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Marco legal dos micro e minigeradores: as principais mudanças

No último mês de agosto, a Câmara dos Deputados aprovou, com 476 votos (99%), o PL 5829, sobre o qual já falamos tudo aqui. O Marco Legal aprovado, de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), cria o Marco Legal da Geração Distribuída (GD) e seguiu para aprovação do Senado.

Com a sua aprovação, alguns aspectos relacionados aos micro e minigeradores devem mudar, a fim de conferir maior segurança jurídica e regulatória para os investimentos em energia renovável. Aqui, vamos esclarecer os principais destaques do Marco Legal e suas mudanças para a GD.

 

Mas, antes de falar sobre as mudanças, vale o resgate: o que é Geração Distribuída de Energia?

 

De forma resumida, Geração Distribuída consiste na geração de energia elétrica no local de consumo, ou próximo dele, por meio de um sistema conectado à rede pública, para a qual será distribuída a energia excedente após o consumo próprio.

Regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e oferecendo inúmeras vantagens ao consumidor-gerador ou prosumidor (expressão derivada do termo prosumer, que em inglês significa — producer and consumer), a Geração Distribuída pode ocorrer por meio de fontes de energia renováveis como a energia solar, eólica, além da energia proveniente de usinas hidroelétricas.

Agora, para entender mais no detalhe, vamos falar diretamente sobre como fica a GD a partir do Marco Legal do PL 5829/19.

 

 

Classificação do consumidor-gerador

A visão do texto mantém a classificação atual sobre os perfis do consumidor-gerador:

 

  • microgeradores – aqueles que geram até 75 kW de energia de fontes renováveis em suas unidades consumidoras (telhados, terrenos, condomínios, sítios); 
  • minigeradores – aqueles que geram de 75 kW até 5 MW (a partir de 2045, esse limite passa para 3 MW nessa definição, para a fonte solar).

 

 

Manutenção das regras atuais

 

 

Lei Energia Solar

 

De acordo com o texto-base aprovado, até 2045, os micro e mini geradores já existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença, quando positiva, entre o total consumido e o total gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre nos dias de hoje.

Também se aplica a  regra atual aos consumidores que vierem a pedir acesso à distribuidora em até 12 meses da publicação da futura lei, pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). No entanto, o acesso ao benefício implica nos seguintes prazos para o início da injeção de energia no sistema, contados a partir do parecer favorável da distribuidora:

 

  • Microgeradores: 120 dias
  • Minigeradores de fonte solar: 12 meses
  • Minigeradores das demais fontes: 30 meses.

 

 

Transição

O texto aprovado, além de prever 25 anos (até 2045) de manutenção do atual regime de compensação de energia aos projetos existentes ou solicitados em até 12 meses após sua aprovação,  ainda inclui uma transição de sete a nove anos no pagamento dos encargos de distribuição para aqueles que começarem a geração após os 12 meses da nova lei.

Sendo assim, esses novos geradores pagarão pela remuneração dos ativos do serviço de distribuição, pela depreciação dos equipamentos da rede e pelo custo de operação e manutenção do serviço, da seguinte forma: 

 

  • 15% em 2023 e 30% em 2024
  • 45% em 2025 e 60% em 2026
  • 75% em 2027 e 90% em 2028
  • Novas regras estabelecidas pela ANEEL a partir de 2031 para os que solicitarem acesso entre os meses 13 e 18 após a sanção da lei, ou 2029 para os demais.

 

Validade dos créditos

Os créditos pela energia excedente gerada permanece como sendo de 60 meses. Os créditos não utilizados dentro deste período, serão revertidos para a diminuição da conta de luz de todos (modicidade tarifária). Assim, o consumidor-gerador perde o direito a qualquer forma de compensação.

Em caso de encerramento do contrato com a distribuidora, os créditos serão mantidos em nome do titular, a menos que possam ser realocados em outra unidade consumidora que esteja sob mesma titularidade.

 

 

Venda de créditos 

Lei Energia Solar

No modelo atual, a comercialização de créditos de energia provenientes de micro ou minigeração distribuída está proibida pela REN 482. O PL 5829, no entanto, traz como proposta a ideia de que as distribuidoras podem comprar os créditos não utilizados pelo consumidor-gerador. Os critérios para essa comercialização e quesitos específicos, incluindo o preço de venda, ainda não foram divulgados e serão regulamentados pela Aneel.

 

Condomínios

Está permitida no Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), segundo o texto aprovado, a participação dos empreendimentos criados com o fim de atender várias unidades consumidoras, a exemplo dos condomínios. No entanto, está vetada a participação de micro ou minigeradores instalados em terrenos, lotes e outras propriedades alugadas apenas para esse fim. 

 

 

Tarifa mínima

O Marco Legal não altera os valores do consumo mínimo faturável: 30 kWh (monofásico), 50 kWh (bifásico) e 100 kWh (trifásico). A única mudança será para quem tiver geradores com potência instalada de até 1,2 kW, que deverá ter uma redução de 50% em relação ao valor mínimo faturável dos demais consumidores equivalentes. 

Como mudança relevante está o fato de que o texto eliminará a cobrança do custo de disponibilidade em duplicidade (em reais e energia) que ocorre hoje. Em complemento, os novos entrantes pagarão custo de disponibilidade apenas quando seu consumo da rede em kWh (antes da compensação) for menor do que tal valor.

Exemplo: um consumidor bifásico que gera 100 kWh e consome 30 kWh, compensará os 30 kWh e pagará todos os componentes do custo de disponibilidade sobre os 20 kWh restantes para a tarifa mínima. Ficam como saldo remanescente para os próximos ciclos os outros 70 kWh gerados.

 

Parecer de Acesso e transferência de titularidade da micro/minigeração

Atualmente, a orientação da Aneel às distribuidoras é de somente permitir a transferência de titularidade da unidade consumidora com micro ou minigeração após a efetiva conexão da geração à rede de distribuição.

Sendo assim, quando o consumidor-gerador opta pela transferência, sofre como penalidade a perda ao direito ao Parecer de Acesso. Este processo tem como motivação inibir a comercialização de Pareceres de Acesso, principalmente em regiões do país cujo número de solicitações é elevado.

Com o PL 5829, a comercialização de Pareceres de Acesso permanece vedada e de forma expressa. Ou seja, será proibido transferir titularidade ou controle societário do titular da unidade de micro ou minigeração, até que haja a solicitação de vistoria.

 

 

Valoração dos benefícios da GD

Segundo o PL 5829, após o período de transição, as unidades participantes do SCEE ficarão sujeitas às regras tarifárias estabelecidas pela Aneel, com base nas diretrizes determinadas pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). 

Na prática o CNPE passa a ouvir a sociedade, associações e entidades representativas, empresas e agentes do setor elétrico e então estabelece as diretrizes para valoração dos custos e benefícios da micro e minigeração distribuída.

Entre as regras, estão o prazo de seis meses para que o Conselho realize este processo, além da exigência de considerar benefícios relacionados à localidade da usina e as componentes de geração, as perdas elétricas, a transmissão e a distribuição. Definidas as diretrizes, a Aneel terá até mais 12 meses para estabelecer os cálculos da valoração dos benefícios e as novas regras valerão a partir de 2029.

Para as unidades que protocolarem suas solicitações de acesso entre o 13o e 18o mês, a partir da publicação da lei, as novas regras vigorarão a partir de 2031. 

O Marco legal, já aprovado pela Câmara de Deputados, está em tramitação no Senado Federal, podendo ser aprovado a qualquer momento. A partir de então, começam a valer todas as regras e mudanças que você conheceu nesse artigo. Sabe o que isso significa? Que este é o melhor momento para planejar e instalar o seu próprio sistema de energia solar fotovoltaica, tornando-se assim um consumidor-gerador. 

Não esqueça que, já tendo o seu sistema instalado ou solicitando o protocolo de acesso em até 12 meses após a aprovação, o mini ou microgerador terá 25 anos para pagar somente os componentes da tarifa sobre a diferença entre o total consumido e o total gerado injetado na rede de distribuição.

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Governo lança programa de incentivo à energia solar

Governo lança programa de incentivo à energia solar

 

Importante incentivo ao uso da energia solar, o programa “pró-sol” do governo federal sinaliza a intenção do Brasil de avançar em uma matriz energética mais limpa

“Pró-sol” foi o nome indicado pelo governo federal para o programa que faz parte da sua política de incentivos ao uso da energia solar. A iniciativa, que vai além da renovação dos atuais incentivos para a instalação de placas solares, ganhou impulso após o Fórum Econômico Mundial, em Davos, em 2020.

Demonstrando os esforços do Brasil em responder aos questionamentos internacionais sobre aspectos ambientais que envolvem, entre muitos outros, a preservação da Amazônia e uma matriz energética mais limpa, o programa vem sendo apresentado às empresas que investem em energia solar fotovoltaica como um convite à discussão, enquanto aguarda o seu lançamento oficial em nível nacional.

O próprio presidente do Brasil, ao apresentar a ideia de programa, deixa clara a intenção de mostrar às demais nações as condições de avanço que o Brasil possui no combate às questões climáticas. 

Situações como essas são bastante comuns após encontros internacionais focados no desenvolvimento ambiental e social, como o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, que provocou discussões em relação à preservação da Amazônia.

No entanto, não é somente aos demais países que o presidente tem feito esforços para mostrar a relevância desse projeto. No próprio governo, a iniciativa do Planalto encontra resistência por aqueles que acreditam que o consumidor-gerador deve pagar uma taxa pela geração distribuída.

Em 2019, o deputado federal Lafayette de Andrada (Republicanos), foi o relator do Plano de Lei que busca taxar a energia solar no Brasil. A PL em questão propõe que as pessoas possam gerar sua própria energia em casa por meio de painéis fotovoltaicos, mas que haja uma cobrança de taxas sobre a Geração Distribuída (GD), uma vez que os custos na fatura de energia não estão ligados apenas ao consumo.

 

Descubra como empresários vem economizando com energia solar!

 

Podendo chegar a 63% da fatura normal (sem energia solar instalada), a chamada “taxação do sol”, como denominou o presidente Jair Bolsonaro, no entanto, colocaria o Brasil como subdesenvolvido em energia solar e, por isso, tem sido bastante debatida.

O Presidente é enfático sobre o seu posicionamento em oposição a essa taxa e tem buscado manifestar aos brasileiros os seus esforços para derrubá-la: “no que depender da Presidência da República não haverá taxação da energia solar e ponto final. Ninguém fala no governo a não ser eu sobre essa questão. Não me interessa parecer de secretário, seja quem for. A intenção do governo é não taxar. Agora que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma e não tenho qualquer ingerência sobre ela. A decisão é deles, mas que fique claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto.”

Para esclarecer, aqueles que defendem a redução do subsídio à geração distribuída justificam a sua intenção pelo fato de que a eficiência dos painéis fotovoltaicos tem aumentado significativamente, ao mesmo passo em que o custo de aquisição e instalação tem reduzido.

Os pontos de defesa do governo, no entanto, não estão atrelados somente às questões econômicas, uma vez que, a energia solar é oriunda de fonte limpa e renovável e assim permite a ampliação da diversificação da matriz energética brasileira.

Ao ampliar o acesso à energia solar fotovoltaica, se reduz a demanda de energia gerada por fontes hidrelétricas, bem como a necessidade de ativação das usinas termelétricas em situações como temporadas de poucas chuvas e estresse hídrico.

Ou seja, além de ser extremamente eficiente e representar economia mensal na fatura de energia dos brasileiros, a energia solar é um importante passo em resposta às questões ambientais e climáticas do país.

Adotando fontes renováveis, a geração de energia elétrica no Brasil assume uma pequena parcela no total de emissões de carbono do país. No mundo, o impacto é maior.

Taxa energia solar

 

Incentivos à Geração de Energia Solar

O governo tem contratado projetos de energia solar fotovoltaica que, nos próximos cinco anos, devem movimentar investimentos estimados na ordem de R$ 10 bilhões.

Segundo dados da Greener, empresa de inteligência de mercado e desenvolvimento de projetos para o setor solar, a geração solar centralizada, contratada por meio de leilões de energia no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), soma 4,4 GW em capacidade instalada no país, com metade desse volume já em operação. 

Ainda há 2,1 GW somando projetos em construção ou aguardando construção. Somente até 2019, os projetos solares do mercado regulado já movimentaram R$ 10,6 bilhões em investimentos.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), as usinas de geração centralizada em operação no Brasil proporcionaram mais de 50 mil novos empregos e geram energia elétrica limpa suficiente para suprir um consumo equivalente à necessidade de mais de três milhões de brasileiros.

 

 

Quais são os principais incentivos?

Seja na geração de energia ou na aquisição de produtos e equipamentos necessários para a instalação, o governo brasileiro incentiva a geração de energia solar fotovoltaica por meio da isenção de impostos e taxas. 

A isenção de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS e Cofins da energia sob a geração já é realidade do Governo Federal há algum tempo, no entanto, foram necessários mais de dois anos para que todas as unidades da federação aderissem à lei, uma vez que boa parte dessas taxas é de responsabilidade estatal.

 

 

Incentivos fiscais e políticos

Atualmente, cabe à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a publicação de Resoluções Normativas focadas no incentivo à Geração de Energia Solar Fotovoltaica. A REN nº 482 de 2012, foi a responsável por estabelecer o sistema de compensação que possibilita que a energia gerada possa ser transmitida para a rede de distribuição, criando, assim, os créditos.

Em 2015, a atualização da REN nº 482 e a publicação da REN nº 687, deram origem à criação das modalidades de autoconsumo remoto e de geração compartilhada, além de revisar outros pontos da REN anterior.

Em complemento, o Convênio nº101/97 do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) estabelece a “(…) isenção de ICMS nas operações com equipamentos e componentes para o aproveitamento das energias solar e eólica”. Enquanto o Convênio nº 16/2015 estabelece a isenção nas operações internas relativas à circulação de energia, o que faz com que vários erros de cálculo, que levavam em conta o consumo bruto como base do ICMS, fossem corrigidos e atualizados de acordo com o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

 

Incentivos de Financiamento à Economia Verde

sustentabilidade energia solar

Pensando sobre a acessibilidade financeira e como forma de viabilizar a instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica, vários bancos e algumas cooperativas de crédito já possuem linhas de financiamento específicas para aquisição do sistema.

Tanto bancos públicos quanto privados possuem opções de financiamento, a exemplo da Caixa Econômica Federal, na qual é possível financiar o sistema fotovoltaico pela linha de crédito Construcard, voltada para a aquisição de materiais de construção. Os juros giram em torno de 2,5% a.m. e tudo pode ser parcelado em até 240 vezes.

Da mesma forma, o BNDES financia até 80% do custo total da obra de projetos maiores com juros de 7,5% ao ano. Com a obrigatoriedade de participação de, pelo menos, 20% nos custos, o investidor ainda pode emitir debêntures, de modo que o próprio BNDES se compromete a adquirir até metade.

Banco do Brasil, Santander e BV estão entre outras opções de bancos nos quais é possível adquirir o financiamento. 

No cenário do cooperativismo de crédito, o Sicredi se destaca como a primeira instituição financeira cooperativa brasileira a receber certificação emitida pela Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que atua para promover investimentos na economia de baixo carbono, ao realizar a captação de US$ 120 milhões (cerca de R$ 600 milhões) de crédito internacional, junto à International Finance Corporation (IFC), para financiar projetos de energia solar dos seus associados em todo o Brasil.

Enquanto as discussões acerca dos subsídios seguem acontecendo no governo, os consumidores-geradores se beneficiam dos incentivos, usufruindo dos créditos sobre a energia excedente gerada. Ainda que a PL seja aprovada, os consumidores que já possuem sistemas instalados tendem a se encaixar na transição por um longo período, o que representa benefício a quem já tem um sistema de energia solar fotovoltaica em casa. Ou seja, a hora de planejar o seu sistema é agora mesmo.

 

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Empresários vêm Economizando Com a Energia solar

A economia gerada pela energia solar tem sido um tema em crescimento para empresas dos setores públicos e privados. Mesmo com a pandemia causada pelo COVID-19, 2020 teve a maior taxa de instalação de sistemas fotovoltaicos no Brasil.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), as instalações deste sistema cresceram em 70% comparados aos anos anteriores em solo nacional.

A energia fotovoltaica, também popular em residências e fazendas, pode trazer diversos benefícios para grandes e pequenos empreendimentos que desejam fazer parte de um mundo mais sustentável, além de contar com uma economia de até 95% na conta de energia mensal.

Os retornos trazidos por este meio alternativo de energia são tangíveis e devem ser mantidos em pauta quando a discussão é a mudança de um sistema tradicional para a energia limpa.

Confira tudo o que você precisa saber sobre a economia de empresários utilizando o sistema de energia solar.

 

Economizando na conta elétrica da sua empresa

 

economia energia solar

A conta elétrica pode ser considerada um dos gastos mais caros dentro das empresas. Isso porque, além de ser um pagamento mensal e por toda a vida útil do negócio, ele também está presente em todos os tipos de empreendimentos.

Independente do setor, os valores altos em contas básicas como água e luz podem ser fatores decisivos entre uma empresa lucrativa e uma que se mantém no limite de execução.

Entre a troca de um sistema tradicional de energia para a energia solar, é possível encontrar relatos importantes sobre esta economia e suas inúmeras vantagens. Em entrevista para o Portal Solar, um comerciante no setor de alimentos indicou que possui seu negócio há 30 anos e optou pelo sistema fotovoltaico em 2020 para combater as altas taxas cobradas.

Segundo o empresário Antônio Isaías, de Salto (SP), “a instalação foi muito rápida” e ele teve uma economia prevista em 95% dos gastos com energia.

Outro caso interessante é da empresária Maria de Lourdes, que comanda a “Panificação Bebéu” em Valença (RJ). Pelas contas da empresa, desde a instalação dos painéis solares, já houve uma economia de até R$ 4 mil ao mês, “o que pode gerar uma economia anual de R$ 40 mil”, diz.

Para além das empresas de pequeno porte, é possível notar que a tendência solar está em alta para os grandes nomes do mercado. Setores farmacêuticos, cosméticos e de tecnologia estão cada vez mais avançando rumo ao sistema fotovoltaico.

Nomes como Algar, Natura, Farmácia Pague Menos e L’Oréal já são referências quando o assunto é encontrar meios mais sustentáveis de fazer negócio e reduzir os custos de suas produções por meio da luz solar.

 

Importância da sustentabilidade nas empresas

Assim como economia gerada pela energia solar, a sustentabilidade tem sido um assunto cada vez mais em alta no setor corporativo. Essa busca por meios alternativos de consumo e priorizando reduzir os impactos no aquecimento global traz uma necessidade de adaptação por parte dos empresários.

A mudança parte diretamente dos consumidores, que buscam consumir de empresas nas quais se relacionam, identificam e compartilham seus valores. A sustentabilidade pode ser um dos laços mais importantes da atualidade e deve ser levada em conta nas próximas ações da sua empresa.

Esse tipo de atualização é de extrema necessidade quando falamos em um mundo mais verde e saudável. Neste sentido, a energia solar é um ótimo pontapé inicial para fazer uma empresa mais amigável para o meio ambiente.

Ao contrário de outros meios de energia elétrica, que emitem gases poluentes, o sistema fotovoltaico conta com uma baixa taxa de emissão e, mesmo com essa produção, ela não prejudica diretamente o meio ambiente.

 

Vantagens da energia solar para o seu negócio

energia solar economia

O sistema fotovoltaico tem diversos benefícios para empresas dos setores privados e públicos e pode beneficiar empresários de todos os portes no Brasil.

Confira as principais vantagens de contar com uma energia fotovoltaica na sua empresa:

 

 

Economia na conta elétrica

A economia na conta elétrica é uma realidade quando falamos da energia solar. Neste sistema, pode-se contar com uma redução de até 95% nos gastos dessa fatura. Dependendo dos custos mensais da empresa, a economia pode ser bastante significativa.

 

 

Pouca manutenção

A baixa manutenção também é outro atrativo aos empresários que desejam migrar para a energia solar. Diferente das demais manutenções necessárias no empreendimento, os painéis solares precisam de limpeza ou outras possíveis manutenções apenas uma vez ao ano.

Em locais com ventanias e alta poluição, é indicado que o processo de limpeza seja feito a cada seis meses para garantir a captação e distribuição apropriada da energia solar.

 

 

Um bem para a vida toda

Além das diversas vantagens, a durabilidade dos painéis solares é outra pauta importante quando falamos dessa instalação. O material pode durar até 25 anos e os avanços da tecnologia facilitarão ainda mais nas instalações e reduções na conta elétrica em todo o Brasil.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a expectativa com as novas tecnologias é que existam 800 mil sistemas On Grid instalados até 2024 em solo nacional.

 

 

Crédito e financiamento

A ABSOLAR indica que a matriz energética brasileira conta com cerca de 70 linhas de crédito para compradores. Isso quer dizer que, aos que desejam fazer a instalação dos painéis solares, existem benefícios de financiamento e descontos para empresas públicas e privadas de todos os setores.

 

 

Baixa poluição

O mundo tem mudado cada vez mais a favor da sustentabilidade. Esse assunto afeta diretamente as empresas que desejam fazer parte de um futuro mais verde, contribuindo não apenas para seus negócios, mas para a vida dos consumidores.

A ABSOLAR indica que será possível a redução de 8,3 milhões de toneladas de carbono (CO²), um dos maiores poluentes conhecidos, até 2050. Além da economia, a instalação de um sistema de energia solar garante a sustentabilidade.

 

 

Alto índice de investimento no Brasil 

O Brasil é um país que conta com grandes vantagens por ser tropical. Uma delas é que pode ser um ótimo momento para investidores deste setor se interessarem em fazer negócios em solo nacional.

Nosso país conta com a produção de 15 trilhões de megawatts (MW) por ano e as novas empresas e tecnologias do segmento conseguem baratear cada vez mais os produtos e instalações em prol da energia limpa.

 

Investimento e instalação

O pagamento da instalação ainda é um assunto que preocupa bastante os empresários, principalmente os de pequeno porte. Entretanto, a energia solar deve ser vista como um investimento.

A principal diferença entre um gasto com eletricidade e um investimento nessa mudança é justamente o retorno financeiro que a energia fotovoltaica pode dar aos que optam pela instalação.

Além da captação solar e distribuição para os mais diversos itens que necessitam de energia, o sistema solar é responsável por uma economia de até 95% na conta de energia dos responsáveis, um retorno financeiro de 4 a 6 anos, geração de empregos no setor e a mobilização do mundo rumo a um caminho mais sustentável.

 

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Se você é um empresário e está cansado dos altos gastos com a energia elétrica, o sistema fotovoltaico certamente é a instalação ideal para o seu negócio.

Empresas que buscam mais sustentabilidade, consciência de consumo e responsabilidade com seus consumidores começam por um mesmo caminho: a simulação de valores para este investimento.
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Qual é o futuro da energia solar no Brasil?

O futuro da energia solar no Brasil

A energia solar fotovoltaica conta com instalações no Brasil desde 2012. Entretanto, foi em 2016 que sua implementação experienciou um avanço significativo de incentivos e instalações residenciais e comerciais. 

Nos dias de hoje, ao falar de energia solar, considera-se que essa é uma das indústrias com maior futuro no Brasil, principalmente quando consideramos que seu crescimento em 2020 foi de 70% com relação aos outros anos, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

No mesmo ano, o país apareceu em 9º lugar no ranking mundial de instalações fotovoltaicas, avançando três posições em apenas um ano. Esses dados são animadores, mas qual é o verdadeiro futuro da energia solar no Brasil?

 

Próximos passos para os avanços da energia solar no Brasil

futuro da energia solar

Todo o avanço tem seu próprio ritmo e, ao que tudo indica, os próximos passos para uma energia mais solar nacionalmente têm tudo para serem positivos e eficazes. Uma pesquisa recente da ABSOLAR indicou que até 2050, será possível prever um retorno de R$ 139 bilhões na indústria e 1 milhão de empregos com as instalações fotovoltaicas.

Pensando nos consumidores, sejam residenciais ou comerciais, isso pode somar uma economia de R$ 150 bilhões, além de seguir uma estatística positiva para a redução de emissão de carbono (CO²) em 8,3 milhões de toneladas.

Também segundo a ABSOLAR, a matriz energética do Brasil conta com cerca de 70 linhas de crédito para quem deseja fazer a instalação de um sistema fotovoltaico. Esse benefício é traduzido em financiamento e descontos para os compradores.

Considerando as expectativas positivas, pode-se prever uma maré de bons resultados para a indústria. A economia e a sustentabilidade que a energia fotovoltaica traz tende a chamar a atenção de investidores para o setor e beneficiam não apenas seus próprios negócios, mas os consumidores desse meio.

 

Potencial do Brasil para o investimento solar

As instalações de fontes de energia fotovoltaica contam com investimentos governamentais e privados no Brasil. Esse tipo de incentivo resulta em diversas vantagens para quem deseja iniciar uma vida mais solar e sustentável no país. 

Atualmente, projetos de leis estão sendo discutidos para encorajar ainda mais o consumo e investimento por meio dos painéis solares. Entre elas, podemos destacar a regulamentação 482/12, estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que inclui uma compensação aos que produzem mais energia do que consomem. 

Essa norma prevê créditos de energia em troca deste acúmulo, que pode ser redistribuído para locais  próximos às residências e comércios que contam com a instalação de painéis solares.

Conheça alguns dos outros motivos para investir em energia solar no Brasil:

  • Produção 15 trilhões de megawatts (MW) ao ano
  • Valor dos equipamentos cada vez mais acessíveis
  • Redução de 95% na conta de luz
  • Metas para menor produção de carbono
  • Cerca de 70 linhas para financiamento
  • Leis de incentivo para instalação – como a RN 482/12

O crescimento dessa indústria tende a chamar a atenção não apenas da população beneficiada, mas de possíveis investidores em solo nacional. Os incentivos nascem e crescem conforme os avanços da energia fotovoltaica e, nesse ritmo, até 2050, é possível prever um cenário ainda mais positivo para esse sistema elétrico no país.

 

Previsões para os próximos anos

energia solar no brasil

A expansão de instalações e alcance da energia solar também traz algumas previsões. É importante ficar atento às mudanças dentro do mercado, principalmente se é do seu interesse investir em energia solar no Brasil, ou se já possui esse sistema na sua residência ou comércio.

Aqui estão algumas das previsões para a indústria de energia solar nos próximos anos:

 

Novos fornecedores de instalação solar

Os fornecedores são uma parcela muito importante quando falamos da instalação e conversão para o sistema fotovoltaico. Ter um mercado com opções é ótimo para os consumidores e gera mais cuidado na escolha do instalador e do equipamento necessário para um sistema de energia solar. 

Quanto mais empresas nascerem e se especializarem na indústria, mais empregabilidade e escolhas conscientes serão feitas no decorrer dos anos.

 

Alto investimento

Com o crescimento a todo vapor, as previsões de investimentos são positivas para os próximos anos. Segundo a ABSOLAR, podemos esperar que os investidores cresçam e acrescentem financeiramente para incentivar ainda mais as instalações no país.

A previsão é que até 2023, seja feito um investimento de mais de R$ 20 bilhões na geração de energia solar no Brasil. Esse valor pode gerar um retorno de aproximadamente R$ 100 milhões em 2030 para o país.

 

Redução de carbono

Como tendência de diversos países, a preocupação com a emissão de carbono têm se tornado uma prioridade para a redução do aquecimento global. Nesse caminho, a energia solar contribui para que os dados de sustentabilidade no Brasil sejam cada vez mais positivos. Pode-se considerar uma meta de redução para o Brasil em 37% da emissão de CO² até 2025.

 

Tecnologia de ponta para painéis solares

Segundo a Aneel, os painéis solares receberão novas tecnologias. Até 2024, espera-se mais de 800 mil sistemas On Grid – que são conectados à rede de distribuição e facilitam a redução da conta de luz – em todo o Brasil.

 

Empregabilidade

Além dos altos investimentos, a ABSOLAR prevê um crescimento de 1 milhão de empregos gerados pela indústria de energia solar nos próximos anos no Brasil. Isso pode acontecer justamente pela quantidade de novas empresas surgindo com o crescimento do setor e a necessidade de instalações em todo o país.

 

Nível global

Atualmente, a energia solar corresponde a 7% de todo o suprimento elétrico do mundo. Até 2050, a perspectiva é que metade de toda a energia produzida seja proveniente da energia solar ou energia eólica.

 

Sustentável e renovável

A preocupação com fontes de energia renováveis e sustentáveis de consumir cresce cada dia mais no Brasil. Buscando uma forma de agredir menos possível o meio ambiente, a energia fotovoltaica está aqui a atender perfeitamente casas, fazendas e comércios neste sentido, uma vez que é considerada uma energia limpa.

 

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As previsões para o futuro do Brasil com a energia fotovoltaica são extremamente positivas. Apesar dos investimentos altos, quanto mais essa indústria crescer, mais acessíveis serão as instalações e incentivos voltados para os que desejam uma energia consciente e limpa. 

Caso você esteja interessado em fazer parte desse futuro cada vez mais solar e gerar uma economia de até 95% na sua conta de luz, a Solstar conta com um simulador gratuito para descobrir e planejar esse investimento. Confira clicando aqui.

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Energia Solar Residencial e o Home Office

Gasto de energia no Home Office

 

A Covid-19 é uma realidade que tem afetado a situação de todo o mundo. Com o aumento do número de casos, várias empresas mantiveram seus funcionários no home office. À medida que as casas se transformam em escritórios – levando ao aumento do preço da eletricidade – a energia solar residencial se tornou um sonho desejado para os brasileiros.

Sempre que pensamos em como reduzir o preço da conta de luz, o sistema fotovoltaico e seus benefícios é a escolha que vale mais a pena. Continue lendo para saber por que a energia solar vai ser o seu melhor investimento durante a pandemia.

 

Aumento no preço da conta de luz

Com as famílias passando mais tempo em casa, o consumo instantâneo de aparelhos eletrônicos (que ficam mais tempo ligados) e a tarifa de energia ao final de cada mês aumentam.

De acordo com pesquisa do Ilumina (Instituto de Desenvolvimento do Setor Energético), nos últimos 20 anos as tarifas de energia elétrica subiram 107% acima do índice de inflação.

Como o gasto com eletricidade cresce a cada dia durante este período difícil da pandemia, a necessidade de encontrar alternativas para reduzir o preço da conta de luz aumentou muito.

Por isso a energia solar residencial é o melhor investimento para o seu home office. Com isso, você pode seguir trabalhando de casa sem ser pego de surpresa no final do mês com o valor gasto em eletricidade.

 

Energia solar residencial vale a pena?

Energia solar residencial vale a pena

Foto de cottonbro no Pexels

Instalar energia solar em casa pode reduzir até 95% no preço da sua conta de luz. É a melhor solução para quem sempre sonhou em não ser mais refém das oscilações nas tarifas de energia.

Um sistema fotovoltaico produz energia limpa e renovável por 25 anos, sendo um investimento que gera economia tanto a curto, como a longo prazo. Além disso, você está preservando o meio ambiente para futuras gerações.

 

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