ou seja, aquele que não está sendo utilizado na residência, é injetado na rede da distribuidora. Ela utiliza para atender outros consumidores e retorna em créditos para a unidade que produziu.

Tipos de módulos solares

Existem diferentes tipos de módulos solares disponíveis no mercado. Para eleger a melhor opção para um projeto, o recomendado é entrar em contato com uma empresa especializada, como a Solstar. É necessário considerar alguns fatores para garantir a eficiência dos painéis. Como por exemplo, o nível de irradiação solar do local, as características da área de instalação e a média de consumo mensal de energia da edificação. Alguns dos principais tipos de módulos solares são: Painel solar de silício monocristalino; Painel solar de silício policristalino; Painel fotovoltaico de silício amorfo (a-Si); Painel fotovoltaico de filme fino; Células fotovoltaicas orgânicas (OPV); Painel solar de seleneto de cobre, índio e gálio (CIS/CIGS); Painel fotovoltaico de telureto de cádmio (CdTe); Painel solar híbrido (HJT).

Como é fabricado um módulo fotovoltaico?

O processo de fabricação de um módulo solar fotovoltaico é bastante cuidadoso. Ele deve garantir alta qualidade para que o sistema tenha uma vida útil de pelo menos 25 anos. Para isso, algumas etapas são fundamentais no processo produtivo: Limpeza dos vidros; Procedimento de interconexão das células fotovoltaicas do painel; Montagem do sistema da matriz de células (Layup); Posicionamento do Backsheet e EVA; Corte das rebarbas; Caixa de junção; Instalação das molduras de alumínio; Teste de funcionamento; Inspeção geral e detalhada; Separação e empacotamento.

Onde comprar módulos fotovoltaicos?

A aquisição dos módulos fotovoltaicos para compor um sistema de produção de energia solar, deve ser feita com uma empresa especializada. A quantidade e a potência dos módulos vão depender de cada projeto. É necessário elaborar o projeto, fazer a compra dos painéis e dos acessórios que compõe o kit de energia solar e ainda, homologar o pedido de instalação junto à distribuidora de energia. O kit de energia solar conta com os painéis, dispositivos como o inversor, cabos e estruturas para fixação dos painéis. A Solstar é uma empresa com ampla experiência no segmento de energia fotovoltaica. Trabalhamos com produtos de ponta, fabricados com as tecnologias mais modernas do mercado. Além disso, temos um time expert no assunto para criar os projetos mais eficientes para cada imóvel e garantir o retorno do investimento em tempo recorde. Faça agora mesmo uma simulação grátis e descubra o quanto você pode economizar instalando seu sistema de energia solar residencial. Learn More

Energia solar para casa na praia vale a pena?

Energia solar para casa na praia vale a pena?

Será que a energia solar para casa de praia vale a pena? Quais benefícios o sistema pode gerar? Há problemas com a maresia? Tire suas dúvidas neste post. Se você tem um imóvel localizado em regiões litorâneas e está se perguntando se energia solar para casa na praia vale a pena, neste post mostramos tudo o que você precisa saber sobre o assunto. A energia solar é uma tecnologia que promove autonomia e sustentabilidade para imóveis localizados em qualquer região. Para que seja viável a instalação de um sistema, basta que o imóvel tenha uma área de telhado suficiente com boa exposição solar. Ou seja, que não tenha a interferência de sombras. As regiões litorâneas costumam ser boas para a produção de energia solar, justamente pela incidência de sol, que é a fonte necessária para a geração de energia. Mas, será que a energia solar para casa na praia vale a pena mesmo?

Custo-benefício do sistema solar para casa de praia

O investimento em um sistema solar pode variar de acordo com cada projeto. Isso porque, tudo depende do tamanho do sistema, capacidade de produção, tipo da estrutura de fixação a ser utilizada, dentre outras características. De modo geral, o tempo médio de retorno do investimento é de 5 anos. Sendo que, a vida útil do sistema é de, em média, 25 anos. Estima-se que a economia proporcionada pela geração de energia solar em uma residência possa ser de até 95% da conta de energia. Além disso, nos sistemas on-grid, que são conectados à rede da distribuidora de energia, quando houver produção maior do que a consumida pelo imóvel, isso gera créditos. Esses créditos tem validade de 60 meses (5 anos) e podem ser utilizados para compensar as faturas quando a produção for mais baixa, ou ainda, para abater faturas de outros imóveis, desde que sejam de mesma titularidade. Vale ressaltar ainda, que os sistemas fotovoltaicos tem custo baixíssimo de manutenção.

Vantagens da energia solar para casa na praia

Redução de até 95% da conta de energia; Aproveitamento da incidência solar que é comum em regiões litorâneas; O imóvel não fica refém das alterações na cobrança de energia; O sistema fotovoltaico é sustentável e não prejudica o meio ambiente; Ocorre uma importante valorização do imóvel; Tempo de retorno do investimento é curto considerando os benefícios do sistema.

A maresia prejudica os painéis fotovoltaicos?

Essa é uma dúvida frequente entre proprietários de residências localizadas nas regiões litorâneas. A maresia não inviabiliza a instalação do sistema fotovoltaico. Atualmente, tanto os painéis quanto as estruturas de fixação são fabricados em materiais resistentes à corrosão. Os principais produtos utilizados a fabricação da estrutura são alumínio EM-AW-6063 T66 e aço inoxidável 304. Além disso, os módulos fotovoltaicos passam por processo de selagem à vácuo que isola a folha traseira e os materiais internos. Isso impede que ocorra corrosão devido a entrada de sal nas placas. Painéis fotovoltaicos certificados passam por testes rigorosos. Um deles é o Teste de Corrosão por Névoa de sal (IEC 61701), que faz a simulação dos efeitos da maresia para comprovar a resistência do produto.

Como é a manutenção do sistema solar de casas na praia?

De modo geral, a manutenção dos sistemas fotovoltaicos consiste na limpeza periódica dos painéis e na revisão elétrica do sistema. O recomendado é que esses procedimentos sejam realizados a cada seis meses. Para as casas de praia, a limpeza dos painéis é um procedimento ainda mais importante. Apesar de não provocar corrosão, o acúmulo de sal sobre os painéis pode prejudicar o desempenho deles, reduzindo o potencial de energia do sistema. Portanto, é de suma importância observar com frequência a condições dos painéis com relação ao acúmulo de sal e outros tipos de sujeira.

O vento do litoral prejudica o sistema de energia solar?

No Brasil, estima-se que as regiões litorâneas possam ser afetadas por ventos de até 150 km/h. Esse é um fator que precisa ser considerado no momento da elaboração do projeto. Os painéis possuem um peso considerado baixo. A grande maioria dos telhados suporte tranquilamente o peso. Porém, o vento adiciona mais carga ao sistema. Por conta disso, é importante que a estrutura de fixação seja adequada às condições climáticas da região. Por isso é de suma importância contar com profissionais qualificados e experientes para elaborar o seu projeto. Garanta isso contratando a Solstar.

Posso usar os créditos da energia solar gerada na casa da praia?

Uma das vantagens de implantar um sistema fotovoltaico na casa de praia é que os créditos gerados a partir da produção excedente de energia, podem ser utilizados para abater a fatura de residências que ficam em outros locais. Para isso, é necessário que os dois imóveis tenham a mesma titularidade, seja CPF ou CNPJ. Então, basta homologar junto a distribuidora o pedido para utilizar os créditos na segunda unidade consumidora. Além disso, é preciso que os dois imóveis sejam atendidos pela mesma concessionária de energia. Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com nosso time de atendimento. Learn More

Energia Solar em casa: Descubra como investir na sua casa

Energia Solar em casa: Descubra como investir na sua casa

Economize até 95% na fatura com um sistema de energia solar em casa. Neste post, te explicamos como isso funciona. A produção de energia solar em casa pode gerar uma economia de até 95% na conta de luz. Este é um dos principais motivos que tem levado as pessoas a instalarem sistemas fotovoltaicos residenciais. Mas, os benefícios da energia solar para as residências não para por aí. Ela é mais sustentável, não polui o meio ambiente, não faz barulho e é independente das oscilações do mercado energético. Embora seja uma tecnologia considerada nova, a cada ano cresce o número de pessoas que optam pela implementação da energia solar em casa, em busca de maior autonomia. Se você quer descobrir como investir em um sistema fotovoltaico para sua casa, a seguir explicamos como tudo isso funciona.

Como funciona o sistema de energia solar de uma casa?

A grande diferença entre um sistema residencial e um comercial, está na potência de geração energética. Nos estabelecimentos comerciais e industriais, existe uma demanda muito maior de consumo, sendo necessário o uso de sistemas mais amplos e que possibilitem o armazenamento da energia produzida. Para a produção de energia solar residencial, é necessário a instalação de painéis solares. Geralmente, ela é feita sobre o telhado, aproveitando a exposição solar que ocorre neste espaço. Em casos de residências que ficam na sombra de prédios, por exemplo, são estudadas outras alternativas para a instalação, como o uso de espaços no quintal. A energia captada pelos painéis é levada até um dispositivo chamado de inversor solar. Ele altera a corrente elétrica de contínuo para alternada, de forma que se torne compatível com a corrente elétrica residencial. Dessa forma, ela fica pronta para utilização em equipamentos e eletrodomésticos. Se a residência consome menos energia do que o sistema é capaz de produzir, então o excedente é enviado à distribuidora e convertido em créditos que geram desconto na fatura. Com exceção dos sistemas off-grid, que não são conectados à rede de distribuição.

Tipos de sistemas de energia solar para casas

Antes de optar pela adesão de um sistema de geração de energia solar, é importante conhecer as opções disponíveis, a fim de escolher aquela que atende de forma mais completa a demanda residencial. Existem três principais sistemas para residências. São eles: on-grid, off-grid e sistemas híbridos. Os sistemas on-grid são os mais populares. Eles têm conexão direta com a rede elétrica. Quando existe produção excedente de energia, eles fazem o envio automático para a distribuidora. Então, essa energia é convertida em descontos na conta. Além disso, em casos onde a energia produzida não seja suficiente para suprir a demanda da residência, a rede elétrica faz o fornecimento da quantidade necessária, complementando a produção. Já o sistema off-grid é um modelo autônomo. Ou seja, não está conectado à rede elétrica. Ele é indicado para locais remotos, onde não há a cobertura de energia pelas distribuidoras. A produção excedente pode ser armazenada em baterias, o que garante o fornecimento de energia durante a noite ou em dias nublados e chuvosos. O sistema off-grid pode ser utilizado em várias aplicações como a iluminação independente de um quintal ou jardim, em chuveiros externos, para acionamento de bombas d’água em áreas rurais, etc. Nesses casos, é implementado um sistema menor que atenda somente tal demanda. Falando agora dos sistemas híbridos, eles são ligados à rede de energia, mas também permitem o armazenamento do excedente da produção. Ou seja, tem as características dos sistemas on-grid e off-grid. Sistemas híbridos são interessantes porque oferecem muito mais autonomia e independência para os usuários. Além de reduzir a conta de luz, fornecem energia mesmo durante a noite ou em dias nublados. Além disso, os excedentes podem ser vendidos à distribuidora.

Como investir em energia solar para sua casa?

Para fazer a instalação de um sistema de energia solar na sua casa, é necessário começar pela avaliação da demanda energética local. Verifique qual é o consumo médio em kWh para calcular qual deverá ser a potência do sistema. Em seguida, você deve procurar por uma empresa confiável, como a Solstar, para fazer o orçamento e contratação do sistema e do serviço de instalação. Por fim, quando a opção for por sistemas on-grid ou híbridos, é necessário fazer a homologação junto à distribuidora. Dessa forma, serão feitas as adaptações necessárias no relógio da residência.

Benefícios de ter energia solar em casa

Redução de até 95% na conta de luz; Valorização do imóvel; Instalação rápida e simplificada; O sistema não faz barulho e não altera o funcionamento da residência; Evita os aumentos na conta de luz; Baixa manutenção; A vida útil do sistema é de, em média, 25 anos; Promove autonomia e independência energética; Favorece o meio ambiente, pois a energia solar é limpa e renovável; É um investimento seguro e sustentável. Em nosso site, você pode fazer uma simulação grátis e descobrir quanto economizará com um sistema fotovoltaico na sua casa.

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Quanto pesa um sistema solar residencial?

Quanto pesa um sistema solar residencial?

Será que o telhado da sua casa suporta a instalação de um sistema fotovoltaico? Qual o peso dos painéis solares? Neste artigo, nós tiramos as suas dúvidas. Uma das principais dúvidas de quem deseja implantar um sistema solar residencial é com relação ao peso dos painéis. Será que o telhado é capaz de suportar os painéis? Quanto eles pesam? É seguro adicionar essa carga a edificação? Os sistemas de energia solar proporcionam muitas vantagens para quem opta pela sua implantação. Dentre elas está a economia na conta de luz, independência energética e a contribuição com a preservação do meio ambiente. Neste artigo nós esclarecemos algumas dúvidas frequentes com relação ao peso dos painéis. Além disso, mostramos tudo o que você precisa saber para garantir a segurança e não comprometer a edificação devido a esse fator.

Qual é o peso de um sistema fotovoltaico residencial?

É importante saber que o peso pode mudar de projeto para projeto. Isso acontece porque o tamanho depende da demanda energética de cada residência. A partir dessa demanda, é que são escolhidos o tipo e a quantidade de placas, a estrutura de fixação, equipamentos e acessórios para o funcionamento do sistema, como cabos, microinversores, etc. A média de peso dos painéis fotovoltaicos mais utilizados no mercado, que é o de 60 células, é de 18 a 20kg. Mas, isso também pode variar de acordo com a extensão, quantidade de células e outros detalhes. De modo geral, a carga de peso adicionada é de, em média, 15kg por metro quadrado. Em telhados de cobertura metálica, que contam com telhas trapezoidais comuns ou termoacústicas, esse peso pode cair para 13,5kg por metro quadrado. Arranjos de painéis que ficarão expostos ao vento, devem receber cargas extras por conta da velocidade do vento. Em regiões litorâneas, por exemplo, os ventos podem atingir até 150 km/h. Por isso, a verificação da estrutura de fixação é de suma importância. O Engenheiro eletricista é o profissional responsável por dimensionar e especificar quais serão os equipamentos utilizados. Bem como, pela instalação e proteção das conexões elétricas. Porém, a verificação estrutural deve ser feita de maneira antecipada por um engenheiro estrutural.

Qual a importância da verificação estrutural?

A verificação estrutural da residência é extremamente importante para garantir a segurança da edificação. Embora os sistemas fotovoltaicos sejam seguros, uma análise cuidadosa garante sua resistência e durabilidade, além de proteger a residência. A grande maioria dos telhados e lajes suportam a carga adicional do sistema. Porém, dependendo do tipo de estrutura pode ser necessário adequar ou até mesmo reforçar o peso. Existem Normas Técnicas que orientam a elaboração do Laudo Técnico estrutural. São elas: ABNT NBR 8800:2008 (de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios), ABNT NBR 6120:1980 (Cargas para o cálculo de estruturas de edificações), ABNT NBR 6123:1988 (Forças devidas ao vento em edificações) e a ABNT NBR 6118:2014 (Projeto de estruturas de concreto — Procedimento). Tais Normas garantem a capacidade de suporte da estrutura para as cargas gravitacionais e ainda, as cargas de vento que são adicionadas pelo sistema fotovoltaico. Caso a análise demonstre que o telhado não tem condições de receber o sistema, o Engenheiro irá apontar quais as adequações necessárias para reforçar a estrutura.

O que considerar antes de instalar o sistema fotovoltaico?

Primeiramente, é necessário analisar a área livre do telhado. O tamanho dos painéis solares e a quantidade dependerá do consumo mensal de energia da residência. Outro fator de relevância, é a região em que o imóvel está localizado. Pois as condições climáticas também podem interferir na quantidade de placas solares utilizadas. Com uma simulação é possível estimar qual o tamanho do sistema adequado para a residência. Mas, para que você consiga ter uma noção básica do espaço necessário, saiba que placas com 1.5 kWp de potência, utilizam uma área de, em média, 10,5 m². Sendo que, existem placas de até 10.0 de kWp de potência, que ocupam cerca de 70 m². As placas são fixadas ao telhado por meio de um sistema de fixação. Este que, dependerá do tipo de telha utilizado. Ou seja, para cada tipo de telhado pode ser utilizado um sistema diferente. O estado em que esse telhado se encontra também influencia. É extremamente importante que não existam telhas quebradas, fissuras, vazamentos, pontos frágeis ou desgastados. Outro ponto importante é com relação as sombras. Para o bom funcionamento do sistema, é importante que não hajam pontos de sombra provocados por árvores, antenas, etc. Em residências que recebem sombreamento de prédios, é necessário estudar outras alternativas ao uso do telhado. Se você tem dúvidas sobre a instalação de sistemas residenciais de energia solar, entre em contato com a nossa equipe de atendimento. Temos um time de especialistas pronto para te orientar e mostrar as soluções mais adequadas e eficientes para sua residência.

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A energia solar residencial vale a pena?

A energia solar residencial vale a pena?

Neste post, nós apresentamos alguns dos fatores que comprovam que a energia solar residencial vale a pena. Confira. A energia solar residencial vale a pena, pois promove uma economia de até 95% na conta de luz, é limpa, renovável, inesgotável e promove o retorno do investimento entre 4 e 7 anos. A partir de 2012, quando a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a Resolução 482 – Marco regulatório que permitiu que os consumidores optassem pela energia gerada – a energia solar passou a ser uma importante aliada na promoção da economia e de um consumo mais sustentável. De acordo com dados da Agência, mais de 72,5% dos sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil são residenciais. E isso se deve aos benefícios que a produção de energia solar proporciona para os lares. Se você está se perguntando se a instalação de um sistema de energia solar residencial vale a pena, a seguir pontuamos os principais motivos para investir nessa tecnologia.

1 – Retorno rápido do investimento

O investimento em um sistema de energia solar para uma residência começa a ter retorno a partir do momento em que ele começa a produzir energia. A conta de luz pode sofrer uma redução de até 95% já no primeiro mês. Além disso, quando conectado à rede de distribuição, a produção excedente de energia é enviada para a distribuidora e retorna em créditos que podem ser utilizados no mesmo imóvel, ou ainda, em outro de mesmo proprietário. Apesar do investimento em painéis e na instalação ainda ser considerado elevado para muitas pessoas, a média de tempo para que a economia gerada compense 100% do valor, é de 4 a 7 anos. Ou seja, dentro desse período você terá economizado o valor investido. Vale destacar ainda, que ocorre uma valorização significativa do imóvel onde o sistema é instalado.

2 – A vida útil do sistema é longa

Os módulos fotovoltaicos ou painéis solares, tem uma vida útil estimada de 25 anos. Portanto, se em 6 anos você já tiver recebido o retorno do valor investido, ainda sobram 19 anos de independência energética para o seu lar. Mesmo com a exposição ao sol, chuva e intempéries, os fabricantes garantem tal durabilidade para os equipamentos. Além disso, a eficiência, em relação ao produto novo, é de no mínimo 80% no 25° ano. O inversor, dispositivo utilizado no sistema, tem uma vida útil estimada em 15 anos, sendo que esse tempo pode ser maior se forem realizadas as manutenções necessárias.

3 – Baixa manutenção

Com relação a manutenção, a necessidade exigida pelos sistemas fotovoltaicos residenciais é relativamente baixa. O que mais precisa de atenção é a limpeza dos módulos, processo que pode ser feito pelo próprio morador. Porém, o procedimento só precisa ser feito caso os painéis estejam muito sujos, o que não é algo frequente, já que eles possuem uma película protetora antiaderente que evita o acúmulo de sujeira. A própria chuva consegue retirar a poeira que se instala sobre os módulos. Em casos de excrementos de pássaros ou acúmulo de poluição, pode ser usado um jato d’água e uma vassoura com cerdas macias. Com relação à manutenção elétrica, ela pode ser feita a cada 6 meses. A própria empresa que faz a instalação costuma oferecer as manutenções.

4 – Instalação rápida e descomplicada

É comum que surjam muitas dúvidas sobre o procedimento de instalação dos painéis solares, mas a verdade é que esse processo é rápido e descomplicado. Com o projeto em mãos a empresa pode levar de 2 a 3 dias para finalizar o trabalho, dependendo do tamanho do sistema, tipo de fixação utilizado, dentre outros detalhes.

5 – Produção de energia silenciosa

Outra dúvida muito comum das pessoas interessadas na instalação de energia solar residencial, é com relação a geração de barulhos e ruídos no telhado. Nesse sentido, saiba que a tecnologia é totalmente silenciosa e não altera, nem prejudica o funcionamento da residência. O que ocorre é um processo fotoquímico para a geração de energia elétrica, processo que ocorre silenciosamente dentro das células que compõe os módulos solares.

6 – Autonomia energética

Um dos fatores que garantem que energia solar residencial vale a pena, é a imunidade à inflação e às oscilações do mercado energético. Ou seja, mesmo que ocorram aumentos na tarifa, a produção local garante a autonomia da residência.

7 – Energia limpa, renovável e sustentável

É cada vez maior o número de pessoas preocupadas com o impacto ambiental gerado por suas ações diárias. Nesse sentido, a produção de energia solar residencial é uma alternativa inteligente. Ela não afeta o meio ambiente, aproveita de um recurso abundante que é a luz do sol e ainda economiza a energia gerada em usinas hidrelétricas ou termelétricas, que provocam danos à biodiversidade e aos recursos naturais do planeta.

8 – Energia solar cada vez mais acessível

Graças aos avanços tecnológicos e ao aumento das demandas do setor, os equipamentos utilizados nos sistemas fotovoltaicos estão cada dia mais acessíveis. Além disso, existem linhas de financiamento que incentivam os consumidores e possibilitam que essa seja uma alternativa para cada vez mais pessoas. Agora que você já sabe que a energia solar residencial vale a pena, faça uma simulação grátis ou entre em contato com nosso time de atendimento e garanta esses benefícios para sua residência.

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Quanto custa um kit de energia solar (sistema solar completo)?

Quanto custa um kit de energia solar (sistema solar completo)?

Descubra qual o preço de um kit de energia solar completo para sua residência e tire suas dúvidas sobre o assunto. O preço de um kit de energia solar residencial pode variar de R$ 11.249,00 a R$ 42.689,00. O investimento depende das necessidades de cada residência e do tipo de kit escolhido. Quem deseja instalar um sistema gerador de energia solar vai precisar de um kit com todos os equipamentos e acessórios necessários para o funcionamento do sistema, como painéis, inversor solar, controlador de carga e estruturas de fixação. Se você fizer uma rápida pesquisa sobre o assunto, vai perceber que existem diferentes tipos de kit de energia solar disponíveis no mercado. Isso acontece porque o sistema fotovoltaico deve se adequar as necessidades de cada cliente. Antes de partir para a compra do seu kit, é importante conhecer quais são os tipos existentes, suas características e a variação de preço entre eles. A seguir, nós solucionamos suas dúvidas sobre o assunto.

O que é um kit de energia solar residencial?

O kit de energia solar residencial é um conjunto de equipamentos que juntos formam o sistema de produção de energia solar. Ele conta com painéis fotovoltaicos, inversor solar, controlador de carga, cabos, estruturas de fixação, string box e outros materiais necessários para a instalação completa do sistema. Existem alguns itens que podem variar de acordo com cada tipo de kit. Isso depende de qual será o sistema instalado, ou ainda, da estrutura do imóvel. Também existem equipamentos que podem ser comprados à parte.

Quais são os tipos de kit existentes no mercado?

Existem vários tipos de kit de energia solar disponíveis no mercado. Os principais são o on-grid e o off-grid. Mas, você também pode encontrar kits de energia solar rural, que são independentes e indicados para irrigação, bombeamento, refrigeração, cercas elétricas, etc. E ainda, kits de iluminação, que podem ser usados em postes ou luminárias de jardim. Essa opção já vem montada e conta com um painel pequeno que produz energia apenas para aquela lâmpada. De modo geral, quem está em busca de um kit para produção de energia solar residencial, terá que escolher entre o on-grid e o off-grid.

Kit de energia solar on-grid

O kit para geração de energia solar on-grid conta com equipamentos que são capazes de transformar a energia captada da luz solar em energia elétrica. É um modelo que não faz o armazenamento de energia. Ou seja, quando não está produzindo, recebe energia da distribuidora, já que está conectado à rede. O ponto-chave desse sistema é o inversor solar. Um dispositivo que é instalado entre o sistema gerador e o ponto de fornecimento da distribuidora. Ele recebe a energia em corrente contínua e faz a conversão para a corrente alternada. Dessa forma, deixa ela pronta para uso.

Kit de energia solar off-grid

O kit para geração de energia solar no sistema off-grid permite a produção de energia sem estar conectado à rede da distribuidora. Por conta disso, contém baterias solares que servem para o armazenamento de energia que será utilizada quando o sistema não estiver produzindo. Os sistemas off-grid são muito utilizados em locais onde não há o fornecimento de energia elétrica, ou simplesmente, para manter o funcionamento de equipamentos fora da rede.

Qual o preço do kit de energia solar residencial?

Agora que você já sabe as diferenças entre os kits disponíveis no mercado, vamos aos preços. É importante lembrar que, os valores citados neste post são preços médios da energia solar no Brasil. Eles não consideram o custo de elaboração do projeto residencial e da instalação do sistema. Portanto, para saber qual será o investimento completo, procure por uma empresa de confiança, como a Solstar.

Preço do kit de energia solar sistema on-grid

A voltagem do kit para a produção de energia solar no sistema on-grid pode ser 110V ou 220V. O tamanho do kit, bem como o seu preço, pode variar de acordo com a quantidade de painéis solares inclusos. De modo geral, os kits mais populares do mercado possuem os seguintes preços: Kit de Energia Solar Residencial 2,23kWp – R$11.249,00; Kit de Energia Solar Residencial 4.9kWp -R$20.009,00; Kit de Energia Solar Residencial 6.23kWp -R$ 23.819,00; Kit de Energia Solar Residencial 8.9kWp –R$33.179,00; Kit de Energia Solar Residencial 12,02kWp –R$42.689,00.

Preço do kit de energia solar sistema off-grid

O kit completo para a produção de energia solar no sistema off-grid pode custar de R$ 17.000,00 a R$ 20.000,00, para gerar até 10.000W/h. Inclui o inversor solar e as baterias. Pode contar ainda, com itens adicionais como inversor solar off.

Onde comprar kit de energia solar completo para residência?

A Solstar oferece soluções completas para quem deseja implantar um sistema de produção de energia solar em casa. Se você deseja saber quanto custará o sistema, considerando as características da sua residência, faça uma simulação grátis ou entre em contato com nosso time de atendimento.

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Kit de energia solar fotovoltaica: tudo o que você precisa saber!

Kit de energia solar fotovoltaica: tudo o que você precisa saber!

O que é um kit de energia solar fotovoltaica? O que vem nesse kit? Quanto ele custa? Neste post você encontra tudo que precisa saber sobre o assunto. O kit de energia solar fotovoltaica é fundamental para a instalação de um sistema gerador de energia solar, seja ele em uma residência, empresa, propriedade rural ou qualquer outra localidade. É chamado de kit, pois se trata de um conjunto de equipamentos que juntos compõe um sistema completo. Ou seja, ele tem os painéis solares, mas também outras partes importantes como o inversor solar, controladores de carga, cabos e outros itens. A escolha dos equipamentos para um projeto deve levar em conta as necessidades de instalação, como demanda de energia a ser produzida, tipo e tamanho de telhado, dentre outros fatores. O preço de um kit pode ter bastante variação, pois depende da quantidade de painéis necessários, tipo de estruturas para fixação, além de outros detalhes que mudam de acordo com o tipo de sistema a ser instalado. A seguir, explicamos quais são os tipos de kit disponíveis no mercado, suas características e o que levar em consideração antes de efetuar sua compra.

O que vem no kit de energia fotovoltaica?

O kit conta com todos os equipamentos necessários para a instalação do sistema, conforme o projeto desenvolvido pela empresa ou profissional responsável. De modo geral, ele vem com os painéis fotovoltaicos, inversor solar, controlador de carga, cabos, string box, estrutura de fixação, baterias para os sistemas off-grid, etc. Alguns itens podem variar de acordo com o sistema escolhido, ou ainda, pela estrutura do imóvel, pois dependendo do material do telhado, inclinação e outras condições, a estrutura de fixação a ser utilizada pode ser alterada.

Tipos de kit de energia solar fotovoltaica

Os principais tipos disponíveis no mercado são o on-grid e off-grid, que possuem algumas diferenças entre si para atender a funcionalidade de cada tipo de sistema.

Kit de energia solar on-grid

No kit para produção no sistema on-grid, constam os equipamentos que fazem a captação da energia da luz solar e a conversão para energia elétrica. São eles: painéis solares, inversor solar, controlador de carga, cabos e estrutura de fixação. O sistema on-grid fica conectado à rede da distribuidora de energia. Quando ele não está produzindo, recebe a energia gerada pela concessionária. É um sistema que não faz o armazenamento de carga. O inversor solar é o dispositivo que fica entre o sistema gerador de energia solar e o ponto de fornecimento da rede. Ele recebe a energia que está sendo gerada como corrente contínua e faz a conversão para corrente alternada. Dessa forma, ela fica pronta para uso nos eletrodomésticos e outras aplicações. O inversor é a peça chave no kit on-grid. Um kit residencial on-grid pode ter a voltagem de 110V ou de 220V. O tamanho e a quantidade de painéis dependem de cada projeto. Seu valor pode variar de R$ 11.249,00 até R$ 42.689,00, sem os custos de elaboração de projeto e instalação.

Kit de energia solar off-grid

O kit para geração de energia solar no sistema off-grid conta com os mesmos equipamentos do on-grid, com a diferença de que o inversor solar é autônomo, pois não é um sistema conectado à rede elétrica. E ainda, conta com baterias para armazenamento de carga. No sistema off-grid, como não há a conexão com a rede da distribuidora para uso da energia quando não há produção, se faz necessário o uso das baterias. São elas que mantém tudo em funcionamento durante a noite ou em dias nublados e chuvosos. O dimensionamento de um sistema como esse é feito com base na demanda de energia do local, a potência e a forma de instalação. Um kit para produção off-grid, pode custar de R$ 17.000,00 a R$ 20.000,00, mais os custos de projeto e instalação. Os equipamentos podem gerar até 10.000 W/h ao dia.

Outros tipos de kits de energia fotovoltaica

No mercado, é possível encontrar outros tipos de kit de energia solar, desenvolvidos para algumas finalidades específicas. Um exemplo são os kits de energia solar rural. Eles contam com os equipamentos necessários para determinados projetos. Você pode encontrar kit de energia solar para sistemas de refrigeração, bombeamento, irrigação de plantações, fonte para cerca elétrica, dentre outras finalidades. Há ainda uma opção de kit de energia solar para iluminação. É um kit pequeno que já vem montado e serve para postes ou luminárias de rua ou de quintal. De algum tempo pra cá, muitas cidades brasileiras tem utilizado esse kit para iluminação sustentável de praças e outros locais públicos. Tanto os kits para produção rural quanto os de iluminação funcionam no sistema off-grid e tem um valor mais baixo, já que atendem projetos isolados.

O que levar em conta ao comprar o kit?

Dimensionamento da necessidade de produção. Isso varia de acordo com o consumo mensal do local onde o sistema será instalado; Padrões da distribuidora de energia, que pode variar de concessionária para concessionária. Portanto, é importante consultar previamente as normas e providenciar os documentos exigidos; Escolha do fabricante, visto que existem diferentes empresas fornecedoras e é de suma importância selecionar uma de confiança, que tenha certificado de garantia, profissionais qualificados, fornecedores credenciados e assistência técnica. Assim como a Solstar; Elaboração do projeto para verificação de quais equipamentos serão necessários, tamanho e quantidade dos painéis, tipo de fixadores, dentre outros detalhes. Ainda tem dúvidas sobre este assunto? Entre em contato com nossa equipe de atendimento.

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Nova lei deixou a energia mais cara?

Nova lei deixou a energia mais cara?

Será que a Lei nº 4.300/2022 deixou a energia mais cara para quem produz energia solar? Entenda o que mudou com a Lei. A publicação da Lei nº 14.300/2022, em 06 de janeiro deste ano, deixou muitos consumidores na dúvida: “Será que a nova lei deixou a energia mais cara? Neste post, nós explicamos o que muda a partir do documento. A nova lei instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE) e o Programa de Energia Renovável Social (PERS). Ela foi publicada após ser sancionado o Projeto de Lei nº 5.829/2019. O texto da lei impõe regras mais detalhadas para o mercado de geração distribuída, que atualmente é regulamentado pela Resolução Normativa nº 482/2019 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A ANEEL está revisando a Resolução normativa a partir da nova lei. A versão aprimorada do documento tem publicação prevista para o segundo semestre de 2022.

O que mudou a partir da nova lei?

A lei trata de condições para as tarifas futuras e outros assuntos que abrangem a produção de energia fotovoltaica. E ainda, a incorporação de outras formas de geração de energia interligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De modo geral, o documento: Definiu os limites da potência instalada da minigeração distribuída; Definiu as fontes despacháveis; Passou a permitir a criação de institutos jurídicos de reunião de consumidores na geração compartilhada; Definiu o direito adquirido das unidades já participantes do SCEE e o período de transição para as novas regras; Instituiu um novo regime tarifário das unidades consumidores participantes do Sistema de Compensação de Energia Elétrica; Passou a exigir apresentação da garantia de fiel cumprimento para interessados em instalar sistemas de minigeração distribuída; Vedou a comercialização de pareceres de acesso e a transferência de titularidade das unidades consumidoras; Definiu como exposição contratual involuntária das distribuidoras a sobrecontratação de energia elétrica das distribuidoras; Permitiu a contratação de serviços ancilares de geração distribuída por parte das distribuidoras; Definiu que não haverá incidência das bandeiras tarifárias sobre os excedentes; Permitiu as distribuidoras a realização de chamadas públicas de comercialização de excedentes; Inseriu as instalações de iluminação pública no SCEE; Definiu as diretrizes, custos e benefícios da geração distribuída; Fez a criação do Programa de Energia Renovável Social;

O que muda para quem deseja instalar um sistema de energia solar?

De acordo com a Lei, as Unidades consumidores já existentes e aquelas que fizerem o protocolo de solicitação de acesso á distribuidora ainda em 2022, continuarão usufruindo dos benefícios atuais concedidos pela Aneel por mais 25 anos, por meio do SCEE. Porém, ela também estabelece um período de transição e quais serão as normas aplicáveis durante e após esse período. Com a aprovação do marco, a micro e a minigeração de energia são caracterizadas como produção para consumo próprio, passando a ser isentas de ICMS. No novo sistema, as unidades consumidoras com micro ou minigeração, poderão injetar na rede da distribuidora a energia que é gerada, mas não consumida. Isso irá gerar créditos que poderão ser utilizados quando o consumo for maior do que a geração. Os créditos deverão ser utilizados em 60 meses para abater o montante que foi utilizado na distribuidora, de forma a reduzir o valor na conta de luz. Porém, para utilizar os sistemas de distribuição, passará a ser cobrada uma tarifa, que é chamada de Fio B e está inserida na esfera TUSD da conta de energia, que é composta por diferentes componentes tarifários. O Fio B está relacionado com os custos de manutenção e operação das linhas de transmissão. Ou seja, é o custo pela utilização da infraestrutura da rede distribuidora da concessionária até a residência. O valor dessa taxa é calculado anualmente pela ANEEL e tem um valor médio de 28% da tarifação da conta de energia. Ele pode variar de região para região. Portanto, quem iniciar o processo de homologação a partir de janeiro de 2023, fará parte da regra de não compensação do Fio B, passando a pagar o valor de forma escalonada, conforme determina o Art. 27 da Lei. “Art. 27. O faturamento de energia das unidades participantes do SCEE não abrangidas pelo art. 26 desta Lei deve considerar a incidência sobre toda a energia elétrica ativa compensada dos seguintes percentuais das componentes tarifárias relativas à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, à quota de reintegração regulatória (depreciação) dos ativos de distribuição e ao custo de operação e manutenção do serviço de distribuição: I – 15% (quinze por cento) a partir de 2023; II – 30% (trinta por cento) a partir de 2024; III – 45% (quarenta e cinco por cento) a partir de 2025; IV – 60% (sessenta por cento) a partir de 2026; V – 75% (setenta e cinco por cento) a partir de 2027; VI – 90% (noventa por cento) a partir de 2028; VII – a regra disposta no art. 17 desta Lei a partir de 2029.”

Então, a tarifa ficará mais cara?

Sim. Porém, é importante saber que o valor é referente apenas a energia que é injetada na rede da distribuidora, aquela que não está sendo utilizada pela Unidade consumidora e se refere a utilização da rede. O valor da TUSD Fio B é definido nos processos tarifários da ANEEL e como já citamos, tem variação de região para região. O valor total do Fio B será cobrado a partir de 2029, até lá, são utilizadas as porcentagens estabelecidas na regra de transição. Portanto, quem planeja instalar sistemas mini e microgeradores e quer ficar isento da nova taxa, deve homologar o pedido de instalação junto à distribuidora ainda este ano. Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com o nosso time de atendimento. Aproveite para fazer uma simulação gratuita e garanta seu sistema fotovoltaico ainda em 2022.

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Quando passa a valer a nova taxa da energia solar?

Até quando preciso instalar o meu sistema para não ser taxado pela nova lei?

Descubra até quando é possível ficar isento da nova taxa acrescida pela Lei 14.300 às unidades micro e minigeradoras de energia. Com a publicação da Lei 14.300/2022, em 06 de janeiro deste ano, a instalação de novas unidades de mini e microgeração de energia passarão a pagar uma taxa adicional pela utilização da rede da distribuidora. Isso deixou muitos consumidores apreensivos e se questionando até quando o sistema pode ser instalado para que não seja taxado pela nova lei. A seguir, nós respondemos essa dúvida!

O que é a Lei 14.300?

A Lei 14.300/2022 institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída, o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE) e o Programa de Energia Renovável Social (PERS). Ela foi publicada em 07 de janeiro de 2022 após a sanção presidencial do Projeto de Lei nº 5.829/2019. O texto da lei introduz regras aplicáveis ao mercado de geração distribuída, que é regulado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), por meio da Resolução Normativa nº 482/2012. Esta que, também passará por aprimoramentos ainda este ano. De modo geral, a lei impõe condições para tarifas futuras, além de outros assuntos que compreendem tanto a geração de energia solar fotovoltaica, quanto outras formas de geração de energia interligadas ao sistema Interligado Nacional (SIN). A partir dela, as novas homologações para instalação de sistemas geradores de energia, terão uma taxa adicional referente a tarifação do Fio B.

O que é essa taxa e como ela será cobrada?

O Fio B é uma das tarifas cobradas na conta de energia. Ele faz parte da TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição), que conta com outros componentes tarifários além dele e compreende cerca de 28% da tarifa de energia. Sendo que essa porcentagem pode variar de estado para estado. A TUSD e o Fio B se referem a cobrança pela utilização da infraestrutura da rede distribuidora saindo da concessionária até a edificação. No que se refere a produção de energia solar fotovoltaica, a taxa é referente apenas ao período de uso da infraestrutura da distribuidora, ou seja, quando o sistema não está consumindo a energia produzida localmente e precisa enviá-la para a rede. É o que ocorre com a produção excedente. A partir da lei, essa taxa passará a ser cobrada, porém ela será inserida de forma gradual até 2029. Os valores são determinados pela Aneel. Veja o que diz o artigo 27 da Lei 14.300: “Art. 27. O faturamento de energia das unidades participantes do SCEE não abrangidas pelo art. 26 desta Lei deve considerar a incidência sobre toda a energia elétrica ativa compensada dos seguintes percentuais das componentes tarifárias relativas à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, à quota de reintegração regulatória (depreciação) dos ativos de distribuição e ao custo de operação e manutenção do serviço de distribuição: I – 15% (quinze por cento) a partir de 2023; II – 30% (trinta por cento) a partir de 2024; III – 45% (quarenta e cinco por cento) a partir de 2025; IV – 60% (sessenta por cento) a partir de 2026; V – 75% (setenta e cinco por cento) a partir de 2027; VI – 90% (noventa por cento) a partir de 2028; VII – a regra disposta no art. 17 desta Lei a partir de 2029.”

Até quando instalar o sistema para não ser taxado pela nova lei?

A lei garante às unidades consumidoras já existentes e ainda, aquelas que fizerem o protocolo de solicitação de acesso na distribuidora ainda em 2022, a continuação dos benefícios atuais concedidos pela Aneel, por mais 25 anos. Para garantir o enquadramento nas regras atuais, a solicitação deve ser feita até a data de 07 de janeiro de 2023. Portanto, esse é o período indicado para quem deseja instalar o sistema de produção de energia renovável sem ser taxado pela nova lei. Se você está planejando a implantação de um sistema de energia solar fotovoltaica, é indicado dar início a solicitação o mais breve possível. A Solstar pode te ajudar neste processo.

E quanto aos créditos da produção, receberei por eles?

Eles continuam existindo. A unidade consumidora com micro ou minigeração pode injetar na rede da distribuidora a energia elétrica produzida, mas não consumida na edificação. Isso vai gerar os créditos que podem ser utilizados quando o consumo for maior do que a geração de energia abatendo o valor a ser pago. Esses créditos terão a validade de 60 meses e ajudarão a economizar na conta de energia, mesmo com a existência da taxa adicional. Porém, ainda dá tempo de implantar o sistema dentro das regras atuais. Entre em contato com a Solstar e garanta isso! Ainda tem alguma dúvida sobre esse assunto? Entre agora mesmo em contato com nosso time de atendimento. Learn More

Tudo sobre os créditos de energia solar

Os créditos de energia que eu gero têm validade?

Neste post nós explicamos qual a validade dos créditos de energia solar e como eles podem ser utilizados no sistema de compensação. O sistema de compensação de energia ou créditos de energia solar, como costumamos chamar, é regulado pela Resolução Normativa 482/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e também pela nova Lei que instituiu o marco legal da minigeração e microgeração distribuída (Lei 14.300/2022). Esse sistema foi criado com o objetivo de incentivar o uso da energia solar fotovoltaica. Ele permite que o consumidor faça um tipo de troca com a concessionária, entregando sua produção excedente e recebendo créditos. Mas, será que existe um prazo para a utilização desses créditos? A seguir, nós te respondemos.

Qual a validade dos créditos de energia solar?

A validade dos créditos é de 60 meses. Dentro desse período, eles podem ser utilizados para compensar a fatura nos meses em que o consumo for maior do que a produção. Ou ainda, podem ser transferidos para outra unidade consumidora de mesma titularidade. Todos os consumidores que possuem um sistema de produção de energia solar on-grid, que está conectado a rede da distribuidora, estão automaticamente inseridos no sistema de compensação de créditos desde o momento em que começa a utilizar o sistema. Dessa forma, todas as vezes em que a energia produzida pelos painéis for maior do que a que foi gasta no imóvel, a quantidade excedente é injetada na rede da distribuidora e fica disponível para que ela utilize. A unidade consumidora recebe essa energia na forma de créditos. Os créditos são medidos em quilowatss/hora e não em valor financeiro. De uma forma bem simplificada, você empresta a energia para a concessionária e ela te beneficia por isso por meio desse sistema. É muito comum que a grande maioria dos sistemas produzam energia excedente. Isso ocorre principalmente nos horários onde há maior incidência da irradiação solar.

O que acontece se eu não utilizar os créditos de energia solar?

Os créditos podem ser utilizados em um período de 60 meses, que é equivalente, a 5 anos. Eles podem ser utilizados no mesmo mês em que foram gerados ou nas próximas contas de energia. Outra possibilidade é fazer a transferência desses créditos para uma outra unidade consumidora. Isso é possível desde que se enquadre nas regras estabelecidas pela Norma Regulamentadora. Caso o consumidor não utilize nenhuma opção, eles irão expirar quando completarem os 60 meses.

Como transferir os créditos de energia solar?

Existem três formas de consumo dos créditos que são gerados pelo sistema de energia solar fotovoltaica.

Autoconsumo remoto

Quando os créditos são gerados em um sistema específico, eles podem ser utilizados em outras localidades, desde que o imóvel tenha a mesma titularidade, podendo ser CPF ou CNPJ. Além disso, é necessário que esteja localizado na área de atendimento da mesma concessionária.

Geração compartilhada

É uma modalidade de geração de energia solar possível por meio da criação de cooperativas ou consórcios, compostos de pessoas físicas ou jurídicas com imóveis localizados dentro da região de atendimento da mesma concessionária. Nesse caso, na existência de créditos, eles podem ser transferidos para outra unidade consumidora, o que deve estar previsto em contrato.

Geração em condomínios

Moradores de condomínios tem independência entre os imóveis para a cobrança e pagamento da energia elétrica. Caso utilizem sistemas para a produção de energia solar, o que é gerado é dividido igualmente entre as unidades consumidoras. Nesse caso, os créditos são abatidos da quantidade de energia gerada por cada um dos pontos residenciais.

Quais são as vantagens dos créditos de energia solar?

Ao implantar um sistema de produção de energia solar em um imóvel, a concessionária continua cobrando algumas taxas referente a utilização de seus serviços. Porém, ainda assim, a redução na conta de energia pode chegar a 95%. Além disso, quando a produção é maior do que o consumo, os créditos trazem vantagens adicionais: Eles podem ser utilizados em meses onde a produção for menor do que o consumo, o que pode ocorrer em meses com longos períodos chuvosos, por exemplo; É possível incluir o sistema de energia solar como benfeitoria do imóvel para abatimento do Imposto de renda; Os créditos ajudam a driblar os aumentos na tarifa de luz que ocorrem devido à inflação ou no caso das mudanças de bandeira, quando são ativadas usinas termelétricas para produção de energia.

Descubra o quanto você pode economizar

De modo geral, um sistema pode gerar uma economia de até 95% na conta de energia. É um investimento com alto custo-benefício, que promove autonomia energética e sustentabilidade para o consumidor. Se você quer descobrir o quanto pode economizar implantando um sistema de geração de energia solar no seu imóvel, faça uma simulação grátis com a Solstar.

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